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Como o eSocial vai alterar a rotina administrativa de sua empresa

Desde 2014 foi instituído o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). O programa promete unificar o envio de informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. A transmissão eletrônica desses dados simplificará a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, de forma a reduzir a burocracia para as empresas. No caso das micro e pequenas empresas a legislação prevê ainda tratamento diferenciado.

O que é o eSocial Empresas

É um novo sistema de registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores. De forma padronizada e simplificada, o novo eSocial empresarial vai reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Todas as informações coletadas pelas empresas vão compor um banco de dados único, administrado pelo Governo Federal, que abrangerá mais de 40 milhões de trabalhadores e contará com a participação de mais de 8 milhões de empresas, além de 80 mil escritórios de contabilidade.

Funcionamento do Programa

Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. Todos esses dados, na verdade, já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. No entanto, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único.

Obrigatoriedade do Sistema

A implantação do sistema será realizada em duas etapas: a partir de 1º de janeiro de 2018, a obrigatoriedade será para os empregadores e contribuintes com faturamento apurado, no ano de 2016, superior a R$ 78 milhões. Já a partir de 1º de julho de 2018, a obrigatoriedade será estendida aos demais empregadores e contribuintes, independentemente do valor de faturamento anual.

O eSocial substituirá as seguintes obrigações:

  • GFIP  –  Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE –  Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD –  Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Vantagens para as empresas

Além de simplificar processos, gerando ganho de produtividade, o eSocial passará a subsidiar a geração de guias de recolhimentos do FGTS e demais tributos, o que diminuirá erros nos cálculos que, hoje, ainda ocorrem na geração desses documentos.

Com a substituição da entrega de diversas obrigações por apenas uma operação, o projeto promete diminuir gastos e tempo dedicados atualmente para à execução dessas tarefas, sem que haja regime tributário diferenciado. 

O eSocial traz, para o formato digital, informações que hoje ainda podem ser registradas em meios ultrapassados e até frágeis, como em livros de papel. Tais dados, que ainda hoje devem ser guardados por longo período de tempo, em até 30 anos, passarão a ser armazenados em um ambiente público, seguro e sem custos para as empresas. As 15 obrigações, fundamentais na relação trabalhista entre empregador e empregado, estarão sistematizadas num único banco de dados.

Aplicação para o MEI

Será desenvolvido um módulo específico para auxiliar os usuários do programa do Microempreendedor Individual (MEI), na qualidade de empregador para o cumprimento de suas obrigações trabalhistas e tributárias. Na condição de microempreendedor, o MEI continuará fazendo uso do SIMEI, não havendo qualquer tipo de mudança prevista.

Maiores informações sobre as funcionalidades do eSocial poderão ser consultados no site: http://portal.esocial.gov.br/

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Saiba quem é seu público alvo e como lidar com ele

Saber quem são os clientes e como lidar com eles é uma dúvida que assombra grande parte dos empreendedores, dos mais jovens aos mais experientes.

Como o mercado está cada vez mais disputado e a variedade do público se mistura cada vez mais, o que pode ser feito para lidar com eles da melhor forma? Como usar disso para reinventar o seu negócio?

Saber quem procura pelos seus produtos e serviços, de uma maneira que tem mostrado ótimos resultados, já tem um nome: Mapa de Empatia para Empreendedores.

Entendendo o que é um Mapa de Empatia para Empreendedores

A intenção desse Mapa de Empatia é entender o máximo sobre o tipo de cliente que se interessa pela sua marca.

Com ele é possível entender mais sobre os gostos, o que procuram, pensam e fazem, permitindo que você aja para alcançar as expectativas de todos e aumentar o seu potencial de crescimento no mercado.

A ideia é simples: conhecer de verdade quem é o seu público, o que desperta o interesse deles e quais suas aspirações — em um viés pessoal, profissional e como compradores! Quando mais conhecê-los, mais fácil desenvolver bons relacionamentos com eles.

Na prática, empreendedores podem fazer um mapa visual com perguntas, respostas e especificidades de interesse em cada produto, o que torna a interpretação e o uso de informações muito mais ágil e prática.

Montando um Mapa da melhor forma

Um Mapa de Empatia para Empreendedores possui uma pauta que deve ser seguida para alcançar os melhores resultados para análise.

Como o propósito dele é conhecer os interessados, uma série de perguntas chaves podem te auxiliar, mas antes é importante fazer um passo importante: definir uma persona — que nada mais é que um cliente típico, com as principais características.

