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Competir ou diferenciar-se, eis a questão

Antes de iniciar a leitura deste artigo, responda: o que é mais importante para você, competir ou diferenciar-se?

Talvez você se sinta dividido em ter de escolher entre uma coisa e outra, já que, para muitas pessoas, elas parecem inseparáveis. Afinal, como é possível competir sem se diferenciar? E para que se diferenciar se não for para competir, certo? Não é à toa que hoje em dia se fala tanto em “diferencial competitivo”.
Pois eu acho que competir e diferenciar-se são coisas opostas. Se você escolhe competir, terá dificuldades em se diferenciar. Se escolhe diferenciar-se, deixa de competir. Muito estranha a minha teoria? Então deixe-me explicá-la e talvez você me dê razão.

Veja, enquanto você estiver preocupado em competir, sua tendência será fazer o que todo mundo faz para atingir determinado resultado. Se por exemplo seus “competidores” fazem certos cursos, leituras e treinamentos, você se sente na obrigação de fazer também, pois não quer ficar em situação de desvantagem. A idéia de competir, na verdade, só fará você se comparar aos outros constantemente e seguir as famosas “tendências do mercado”. Mas desde quando seguir “tendências” é se diferenciar? Seguir “tendências” é se comoditizar, isso sim!

Em vez de competir, você deveria se preocupar mesmo é em concorrer, ou seja, “correr com”, correr junto. Isso significa ter consciência de que cada profissional é único em suas habilidades, potenciais, pontos fortes e fracos. E assim como cada um é único, sua trajetória de desenvolvimento também é única, suas oportunidades e necessidades são únicas, sua carreira é única. A ideia de concorrer nos deixa mais livres para ser nós mesmos e seguir nosso próprio caminho, sem termos de ficar nos comparando com os outros o tempo todo. Isso torna mais fácil descobrir e explorar o nosso diferencial.

Agora, o que entendo por “diferencial” não é aquilo que temos “a mais” quando competimos (o tal do diferencial competitivo), e sim uma característica única, um traço pessoal inimitável, uma marca registrada, algo que nos distingue dos outros. Diferencial é aquilo que só nós sabemos fazer ou fazemos de um modo todo especial; geralmente está ligado a experiências de vida que tivemos, habilidades que desenvolvemos ou talentos que possuímos.

Não é segredo para ninguém que apostar no diferencial profissional é a chave para uma carreira bem-sucedida. O problema é que muitas pessoas têm dificuldade em reconhecer o que têm de diferente, já que estão muito acostumadas a se comparar com os outros. Um caso que considero típico é o de um gerente de compras que andava desanimado com a falta de perspectivas de carreira, apesar de todos os esforços que fazia para manter-se competitivo. Em um desabafo com o chefe, disse que estava pensando em mudar de área – e o chefe, preocupado em manter um bom funcionário, argumentou: “Você tem futuro aqui, é o melhor negociador deste departamento”. A conversa serviu para indicar ao gerente de compras qual era o diferencial dele. A partir daí, investiu em sua habilidade de negociador, mudou para a área de vendas e sua carreira enfim deslanchou.

Moral da história: se você não consegue perceber qual é o seu diferencial, preste atenção no que os outros dizem a seu respeito. Pergunte que qualidades veem em você, repare nos elogios que recebe, identifique aquilo que você faz como ninguém.

Por Leila Navarro para blog Atitude

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3 MUDANÇAS QUE VÃO AFETAR O MERCADO DE BELEZA BRASILEIRO EM 2017

O Brasil é o terceiro mercado global de beleza, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Mesmo com a queda de 6,7% nas vendas do setor entre 2014 e 2015, o brasileiro ainda destina 2% do seu orçamento aos produtos de beleza e higiene, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

Apesar do tamanho desse mercado, não havia uma regulamentação específica para os profissionais que trabalham nos salões brasileiros até este ano. Segundo dados divulgados pela Anabel (Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza), o Brasil conta com 600 mil salões de beleza, mas poucos profissionais estão com sua situação formalizada.

Segundo o presidente da ABSB (Associação Brasileira de Salões de Beleza), José Augusto Ribeiro, os salões passarão por um novo momento a partir de 2017. “Com a aprovação da Lei do Salão Parceiro, haverá mais segurança jurídica para os profissionais de beleza. Até então, o governo não reconhecia o trabalho de um profissional de beleza autônomo, por exemplo”, afirma Ribeiro.

Confira o que muda nos salões de beleza em 2017, em relação à legislação.

Lei do Salão Parceiro

O projeto de lei que entra em vigor no dia 27 de janeiro de 2017 apresenta um novo modelo de negócios para os salões do Brasil, garantindo maior segurança jurídica para os profissionais e donos do salão. “O projeto, que foi sancionado em outubro deste ano, considera manicures, depiladoras, maquiadores e cabeleireiros como profissionais parceiros.