Assim, fica mais fácil encontrar as respostas para as perguntas que norteiam o mapa — e que mostraremos agora:

O que vê?

Tente definir o que essa persona vê de acordo com o meio em que vive, amigos que convivem e outras influências externas.

Por exemplo, se ela está em um grupo de compradores mais modernos, provavelmente utiliza a internet cada vez mais no seu dia a dia, então investir em tecnologia para atraí-la pode ser uma boa escolha.

Alguns pontos podem te ajudar a responder esse tópico:

  • Como é o mundo em que ele vive?
  • O que as pessoas de seu meio fazem?
  • Como são os amigos?
  • Quais as tendências do seu cotidiano?

Repare que esse mapa induz que empreendedores busquem saber mais sobre os clientes, o que gera benefício para ambos os lados: clientes mais satisfeitos e negócios capazes de gerar mais benefícios, sejam financeiros ou sociais.

O que ouve?

Entre os traços de personalidade mais importantes, saber ouvir é um dos que se destaca. E, se isso aplica-se à empreendedores de sucesso, por que não funcionaria à potenciais compradores do seu produto?

A ideia é saber o que — e quem — eles ouvem, como isso os influencia e como tirar proveito dessa relação da melhor maneira. Assim, perguntas simples podem te ajudar:

  • Quem são suas principais influências?
  • O que pessoas importantes em suas vidas dizem?
  • Que atitudes tem suas marcas favoritas?
  • Quem são suas referências e ídolos?

Dessa forma, você pode otimizar sua postura de mercado e promover ações que atraiam mais pessoas dentro desse ramo de interessados.

O que fala e faz?

Essa pergunta está ligada à anterior, pois tudo que um cliente ouve e toma como referência, pode influenciar no que ele faz.

O ideal é entender como ele costuma agir, como é sua rotina e o que mais o agrada. Assim, você entenderá como ele se porta quando tem interesse em algum produto ou serviço e o que pode instigá-lo.

As dicas mais comuns para definir o que o cliente sente nessa parte do Mapa de Empatia para Empreendedores são:

  • O que é comum de ele fazer?
  • Quais seus hobbies?
  • Do que ele gosta de falar?

Note que o desafio como empreendedor é se aproximar das pessoas e desenvolver a real empatia por aqueles que vão fazer parte da sua empreitada no mundo empresarial.

O que ele pensa e sente?

Essa é uma pergunta delicada — e que pode te ajudar muito a definir postura de atração, abordagem e manutenção de relacionamento.

O ideal é entender como eles se sentem em relação à vida, o que os influencia e os instiga a procurar por mais, bem como limitadores. Assim, você pode desenvolver ações que toquem o interesse, além de evitar lidar com influências negativas que podem afastá-los.

Entre os parâmetros para alcançar as respostas, podemos citar:

  • Quais ideias importantes que ele tem medo de falar?
  • Quais as maiores preocupações ultimamente? Por que?
  • Quão distantes estão de seus sonhos?

Quais as dores?

Quase no final do Mapa de Empatia para Empreendedores, essa é uma pergunta delicada e que requer atenção para responder. Aqui, você deve procurar entender sobre os medos dos seus clientes, o que tem segurado os sonhos e os porquês disso:

  • De que eles têm medo?
  • Quais as maiores frustrações?
  • O que eles gostariam de mudar em suas vidas?

Dessa forma, você pode encontrar a raiz dos problemas para responder a última pergunta do mapa!

Quais as necessidades?

Quais as reais necessidades do seu público depois de você definir o que eles veem, ouvem, fazem, falam, pensam e sentem. Essa é a fase final que te ajudará a traçar soluções palpáveis que seu negócio oferecerá para eles.

Por isso, o norteador principal é único: o que você pode fazer para ajudá-los?

Note que a intenção não é manter um contato de vendedor e comprador, mas estreitar as relações, enxergando neles pessoas ao invés de fontes de dinheiro.

O segredo do empreendedorismo é esse: identificar problemas para gerar oportunidades, então não se esqueça de buscar a realização profissional oferecendo soluções socialmente boas!

Extraindo benefícios

Como dissemos, esse mapa pode ajudar — e muito — no desenvolvimento de soluções para o seu negócio. É possível conhecer mais o seu público e desenvolver produtos que realmente supram suas necessidades.