Os funcionários podem escolher entre trabalhar dentro das regras da CLT ou em parceria com o dono do salão, desde que cumpram suas obrigações legais”, afirma Ribeiro.

O profissional-parceiro poderá atuar como um microempreendedor individual (MEI) ou um pequeno empreendedor dentro do salão, sem precisar ter vínculo empregatício com o dono do estabelecimento. Dessa maneira, todas as relações trabalhistas seguirão esse modelo de parceria.

Impostos separados

Com a aprovação da Lei Complementar 155/2016, conhecida como programa Crescer Sem Medo, haverá uma mudança na maneira como os salões de beleza pagam seus impostos.

Agora, os valores recebidos pelos profissionais que atuam em parceria com o dono do salão deixarão de integrar a receita bruta. Isso significa que os custos tributários serão divididos entre as partes.

Ribeiro afirma que essa lei simplifica a tributação, já que dono do salão e funcionários poderão fazer seus cálculos separadamente.

Certificado pela ABNT

Outra medida que será aplicada aos salões e beleza em 2017 será a certificação dos estabelecimentos de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Essas normas, desenvolvidas em parceria com o Sebrae, incluem boas práticas no atendimento ao cliente, higienização de instalações, esterilização de utensílios, treinamento de parceiros, entre outros. “Agora, o salão de beleza que garantir a qualidade dos serviços e se adequar à ABNT ganhará a certificação e poderá assim se diferenciar dos demais”, diz Ribeiro.

Fonte: Revista PENG

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Sua empresa está em crescimento? Saiba como crescer sem perder a essência do negócio

Crescer pelos caminhos certos é desafiador, mas rende ótimos resultados.

Maria sempre foi inquieta. Desde pequena queria fazer algo que deixasse uma marca positiva no mundo — e não demorou muito até abrir sua primeira empresa. Cansada das soluções que o mercado de tecnologia oferecia, ela e sua amiga juntaram todas as economias, apostaram em um sonho e começaram a colocar a mão na massa. Em menos de cinco anos o negócio já tinha ganhado um lugar no mercado e crescia quase 100% ao ano. Tudo parecia ir bem, até que os números começaram a cair.

Por mais que os resultados gerais ainda fossem bons, não eram os mesmos dos primeiros anos do negócio. Para acabar com esse gap, Maria apostou em uma nova linha de produtos. O problema era que eles não tinham uma ligação tão clara com o core business do negócio — mas desesperadas para crescer a qualquer custo, as sócias ignoraram essa informação. E de um novo produto veio um novo serviço, um novo modelo de negócio e, sem perceber, ideia atrás de ideia, elas começavam a se afastar da essência da empresa. É aí que mora o perigo.

Um dos erros mais comuns cometidos por empreendedores na hora de expandir é a falta de foco. Muitas empresas passam por um período de crescimento muito alto, mas que, com o tempo, diminui. Na loucura de querer fazer o negócio voltar a crescer, os empreendedores acabam trocando os pés pelas mãos e atirando para todo lado, assim como a nossa amiga Maria. Se esse é seu caso, não se desespere, a solução para esse dilema é relativamente simples: tire um tempo para refletir.

Conheça outros negócios, converse com alguns colaboradores e clientes e só depois disso estruture a nova estratégia da empresa. Por mais que a queda nos resultados não seja o melhor dos cenários, ela é uma ótima forma de repensar pontos essenciais ao seu negócio. Diego Torres, fundador da Acesso Digital, já viveu muitas experiências e compartilhou 3 pontos que podem ajudar, e muito, quem está enfrentando essa dor:

  1. Os empreendedores que se concentram em um produto, na sua essência e proposta inicial, são os que sobrevivem. Muitos podem criar mais produtos, mais empresas, mas quando vendem “qualquer coisa”, perdem clientes — abandonam o propósito original;
  2. A reflexão interna, pensando no que o move e nos seus objetivos, deve ser diária. Temos muita pressão para crescermos o tempo inteiro, mas nem sempre refletimos sobre como queremos fazer isso, ou qual é o nosso objetivo final com o negócio; e
  3. É importante montar times de discussão dentro da empresa, pensando em possíveis caminhos ao longo do crescimento, porque em algum momento haverá pressão para que você siga caminhos específicos. Pensando antes, com seu time, você tem mais argumentos para decidir se um caminho daria certo ou se não deve ser seguido.

Mesmo agindo de acordo com esses pontos, a chance de errar em algum momento sempre existe. O fracasso faz parte da jornada de qualquer empreendedor, e isso não é ruim, apenas significa que você formulou alguma pergunta errada no desenvolvimento da ação e precisa reformular algumas ideias.

Um dos modelos de time que mais funciona, e que tem sido bastante utilizado por empresas de sucesso, é o de áreas descentralizadas. Nesse formato, há pequenos times, normalmente de até 8 pessoas, com um objetivo comum/problema a ser resolvido. São como várias “microempresas” dentro da empresa, com pessoas de áreas diferentes. Agora, se mesmo assim seu time ainda não estiver mostrando bons resultados, uma técnica utilizada por empresas com ritmo de crescimento frenético, como o Google, é a estrutura de incentivo.

A ideia dessa estrutura se baseia em várias formas de avaliações e processos para que seus colaboradores se sintam “pressionados” de uma maneira positiva. Se a sua empresa não está acostumada a trabalhar nesse formato, é bem provável que haja resistência durante a implementação por parte de funcionários, mas ela deve ser feita mesmo assim. Conhecer um pouco mais sobre sistema de metas e cultura de resultados, além de ferramentas como o OKR -sistemas de metas que ajuda alinhar e engajar o time em torno de metas, tipicamente trimestrais – também pode ajudar bastante.

Por mais duro que seja a organização, em alguns momentos, deve vir em primeiro lugar. Se houver resistência e algumas pessoas saírem – ou tiverem que ser demitidas – isso acontecerá em prol da cultura e eficiência da empresa. Manter a empresa rodando nem sempre é fácil, na maior parte das vezes exige muito foco e paciência, mas vale a pena.

Por Endeavor.

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As Armadilhas do Crescimento

Crescer pelos caminhos certos é desafiador, mas rende ótimos resultados. Saiba como não desviar da essência da empresa

Maria sempre foi inquieta. Desde pequena queria fazer algo que deixasse uma marca positiva no mundo — e não demorou muito até abrir sua primeira empresa. Cansada das soluções que o mercado de tecnologia oferecia, ela e sua amiga juntaram todas as economias, apostaram em um sonho e começaram a colocar a mão na massa. Em menos de cinco anos o negócio já tinha ganhado um lugar no mercado e crescia quase 100% ao ano. Tudo parecia ir bem, até que os números começaram a cair.

Por mais que os resultados gerais ainda fossem bons, não eram os mesmos dos primeiros anos do negócio. Para acabar com esse gap, Maria apostou em uma nova linha de produtos. O problema era que eles não tinham uma ligação tão clara com o core business do negócio — mas desesperadas para crescer a qualquer custo, as sócias ignoraram essa informação. E de um novo produto veio um novo serviço, um novo modelo de negócio e, sem perceber, ideia atrás de ideia, elas começavam a se afastar da essência da empresa. É aí que mora o perigo.

Um dos erros mais comuns cometidos por empreendedores na hora de expandir é a falta de foco. Muitas empresas passam por um período de crescimento muito alto mas que, com o tempo, diminui. Na loucura de querer fazer o negócio voltar a crescer, os empreendedores acabam trocando os pés pelas mãos e atirando para todo lado, assim como a nossa amiga Maria. Se esse é seu caso, não se desespere, a solução para esse dilema é relativamente simples: tire um tempo para refletir.

Conheça outros negócios, converse com alguns colaboradores e clientes e só depois disso estruture a nova estratégia da empresa. Por mais que a queda nos resultados não seja o melhor dos cenários, ela é uma ótima forma de repensar pontos essenciais ao seu negócio. Diego Torres, fundador da Acesso Digital, já viveu muitas experiências e compartilhou 3 pontos que podem ajudar, e muito, quem está enfrentando essa dor:

  1. Os empreendedores que se concentram em um produto, na sua essência e proposta inicial, são os que sobrevivem. Muitos podem criar mais produtos, mais empresas, mas quando vendem “qualquer coisa”, perdem clientes — abandonam o propósito original;
  2. A reflexão interna, pensando no que o move e nos seus objetivos, deve ser diária. Temos muita pressão para crescermos o tempo inteiro, mas nem sempre refletimos sobre como queremos fazer isso, ou qual é o nosso objetivo final com o negócio; e
  3. É importante montar times de discussão dentro da empresa, pensando em possíveis caminhos ao longo do crescimento, porque em algum momento haverá pressão para que você siga caminhos específicos. Pensando antes, com seu time, você tem mais argumentos para decidir se um caminho daria certo ou se não deve ser seguido.

Mesmo agindo de acordo com esses pontos, a chance de errar em algum momento sempre existe. O fracasso faz parte da jornada de qualquer empreendedor, e isso não é ruim, apenas significa que você formulou alguma pergunta errada no desenvolvimento da ação e precisa reformular algumas ideias.

Um dos modelos de time que mais funciona, e que tem sido bastante utilizado por empresas de sucesso, é o de áreas descentralizadas. Nesse formato, há pequenos times, normalmente de até 8 pessoas, com um objetivo comum/problema a ser resolvido. São como várias “microempresas” dentro da empresa, com pessoas de áreas diferentes. Agora, se mesmo assim seu time ainda não estiver mostrando bons resultados, uma técnica utilizada por empresas com ritmo de crescimento frenético, como o Google, é a estrutura de incentivo.