Assim, você pode vencer esse desafio de empreender de maneira inteligente e usando como aliados os principais interessados no seu serviço!

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10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA PARA ABRIR UMA EMPRESA EM CASA

Você teve uma ideia para abrir uma empresa em casa e está prestes a contar para o mundo. Que bom! Antes de por tudo em prática, reserve um tempinho para ler esta lista. São as dez coisas de que você precisa (além de clientes) para começar seu negócio com o pé direito:

1. Em primeiro lugar, um mercado para seus produtos e serviços. Se você ainda não se preocupou com isso, não siga em frente. “Este é um primeiro passo fundamental e é impressionante quantas pessoas montam um negócio sem ter mercado para isso”, conta Jane Applegate, autora e colunista que escreve sobre pequenos negócios. Mesmo conversas podem ajudar a responder muitas perguntas, ela afirma. “Se você quiser decorar bolos em casa, converse com 50 pessoas que você conhece e veja se elas comprariam com você. Converse com as pessoas nos locais que você frequenta. Certifique-se de que há quem queira comprar o que você tem para vender.”

2. Um espaço separado para o seu escritório. Sim, um quarto à parte seria bom. Não é obrigatório. Mas você precisa de uma área que seja inconfundivelmente seu local de trabalho e que possa ser fechada e isolada do resto da casa por divisores, cortinas ou até uma cortina de chuveiro, se é tudo o que você tem.

3. Uma boa estação de trabalho para usar o computador e o laptop. Se você fosse Azriela Jaffe, famosa autora que escreve sobre escritórios em casa, gastaria quase tanto dinheiro em uma cadeira confortável quanto em um computador. “Anos sentando na cadeira errada podem deixá-lo com problemas físicos e má postura”, ela diz. “Eu acho válido o investimento em uma cadeira.” Ela pensa o mesmo a respeito do mouse. “Você precisa de um mouse que não sobrecarregue o seu pulso. Um barato e básico não adianta.” Computador de mesa ou laptop? Como quiser. Atualmente, muitos dos laptops têm os mesmos recursos de um computador, mas com mais mobilidade. Você fica sujeito a um teclado menor e, em muitos casos, não tem mouse. Porém, se você viaja ou fica fora do escritório muito tempo, um laptop pode ser a escolha certa. Se puder, pode ser útil ter o laptop e o computador de mesa.

4. Uma linha de telefone (ou duas) à parte e uma boa conexão. Seus clientes vão gostar de ter as ligações atendidas por você, seu assistente ou uma mensagem profissional, não seu filho, com o cachorro latindo ao fundo. Uma linha telefônica exclusiva para a sua empresa é fundamental.

5. Uma conta bancária à parte. Isso é importante porque não é bom misturar o dinheiro dos negócios com o dinheiro pessoal. Ter uma conta bancária no nome da sua empresa é a coisa certa a fazer.

6. Formalização da empresa. Muitas empresas vão querer ver seu registro antes de fecharem negócios com você, avisa Applegate. Ter CNPJ é importante. Consiga um.

7. Um site e uma conta de e-mail com o nome da empresa. Sim, você precisa de um site para os negócios e para a publicidade. E precisa de um endereço na internet que corresponda ao nome da sua empresa, não uma confusão de letras e símbolos que ninguém memoriza. O mesmo acontece com o endereço de e-mail, uma conta de um servidor de internet. Você não apenas quer parecer profissional, mas quer promover a sua marca. Definitivamente, seu site ajuda sua empresa. Você recebe e-mails do mundo todo. Provavelmente, é a melhor ferramenta de marketing que você pode adotar.

8. Cartões de visita, material de escritório e, talvez, um fax. Os aparelhos de fax são coisa do passado? “Estão se tornando”, pondera Applegate, “mas ainda é necessário algum recurso para mandar fax.” Ela prefere programas de fax, para poder enviar fax pelo computador. Jeff Berner prefere um aparelho de fax padrão, para não precisar escanear os documentos para o computador. Os dois acham boa a ideia de comprar um aparelho multifuncional com recursos de cópia e fax.

9. Seguros de saúde e contra terceiros. Se você largar seu emprego para cuidar da empresa, estará sozinho. Não terá dias fixos para receber o salário. Não terá férias remuneradas. E será responsável por encontrar uma cobertura de seguros. O seguro de saúde é provavelmente o maior espinho para proprietários de pequenas empresas. É caro e, às vezes, difícil de conseguir. Uma das melhores formas de conseguir o seguro de saúde é por meio de organizações comerciais. Você também precisa pensar em um seguro para a empresa.

10. Horas de trabalho regulares e uma vida fora do escritório. Para muitas pessoas, abrir uma empresa em casa significa uma mistura da vida profissional com a pessoal. Donos de empresas em casa com experiência dizem que definiram horários de trabalho regulares e os mantêm. Quando não estão trabalhando, eles fecham as portas do escritório e saem. Da mesma forma, não permitem que as crianças brinquem dentro do escritório quando estão tentando trabalhar. Você estará enganando a si mesmo se achar que pode resolver seus assuntos com um bebê no colo. “Você precisa ser disciplinado”, afirma Applegate. “Você precisa dizer aos seus familiares que só o interrompam se a casa estiver pegando fogo.” Ao mesmo tempo, donos de empresas em casa podem exagerar e se isolar do resto do mundo. “Não se esconda em um casulo”, diz Berner. Mantenha sua rede de amizades e encontre formas de fazer novos amigos, ele aconselha. “Procure outros profissionais que trabalhem com algo parecido para pedir orientação. Saia para almoçar com outras pessoas sempre que for possível.” Isolar-se em seu escritório não apenas destrói sua vida social, mas é ruim para os negócios.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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5 motivos para se formalizar e se tornar MEI

O processo de formalização da sua empresa pode trazer ainda mais benefícios do que você imagina.

A categoria dos Microempreendedores Individuais (MEI) surgiu com o objetivo de criar melhores condições para que o trabalhador sem carteira assinada possa se regularizar. Para isso é possível se enquadra em mais de 365 atividades elementares como: manicures, costureiras, jardineiros, eletricistas, entre outras.

A formalização pode trazer benefícios diversos ao trabalhador, dentre eles, é possível destacar 5 principais vantagens para os novos e futuros Microempreendedores Individuais:

  1. Contratação de 1 funcionário com menor custo:

O MEI pode contratar 1 funcionário com valor de contratação igual a 11% sobre o salário mínimo ou piso da categoria;

  1. Isenção de taxas para o registro da empresa:

Todo o processo de formalização é unificado, mais barato e menos burocrático. O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 46,85 (INSS), mais taxa de R$5,00 para prestadores de serviço (ou R$1,00 para Comércio e Indústria). O pagamento é feito através de carnê emitido através do Portal do Empreendedor;

  1. Menor Burocracia:

Através da elaboração da Declaração Anual do MEI o empreendedor fica em dia com suas obrigações fiscais e ainda mantem as finanças organizadas pois precisa fechar as contas do negócio mês a mês

  1. Acesso a diversos serviços bancários, inclusive serviços de crédito:

Com a formalização, o empreendedor tem mais oportunidades de conseguir crédito e financiamentos junto aos Bancos, especialmente os públicos

  1. Emissão de alvará provisório pela internet:

Empresas cadastradas em qualquer atividade seja comércio, serviços ou indústria, precisa de alvará da Prefeitura para iniciar suas atividades. Para o Microempreendedor Individual há a possibilidade de consegui-la sem custos e através do Portal do Empreendedor. O mesmo ocorre para o registro na Junta Comercial.

Com tantos benefícios fica fácil se formalizar, não é mesmo?

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Vantagens de Estudar numa Sala de Estudos

O sonho de conquistar uma vaga no serviço público tem levado estudantes à uma mudança de hábitos. Além de ter de encontrar o melhor curso preparatório e o material de estudo mais eficiente, surge uma nova preocupação: achar o lugar mais apropriado para estudar. Em busca de um local adequado para o aprendizado, muitos concurseiros têm apostado na locação de cabines individuais de estudo. Esses locais garantem tranquilidade e silêncio, requisitos mínimos para quem estuda e se dedica para realizar provas de concursos públicos. Assim, as salas de estudos proporcionam melhor nível de concentração para àqueles que não conseguem se concentrar estudando em casa ou em bibliotecas.

Para os alunos que hoje alugam nossas bancadas de estudo, essa é a fórmula ideal para a aprovação. Ao alugar as bancadas o locatário recebe a chave da sala para ter acesso ao local sem restrições de horários, de domingo a domingo, inclusive nos feriados. Além do conforto, ainda há a segurança de deixar os materiais de estudo guardados sem ter que ficar carregando-os diariamente. O esquema de aluguel das bancadas pode ser personalizado de acordo com os horários disponíveis de cada estudante.