A ideia dessa estrutura se baseia em várias formas de avaliações e processos para que seus colaboradores se sintam “pressionados” de uma maneira positiva. Se a sua empresa não está acostumada a trabalhar nesse formato, é bem provável que haja resistência durante a implementação por parte de funcionários, mas ela deve ser feita mesmo assim. Conhecer um pouco mais sobre sistema de metas e cultura de resultados, além de ferramentas como o OKR -sistemas de metas que ajuda alinhar e engajar o time em torno de metas, tipicamente trimestrais – também pode ajudar bastante.

Por mais duro que seja a organização, em alguns momentos, deve vir em primeiro lugar. Se houver resistência e algumas pessoas saírem – ou tiverem que ser demitidas – isso acontecerá em prol da cultura e eficiência da empresa. Manter a empresa rodando nem sempre é fácil, na maior parte das vezes exige muito foco e paciência, mas vale a pena.

Por Endeavor.

 

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Inteligência emocional vale mais que QI alto

Já se tornou um clichê no mundo corporativo (e de best-sellers) louvar a inteligência emocional como um requisito fundamental para obter sucesso na carreira. Mas agora novos estudos garantem que essa qualidade é até mais importante do que o QI de uma pessoa.

A consultoria Egon Zehnder International, por exemplo, avaliando o desempenho de 515 executivos, descobriu que os mais bem-sucedidos exibiam maior inteligência emocional, independentemente de seu QI. Outro estudo, do Center for Creative Leadership (CCL), mostra que as principais causas de fracasso de um líder estão relacionadas à sua inapetência emocional, que provoca dificuldades em adotar mudanças, inabilidade de trabalhar em equipe e relações interpessoais pobres.

O que é confirmado por estudo do Carnegie Institute of Technology, segundo o qual 85% de nosso sucesso financeiro se deve a talentos em engenharia humana, isto é, capacidade de relacionamento e liderança.

A inteligência emocional pode ser avaliada por quatro critérios. Primeiro, a autoconsciência, ou seja, a capacidade de entender as próprias emoções, suas forças e fraquezas. Depois, a habilidade de controlar emoções, direcionando-as para o rumo certo e evitando reações intempestivas.

Em terceiro lugar, a empatia, que é a capacidade de entender as necessidades dos outros. Por último, as habilidades sociais, que criam um ambiente de relacionamento positivo. E, quanto mais alto o escalão de poder na empresa, maior deve ser essa inteligência emocional, com resultados que afetam toda a cadeia produtiva.

Por Época Negócios

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Como A Toyota Faz Melhorias

“Por que não tornar o trabalho mais fácil e mais interessante para que as pessoas não tenham que ‘transpirar’. O estilo Toyota não é a geração de resultados através do trabalho duro”. Taiichi Ohno

 

A Toyota é famosa por ter criado a produção com o conceito do Just in Time. Para se conseguir este modelo de produção os Operadores não precisam somente saber como fazer o seu trabalho, eles precisam saber como identificar problemas, pensar como solucionar e ter habilidades e responsabilidades para modificar como o trabalho que deve ser feito.

Logo, os operadores precisam saber “fazer” e saber “pensar” sobre o trabalho que está sob a sua responsabilidade.

Um dos casos mais característicos que demonstram como a Toyota trabalha, é o caso de Shigeo Shingo, um dos engenheiros de Ohno, que desenvolveu o conceito de Poka-Yoke. Ele incentivou aos Operadores de uma das plantas da Toyota a desenvolverem dispositivos muito simples que prevenissem problemas de qualidade. Ministrou pequenos treinamentos sobre o conceito de Poka-Yoke e após um ano, centenas de dispositivos tinham sido desenvolvidos e implantados, pelos operadores, para prevenir problemas de qualidade.

Este modelo faz com que as melhorias sejam feitas no local de trabalho, o que é fundamental para melhorar continuamente as operações. E a Toyota faz isso muito bem, chega a implementar quase dez idéias por funcionário por ano.

Em contrapartida, muitas empresas fazem todas as suas melhorias “encomendadas” pela alta administração ou por grupo de técnicos “predestinados e certificados”, gerando pouco ou nenhum envolvimento com a linha de produção. Em outras empresas, a Gestão não estimula a participação das pessoas, por vezes dificultando a sua participação.

Como, então, mudar para alcançar a Excelência Operacional, melhorando continuamente?

Existem três dimensões que devem ser desenvolvidas conjuntamente, nas empresas:

  • – Como fazer a Gestão do dia-dia;
  • – Como fazer as Melhorias; e
  • – Como Suportar toda a Transformação na empresa.