Confira algumas vantagens de estudar em uma sala de estudos:

 1: Fortalecimento do fator “motivação”:

Ao ter pessoas motivadas e focadas ao redor, tendemos a produzir mais. O nosso senso de competição é ativado e a vontade de alcançar os objetivos aumenta!

2: Ambiente “livre” de interferências externas:

Num ambiente adequadamente preparado você poupa esforços e não desvia sua atenção. O foco é apenas na aprovação!

3: Ambiente feito para o estudo:

Nas salas de estudos, há equipamentos adequados como: cadeiras e mesas confortáveis, cabines de estudo individual, ambiente iluminado e com temperatura agradável. Deste modo, você tem tudo que precisa num lugar só e evita custos para a criação desse ambiente em sua casa.

4: Aumento no Rendimento:

Com melhores níveis de concentração o aumento no rendimento é garantido!

5: Horários flexíveis:

As bancadas podem ser utilizadas de acordo com seus horários disponíveis, seja por turno ou com acesso irrestrito 24 horas. Você estuda nos seus melhores horários!

6: Mais adequado para pessoas naturalmente dispersas:

Existem pessoas que tem maior tendência à dispersão e que ao menor ruído ou movimentação, perdem a concentração. Para essas pessoas a tranquilidade do ambiente de estudos é um diferencial na hora da aprovação.

7: Profissionalização dos estudos

Com o aluguel de um espaço destinado apenas para o estudo cria-se um sentimento de responsabilidade e de maior comprometimento em cumprir várias horas de estudo.

Quer experimentar? Venha para nossa sala de estudos e estude um dia conosco sem pagar nada! Depois conta pra gente o que achou!

Para saber mais, visite nosso instagram @virtua_saladeestudos

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O que é ser escalável – E por que sua empresa precisa disso

Por que é importante que meu negócio seja escalável (e como fazer isso)?

Ser escalável significa ser capaz de crescer rápido. Geralmente, para tanto, é necessário desenvolver um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente, podendo então crescer sem perder tempo em ter que reinventar a roda.

Ser escalável também é fundamental para permitir que os clientes criem o hábito de adquirir os seus produtos e serviços antes que os seus concorrentes lhe imitem e tentem tomar de você os clientes conquistados.

Resumindo, ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios caracterizado pela velocidade com que a informação se espalha e pela mudança frequente que exige do empresário de suas empresas inovação e novos modelos de negócio cada vez mais frequentemente.

Como fazer isso?

Desenvolva uma empresa que se mantenha em contato permanente com os seus clientes. Que saiba interpretar os desejos e necessidades deles. Ouça os clientes, e saiba interpretá-los.

Use a tecnologia de forma intensiva, mas invista em pessoas. Contrate pessoas melhores que você. Escolha funcionários que acreditem nas pessoas e que saibam fazer a gestão de suas equipes. Resumidamente, contrate membros capazes de se tornarem líderes, no sentido amplo da palavra.

Procure sempre disputar os mercados em que os seus melhores concorrentes – ou seja, as melhores empresas do mundo na sua área de atuação – estejam presentes. Só esta condição gerará a motivação necessária para procurar ser sempre melhor.

Procure manter viva sempre a sua alegria de estar fazendo o que você gosta. E procure que as pessoas que trabalham com você sejam capazes de ter o mesmo sentimento.

O resto? O resto é o resto. Pode usar o modelo de franquias ou de crescimento por meio de filiais. Pode internacionalizar os seus negócios ou pode escolher nichos específicos. Se a expansão precisa de financiamentos, pode procurar parcerias, crowdfunding, investidores anjo ou fundos de investimento.

Mas nada disso vai auxiliá-lo a escalar o seu negócio se você não cuidar dos seus clientes e se não tiver colaboradores de alta performance.

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Conheça os 4M’s da Prestação de Serviços

Quando se fala em marketing, logo surge à mente o conhecido mix ou 4 Ps, que formam um conjunto de ferramentas para alcançar estratégias de mercado.  Com este conceito em mente, passei algum tempo tentando imaginar alguma coisa análoga, quando se fala em prestação de serviços.

A primeira questão a ser analisada pela empresa que busca serviços é se o momento de recorrer a ajuda externa é o correto. Muitas vezes, as empresas, ao buscarem serviços, fazem antes de terem amadurecido o assunto internamente, e seus executivos, ao buscarem ajuda, não estão preparados ainda para discutir o tema em profundidade. A recomendação é amadurecer o assunto dentro da organização para entender se a sua empresa está preparada, neste momento, para absorver uma prestação de serviços externa. Lembre-se que, junto com a expertise, práticas e experiência de uma empresa de consultoria, vem também pressões culturais e obrigações que você precisará absorver. Este é o primeiro M da prestação de serviços: “Momento Certo”.

Um outro desafio da prestação de serviços é o escopo. Uma das maiores fontes de discussão entre prestadores de serviço e clientes é sobre qual o objeto do serviço. É frequente empresas buscarem a prestação de serviços baseando-se em sintomas. Isto é, buscam ajuda em determinado assunto e, ao longo do trabalho, é percebido que a causa raiz do sintoma apresentado ao prestador do serviço está longe do escopo contratado. Aí, começa um desentendimento que não ajuda a ninguém. Determinar exatamente o motivo pelo qual se deseja a ajuda de um prestador de serviço é fundamental para o sucesso do trabalho. O segundo M trata exatamente do “Motivo Certo” para contratar alguém.

Metodologias são essenciais para a prestação de serviço. Ao contratar uma prestadora de serviços, é importante avaliar se a forma ou as formas pelas quais se vai endereçar as questões a serem tratadas são práticas, com resultados consistentes e comprovados. Experiência é importante, mas metodologias eficazes são fundamentais para que projetos sejam bem-sucedidos e garantem a presença do terceiro M, “Maneira Certa”. Muitas vezes, a abrangência e o tamanho do projeto podem inviabilizar ou mesmo destruir um bom trabalho. Por isto, é importante estar atento ao contratar serviços que “caibam” não só no seu bolso, mas também na estrutura de sua empresa. De nada adianta propostas ousadas e até bem estruturadas se a organização não será capaz de absorver as demandas do projeto.

É importante que a proposta para a prestação de serviços seja equilibrada, tanto sob o ponto de vista dos custos envolvidos, quanto das demandas e dos resultados a serem apresentados. Na grande maioria das vezes, este equilíbrio será resultado das metodologias e da abordagem do prestador de serviço. A capacidade de entregar resultados na “Medida Certa” do tamanho da sua organização e da complexidade do problema é o desafio do quarto M.

O mercado de prestação de serviços está mudando no sentido de, cada vez mais, observar estes 4 Ms para atender às novas demandas. As plataformas colaborativas, computação em nuvem e mobilidade trazem à mesa inúmeras possibilidades de resultados a custos cada vez mais acessíveis. Pense nisto antes de contratar serviços!

Enio Kleiné CEO da K&G Sistemas, professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo e Coach pessoal e profissional formado pela International Association of Coaching – IAC/SLAC

Fonte: Empreendedor.com

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Como implementar o Programa 5S nas empresas

Você provavelmente já ouviu falar de um programa chamado 5S. Originário do Japão, ele é utilizado nas empresas com dois objetivos principais: reduzir o desperdício, aplicando princípios de organização e limpeza, e aumentar a produtividade por meio de melhorias realizadas pelos próprios colaboradores no ambiente de trabalho.

Através dos cinco sensos (seiri, seiton, seisou, seiketsu, shitsuke), traduzidos em utilização, ordenação, limpeza, saúde, autodisciplina, são incorporadas práticas e atitudes nas rotinas das empresas para alcançar tais objetivos.

Para o analista da Gestão da Qualidade da Brandili Têxtil, Fernando Rescaroli, toda empresa precisa de organização. “Somos indivíduos e seres únicos e é em função disso que as empresas têm dificuldades nesse sentido. As diferenças entre o jeito de ser e de fazer as coisas, ao longo do tempo, geram desorganização. E o 5S serve para nivelar essas diferenças com alguns padrões de práticas”, aponta.

Ele conduziu o projeto que repaginou e relançou o programa para mais de 1,3 mil colaboradores administrativos e operacionais e dá algumas dicas e orientações para os gestores que pretendem implementar o 5S e acertar nas ações:

Como é o processo de implementação?