A importância da Gestão do dia-dia em um ambiente empresarial favorável – Como dissemos anteriormente a cultura da Toyota incentiva a todos a fazerem melhorias, em todos os lugares e em todos os dias, com o objetivo de simplificar o seu trabalho e eliminar os Mudas de todos os processos.

Mas só a cultura não é suficiente, os líderes têm que exercer um estilo de liderança natural sobre os seus times, por meio da transmissão do conhecimento e da capacitação dos seus liderados. Podemos dizer, que os Lideres formam e desenvolvem os seus Times Naturais, para que possam estar perfeitamente alinhados aos valores e princípios da empresa.

Todo este trabalho de capacitação pela liderança não é feito de forma burocrática e sobre temas extremamente complexos, mas através da diretriz: “Aprender Fazendo e Aprender Ensinado”, com base nas necessidades dos comportamentos dos Operadores, que vão melhorar os processos e o local de trabalho no dia-dia.

Portanto, o conceito do Daily Kaizen – Atividades Diárias do Kaizen vão desde a manutenção e sustentabilidade do padrão estabelecido pela melhoria anteriormente feita, até o desenvolvimento de novas melhorias incrementais e a capacitação e desenvolvimento dos times naturais.

Dentro do conceito de Daily Kaizen, outro ponto extremamente importante é a Gestão de topo da empresa, ela deve ir ao gemba continuamente para ouvir, avaliar e mostrar o respeito para com aqueles que estão melhorando continuamente seus processos e os locais de trabalho.

Como fazer com que as Melhorias de “breakthrough” convivam com as Melhorais diárias do Daily Kaizen– A necessidade de um processo estruturado e alinhado com a filosofia da empresa é obrigatória para que as transformações ocorram de maneira ordenada e contínua. A Toyota tem processos de gestão da melhoria claros e explícitos para isso.

Quando os operadores das linhas têm um problema no local de trabalho, eles devem ter um caminho claro para sugerir melhorias. A idéia sugerida deve ser trabalhada de forma ágil e sem burocracia por grupos chamados “Círculos de Controle da Qualidade”.

Por outro lado, periodicamente a Gestão de topo deve fazer uma análise de todo o fluxo que gera valor ao cliente e identificar melhorias, através de Eventos que, nós do Kaizen Institute, chamamos de GembaKaizen. Estas melhorias normalmente são Melhorias de “breakthrough”, que fazem uma transformação significativa nos processo ou nos fluxos de produção.

O modelo deve fazer com que Melhorais incrementais e Melhorais de “breakthrough”, possam conviver no dia-dia, pois um processo claro e bem orientado pelas lideranças está estabelecido.

As empresas têm que estar preparadas e capacitadas para fazer uma análise do seu Sistema Produtivo e rapidamente identificar os potenciais ganhos e propor novas soluções de baixo investimento – o que nós do Kaizen Institute chamamos, todo este ciclo, de “Value Stream Design”.

Fazer uma análise do fluxo de valor da produção ou do supply chain é uma tarefa onde deve ser utilizado todo o conhecimento do modelo Kaizen-LEAN, a capacidade de enxergar as oportunidades e de propor soluções para eliminar os grandes desperdícios.

Como Suportar toda a Transformação na empresa – A razão pela qual tudo isso funciona na Toyota, é por causa da definição clara dos papéis e competências dos diversos níveis de gestão.

Na Linha de Produção os Operadores sabem o verdadeiro significado e valor de cada Trabalho Padronizado estabelecido – não apenas na teoria. Eles têm as habilidades e o conhecimento para resolver problemas e uma visão clara de todo o processo.

Os Líderes são fundamentais no desenvolvimento dessas competências. Eles verificam e confirmam que os procedimentos padrões foram postos em prática e se os trabalhadores estão totalmente de acordo com eles.

Essa Liderança deve melhorar os processos através do “coaching”, questionando e não exigindo. Fazendo com que Operadores pensem e assumam a responsabilidade pela geração de idéias de melhoria.

Gestores devem motivar os Operadores, comunicando sempre a visão corporativa, incentivando e valorizando todo o processo de Transformação da Empresa.

A Liderança e a Gestão devem ser orientadas pela Direção a avaliar o desempenho da Produção com base nos processos e nos resultados e não somente pelos números. Pois, sem o conhecimento do conteúdo do trabalho e dos processos, a Liderança não pode efetivamente tornar-se um treinador.

Uma visão clara para onde, como, quando e porque a organização precisa se transformar continuamente na busca da Excelência Operacional deve ser definida pela Direção da empresa.

André Vital para Kaizen

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10 dicas para organizar o fluxo de caixa da sua empresa

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Toda empresa precisa manter um Fluxo de Caixa organizado e atualizado constantemente. Saiba como tirar proveito dessa poderosa ferramenta.

O que é o fluxo de caixa?

O fluxo de caixa é uma ferramenta de controle financeiro que registra as entradas e as saídas de dinheiro de uma empresa em um determinado período de tempo. Todas as movimentações financeiras deste período devem ser representadas no fluxo de caixa: receitasdespesascontas a pagarcontas a receber,empréstimosreembolsosrendimentos ou desvalorizações de investimentos, entre outros.

Para ser uma ferramenta de controle financeiro eficiente, o fluxo de caixa deve ser atualizado, se possível, todos os dias. Isso é importante e requer muita disciplina, pois ao manter atualizados os registros financeiros da sua empresa você pode tomar decisões importantes relacionadas a saúde financeira do seu negócio. Afinal, o principal objetivo de uma empresa é dar lucro, e conhecer suas receitas e despesas é essencial para que ele possa ser apurado.

Como organizar a ferramenta de fluxo de caixa para sua empresa

Além de atualizado, você também precisa manter seu fluxo de caixa organizado. Muitas empresas utilizam cadernos ou até mesmo planilhas de fluxo de caixa para registrarem todas as suas movimentações financeiras, porém não conseguem visualizar onde gastaram mais dinheiro ou qual serviço ou produto trouxe mais receita, nem antecipar possíveis problemas de caixa. Desta forma, ainda que o fluxo de caixa esteja atualizado, você corre o risco de não conseguir fazer uma boa gestão financeira da sua empresa.

Como exemplo, utilizaremos uma empresa que presta serviços na área de gestão empresarial, dando consultorias e ministrando palestras.

1) Determine um período para o seu fluxo de caixa

Dependendo do tipo do seu negócio você pode controlar o fluxo de caixa por dia, semana, quinzena ou mês. Não escolha um período muito longo, senão você corre mais risco de perder o controle do seu fluxo de caixa. No exemplo da nossa empresa, o fluxo de caixa será mensal.

2) Defina uma maneira de identificar receitas e despesas

Você pode diferenciar receitas e despesas por cores e/ou por um sinal de subtração em frente ao valor. O importante é que seja fácil identificá-las no fluxo de caixa.

3) Identifique movimentações financeiras periódicas

Separe as receitas e despesas que são periódicas daquelas que não são. Assim, você pode registrá-las nos fluxos de caixa de períodos futuros e fazer previsões de pagamentos ou recebimentos.

4) Registre as contas a pagar

Despesas mensais como aluguel, contabilidade e Internet, pagamentos parcelados ou taxas anuais podem ser registrados como contas a pagar nos próximos meses. Assim, você terá o saldo atual consolidado do seu caixa e o saldo futuro provisionado, ou seja, já considerando as contas que você vai ter que pagar.

5) Registre as contas a receber

Se você vender serviços ou produtos de forma parcelada ou com prazo para o pagamento, faça os lançamentos das contas a receber para os próximos meses. Assim, seu saldo futuro provisionado já irá contemplar o dinheiro que irá entrar no caixa da empresa.

6) Crie categorias para classificar suas receitas e despesas

Crie uma classificação para suas receitas e despesas através de categorias. Crie categorias suficientes para suprir a sua necessidade de controle financeiro. Poucas categorias deixarão seu controle financeiro muito superficial. Muitas categorias deixarão seu controle financeiro muito detalhado e complexo. O importante é encontrar o seu equilíbrio.

7) Crie centros de custos para agrupar suas despesas

Crie agrupamentos de despesas através de centros de custos (locais onde originam as despesas). Determine quais são os departamentos da sua empresa (Administração, Recursos Humanos, Comercial, Produção, etc) e crie centro de custos para agrupar as respectivas despesas. Assim, você saberá onde você está gastando seu dinheiro de uma forma mais estruturada. Se quiser entender melhor, pode ler nosso post sobre como utilizar centros de custo e lucro para turbinar o seu controle financeiro.

8) Crie centros de lucros para agrupar suas receitas

Da mesma forma que nos centros de custo, crie agrupamentos de receitas através de centros de lucro (locais onde as receitas são originadas). Centros de lucros podem ser projetos, produtos, serviços ou qualquer outra forma de agrupar receitas. Assim, você saberá de onde você está recebendo seu dinheiro.

9) Visualize seu fluxo de caixa por categorias de receitas e despesas

Depois de fazer a organização básica, para ter uma visão mais clara das movimentações financeiras da sua empresa, utilize uma ferramenta para visualizar seu fluxo de caixa classificado em categorias de forma gráfica. Isso pode ser feito tanto em planilhas do Excel como em softwares de controle financeiro, como o Granatum.

10) Visualize seu fluxo de caixa por centros de custo/lucro

Da mesma forma que nas categorias, utilize uma ferramenta para visualizar fluxo de caixa agrupado por centros de custo/lucro de forma gráfica. Isso te dará uma visão de onde vem e vai o dinheiro.