Fernando Rescaroli: Já não é possível enxergar uma empresa sem 5S. Toda corporação precisa de organização. E para que o programa dê certo, é preciso ter um diagnóstico do que precisa melhorar dentro do ambiente de trabalho. Essas informações são obtidas através de uma conversa com todos, principalmente com os gestores, entendendo as necessidades de cada setor e o que está atrapalhando a produtividade, o que funciona e o que não funciona. É importante que todos os colaboradores sejam ouvidos. A partir dessa coleta de informações, os pontos são analisados e dá-se início à construção do programa. Os objetivos devem ser claros para todos da organização. Na Brandili, por exemplo, nós montamos um manual descrevendo o que esperávamos dos colaboradores com um nivelamento das expectativas. Depois realizamos um workshop com gestores e apresentamos o programa na íntegra. Os gestores levaram as informações da prática às suas equipes.

Qual o prazo para implementar o programa?

Fernando Rescaroli: Contando desde o planejamento inicial até o lançamento, o processo dura cerca de três a quatro meses com profissional dedicado à condução do projeto.

Depois de implementado, quais estratégias devem ser seguidas para obter sucesso e resultados?

Fernando Rescaroli: No caso da Brandili, depois da repaginação, a manutenção do programa é realizada de duas formas. Temos uma equipe de avaliadores treinados para fazer observações sobre o andamento e prática do programa nos ambientes de trabalho. E trabalhamos também a disseminação dos conceitos do 5S via murais, e-mails e revistas da Comunicação Interna. Um ponto muito importante é que periodicamente buscamos incrementar o programa com alguma novidade, como por exemplo adicionar novos itens de verificação e divulgar dicas a cada 15 dias.

 Em quanto tempo se notam os resultados?

Fernando Rescaroli: Considerando as empresas que não utilizam ainda o 5S, os resultados visuais são imediatos, logo a partir da implementação do programa. No entanto, a mudança de atitudes e hábitos vai se adquirindo aos poucos e isso pode levar em torno de seis meses.

Quais mudanças são perceptíveis em relação à empresa e aos colaboradores? 

Fernando Rescaroli: Para a empresa, sempre há uma evolução na cultura com relação ao programa, depois de um tempo você ouve as pessoas elogiarem a abordagem e também trazerem sugestões para tudo ficar ainda melhor. Antes dessa repaginação e implantação pensada, tínhamos 50% de assiduidade de nossos avaliadores nas auditorias mensais, agora temos 97%. Os avaliadores relatam que hoje são bem recepcionados nas áreas da empresa, tornando o trabalho mais natural e menos impositivo. Além disso, o aspecto visual das áreas está melhor, o que proporciona mais qualidade de vida no ambiente de trabalho. E isso reflete positivamente até no clima organizacional.

E gera economia?

Fernando Rescaroli: Não há dúvida quanto à economia gerada, pois diminui consideravelmente o desperdício e há um melhor aproveitamento dos recursos. Se você sabe, por exemplo, o que tem dentro da empresa e onde encontrar as coisas, então não precisa solicitar a compra de determinado recurso se ele já está disponível. Outro aspecto de ganho é com o maquinário, ferramentas em geral, pois o zelo aumenta a vida útil. Um ambiente organizado e limpo reduz o estresse, os riscos de acidentes, as doenças profissionais, diminui as ausências e contribui com a produtividade.

Fonte: Empreendedor.com

 

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Como a educação financeira contribui para o crescimento das empresas

 

Em um momento de crise aguda como a que passa o País, as micro e pequenas empresas são as que mais sofrem. No entanto, mesmo com o abalo na economia muitos encontram nesse período uma oportunidade de abrir o próprio negócio. O número de MEIs – microempreendedores individuais no Brasil saltou de 4,6 milhões para 6,1 milhões até julho de 2016.

Levantamento produzido pelo Banco Central em parceria com o Sebrae, revelou que a tomada de capital pelas micro e pequenas empresas cresceu 35% entre janeiro de 2012 a agosto de 2016. No mesmo período, a proporção de pequenos negócios com operações de crédito pulou de 29% para 39%.  As microempresas com faturamento em até R$ 360 mil/ano representam 62% do valor total das operações de crédito concedidas às MPEs. O dado é de 2015 e a pesquisa foi realizada com mais de 3 mil pequenos negócios.

Ao passo em que aumenta o número de empresas, o acesso ao crédito é vital para manter o negócio em ascensão. No entanto, mais do que isso, o empreendedor precisa da cidadania financeira para entender as necessidades de gerenciar bem o seu negócio e se apropriar do capital de forma consciente e eficiente. Um dos caminhos é buscar capacitação técnica e profissionais especializados em gestão financeira para MPEs.