E aí? Já está usando o fluxo de caixa em sua empresa? Conte pra gente nos comentários!

 

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Qual o capital inicial necessário para iniciar uma startup?

blog1Qual o capital inicial necessário para iniciar o negócio? A resposta óbvia é que depende do negócio.

Primeiro é necessário esclarecer a diferença entre capital inicial e capital social.

Capital inicial é o montante necessário para se constituir e iniciar as atividades de uma nova empresa enquanto esta não gera recursos suficientes para se sustentar. Em outras palavras, é a quantidade de recursos financeiros que o empreendimento precisará até que atinja uma situação em que ele consiga “andar com os próprios pés” sem depender de dinheiro adicional de fora da empresa.

Algumas pessoas usam aquela definição também para o capital social, dando a entender que são sinônimos. Eu prefiro a seguinte definição para o capital social: é o valor correspondente à contrapartida do titular, sócios ou acionistas de um empreendimento para o início do negócio. Em outras palavras, é a soma da quantidade de dinheiro que cada sócio aportará ao negócio.

Para alguns tipos de negócio há exigências legais de capital social mínimo. Se o seu negócio envolve participar de concorrências públicas e/ou privadas, por exemplo, nos respectivos editais há geralmente exigências de capital social mínimo.

De tudo isto, o que realmente interessa destacar é que capital social e capital inicial são conceitos relacionados, mas não necessariamente iguais.

Vamos nos concentrar então no capital inicial e qual o valor necessário para iniciar um negócio. Este valor precisa ser calculado e exige um exercício de projeção de receitas, custos e despesas.

Ou seja, em primeiro lugar, é necessário esclarecer que ninguém conseguirá garantir
que o capital inicial que você tenha calculado de fato será suficiente para financiar as atividades da empresa até o ponto em que ela gere um fluxo de caixa positivo.

Veja que destaquei o fluxo de caixa e não o lucro. O que de fato interessa para este cálculo é uma projeção mês a mês das entradas e saídas de recursos financeiros.

Você deve também considerar os investimentos iniciais, ou seja, em português claro, todo o dinheiro que será necessário gastar antes que entre um único real no caixa da empresa.

Escreva em um papel as premissas que usará para projetar as receitas. Em outras palavras: o que o leva a pensar que conseguirá vender (e receber de seus clientes) os volumes que está estimando mês a mês?

Também escreva num papel as premissas que usará para projetar custos e despesas. Ou seja, novamente, o que o leva a pensar que gastará o que está projetando gastar? Com base em que dados?

Liste todos os itens que gerarão receita e despesa (incluindo os itens de investimento como móveis, computadores, máquinas, alugueis que terão que ser pagos antes de começar a vender, etc.) e comece a calcular, com base nas premissas adotadas, qual é o valor projetado para cada item desta lista e para cada mês durante os primeiros anos de atividades da empresa.

Faça a soma mês a mês de receitas e despesas e calcule o saldo. O normal é que nos primeiros meses o saldo seja negativo, ou seja, que as despesas sejam maiores que as receitas.

Quando o saldo começar a ficar positivo, some todos os saldos negativos e terá então o valor de capital inicial estimado, ou seja, a quantidade de dinheiro que você terá que aportar no negócio até o momento em que o próprio negócio gere mais receitas do que despesas.

É altamente recomendável fazer estas projeções seguindo um critério otimista, um critério neutro e um critério pessimista. Desta forma você estará se obrigando a considerar que nem sempre as coisas acontecem como a gente espera.

Em caso de dúvidas ou insegurança para realizar estas projeções, não duvide em procurar pessoas que possam ajudá-lo. A alternativa não pode ser fazer este exercício sem a devida atenção e, depois de algum tempo, descobrir que não tem dinheiro suficiente para continuar com o negócio.

Aí já é tarde e o seu orçamento foi embora.

Por Cristian Welsh Miguens para Exame

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Como formar uma parceria de sucesso

parceria

Uma das práticas mais antigas no mundo dos negócios é a parceria. Há que se abordar o significado da palavra: parceria é a reunião de indivíduos para certo fim com interesse comum. Com isso, podemos dizer que o significado da palavra parceria traduz bem o conceito de MasterMind apresentado ao mundo por Napoleon Hill em seu livro ‘A Lei do Triunfo’ em 1928. Ou seja, a união de duas ou mais mentes em torno de um mesmo objetivo, trabalhando em plena harmonia.

Feita essa breve introdução sobre o significado de parceria, vamos agora ao passo-a-passo que utilizo em meus negócios para formar parcerias de sucesso.