“O microcrédito produtivo é um aliado desde que bem usado. Contribui para manter a sustentabilidade de uma empresa, reduz custos, equilibra as contas, pode ser utilizado para pagar compras à vista. Agora, se for para endividar ainda mais, é necessário reavaliar, pois pode se tornar um vilão. ”, explica Ricardo Assaf, presidente da Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito (ABSCM), fundada há 17 anos, no Rio de Janeiro.

O microempresário precisa ter uma atitude positiva em relação ao dinheiro. Um dos fatores primordiais que pode decretar a falência de uma empresa é não saber controlar o próprio fluxo de caixa, ou seja, desconhecer as contas a pagar e o crédito a receber, além de desprezar a utilidade do planejamento.

“Planejar é palavra de ordem, e não se aplica somente à iniciativa, mas à administração do negócio como um todo. Desta forma, é essencial organizar os recursos humanos, materiais e financeiros de modo a garantir que o micro ou pequeno empreendimento seja tocado com tranquilidade, antecipando possíveis imprevistos. Pensar a curto, médio e longo prazo, definir metas, avaliar as alternativas possíveis, monitorar resultados e rever procedimentos são tarefas que impactam diretamente o sucesso de uma empresa”, aconselha José Benício de Oliveira Neto, diretor executivo da ABSCM.

Adaptado de Empreendedor.com

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A importância da criatividade no empreendedorismo

Geralmente, não damos atenção a uma das principais características que podem fazer a diferença em nossa vida pessoal e no nosso ambiente de trabalho. Estou me referindo à criatividade. Todos sabemos que ações criativas fazem a diferença e conferem uma posição de destaque, porém, nos acostumamos a simplesmente aceitar que não somos tão aptos a usá-la e acabamos por não aprimorar nosso processo criativo.

A criatividade possibilita que você adquira certa autonomia, que o leva a adotar uma postura empreendedora não só na sua vida profissional, como também na pessoal. Você a utilizará nas situações em que precisa encontrar soluções para determinados problemas. Para aprimorá-la, busque ter ideias que tragam melhorias, pois a chave da criatividade está em ser inovador.

Alguns autores afirmam que o caminho para o sucesso está na capacidade de alocar nossas habilidades criativas para pensar e agir diferente, de forma a ser inovador em todas as situações que nos são apresentadas. Portanto, inovação é o fator principal para se aumentar as chances de atingir o sucesso em todos os aspectos de nossas vidas.
Dessa forma, procure buscar fazer algo diferente, que ninguém nunca fez. Busque soluções alternativas, quebre com os padrões convencionais. Não siga modelos prontos e formulados; foque no resultado desejado e pense em diversas alternativas para alcança-lo. E não desista tão facilmente, persista na procura por algo diferencial, único e benéfico.

É nesse sentido que ser criativo faz toda diferença para o empreendedorismo. Ela deve ser vista como uma ferramenta, que se usada constantemente lhe trará exclusividade e será o meio que o levará a uma posição de destaque. Tente aplicá-la em seu ambiente de trabalho na solução de problemas, na busca por novos métodos e processos que criem um diferencial para empresa, para realizações de tarefas e para otimizar a rotina de trabalho.

O escritor Roberto Menna Barreto sugere uma forma para despertar a criatividade que existe em você e que inclui uma combinação de três fatores básicos, que ele chama de BIP. Eles consistem em bom humor, irreverência e pressão. No contexto atual, a combinação dessas características será a chave para sobrevivência dos negócios.

Outra alternativa para desenvolver seu sistema criativo é trabalhar o brainstorming. Este processo, também conhecido como “tempestade cerebral”, propõe um debate criativo e inovador, que estimula a solução de problemas e o processo de tomada de decisão. Ele também é uma alternativa para lidar com as essas mudanças que nos são impostas, tanto em âmbito pessoal quanto no profissional. Muitas empresas americanas incentivam seus colaboradores a estimularem seu brainstorming através de práticas simples. Trabalham basicamente com projeções futuras, em qual cenário a empresa estará inserida em alguns anos, qual será o perfil e exigências dos clientes, quais obstáculos o mercado apresentará e quais táticas devem ser utilizadas para a inserção do produto.

Esses pontos podem ser aplicados em qualquer aspecto da sua vida. Ser inovador é também ser criativo e estar em sintonia com o ambiente ao seu redor. Uma mente ousada faz a diferença

Fonte: Descola Drops

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