No processo de formação de uma parceria, antes de se iniciar qualquer abordagem, saiba que uma das leis que rege esse mundo é essa: deve existir equilíbrio entre o que se dá e o que se recebe. Trazendo para o mundo dos negócios, temos a seguinte cena: Se você paga por algo e recebe exatamente aquilo pelo qual pagou, está tudo ok, tudo equilibrado, certo? – E se você paga e não recebe, o que acontece? – Nossa geração xinga muito no twitter, fala mal nas redes sociais, reivindica seus direitos, se agrupa com outros consumidores que também não receberam aquilo pelo qual pagaram. Há um desequilíbrio claro entre as partes nessa equação. Mas, e se você ganhar a mais do que aquilo pelo qual pagou?

Quando ganhamos a mais do que aquilo pelo qual pagamos, a primeira tendência é falar bem, compartilhar a alegria e a felicidade, afinal de contas, não esperávamos por aquilo. Quando ganhamos um presente temos uma tendência natural de dizer “não precisava” antes mesmo de dizer obrigado. Isso acontece por um gatilho que o ego dispara de forma inconsciente para que uma falsa sensação de equilíbrio paire sobre sua mente. Mas, na primeira oportunidade que tivermos, daremos um presente para aquela pessoa que nos presenteou. Com isso nosso coração sente que existe um equilíbrio entre o Dar e o Receber. Podemos usar esse último fator no mundo dos negócios em nosso favor? A resposta é SIM, desde que feita com boa intenção. Explico: por se tratar de uma lei natural de causa e efeito, se você agir com o propósito de obter a contrapartida, a lei se quebra e você provavelmente ficará em desvantagem.

01 – CONHEÇA BEM O POSSÍVEL PARCEIRO

Antes de firmar parceria com uma pessoa ou empresa, conheça a fundo a pessoa, a empresa, os produtos e serviços. Veja se ao falar do trabalho do seu parceiro há entusiasmo e brilho nos olhos. Esteja certo de que seu possível parceiro realmente entrega aquilo que promete. Entre em contato com clientes e parceiros e peça para que falem de sua experiência com o trabalho do possível parceiro.

02 – NECESSIDADES E PROMESSAS

Agora que você conhece o trabalho do possível parceiro, tem entusiasmo e brilho nos olhos para falar do produto ou serviço dele para terceiros, deixe claro as suas reais necessidades. Em seguida, faça as promessas do que você pode entregar como contrapartida.

03 – PERÍODO DE EXPERIÊNCIA

Em uma das minhas conversas com minha parceira Lênia Luz do Empreendedorismo Rosa, ela me disse sobre parcerias terem um período de experiência e uma data como marco para avaliação/ajustes. Desde então tenho instituído em minhas parcerias um período de experiência e um milestone para avaliarmos em conjunto o rumo que a parceria está seguindo.

04 – FAÇA PRIMEIRO

Ao selarem o acordo e apertarem as mãos, não espere que o parceiro entregue a parte dele primeiro. Tente sempre fazer primeiro, arrumar clientes antes, entregar antes. Faça a sua parte. Caso o parceiro não consiga dar a contrapartida dele, cabe a você avaliar melhor os parceiros e a consciência tranquila de que você honrou com a sua palavra.

05 – ENTREGUE AQUILO QUE PROMETEU

O mundo pode acabar, mas antes, entregue aquilo que você prometeu. Honre com sua palavra e seus compromissos. Não há nada mais triste e desmotivador no mundo dos negócios do que além de não entregar o prometido, ainda culpar, acusar e caluniar o parceiro com o intuito de tentar justificar o não cumprimento de uma promessa. Essas ações não irão fazer seu negócio crescer ou ir mais depressa. Não seja mais um empreendedor a utilizar como estratégia principal o Bypass.

06 – A MELHOR QUALIDADE

Caso o acordo envolva a troca de serviços, faça a sua parte com a melhor qualidade possível. Faça a mais e vá além. Fazendo isso de coração, o parceiro perceberá que ganhou muito mais do que imaginava. Com isso, se ele for consciente, também entregará os seus serviços com a melhor qualidade que ele puder. Dessa forma, o parceiro terá ainda mais entusiasmo e brilho nos olhos ao falar de sua empresa.

07 – EQUILÍBRIO / GANHA-GANHA

De forma madura e transparente, quando ambos os lados deixam claro as suas necessidades, intenções e promessas, definem um período para a parceria, fazem a sua parte entregando aquilo que se prometeu, indo além, fazendo a mais e dando o seu melhor, há um equilíbrio claro na relação entre o dar e o receber, resultando assim no real termo exaustivamente debatido que chamamos de ganha-ganha.

08 – ROUND 2 – FIGHT!

Ao findar o período estabelecido previamente para a parceria, as partes devem sentar e analisar em conjunto o atendimento das necessidades e a entrega das promessas. Caso esteja indo tudo nos conformes, deve-se estabelecer um novo ciclo, com novos objetivos, metas e plano de ação. Mudam-se as necessidades e as promessas, altera-se ou não o período do novo ciclo. A diferença nesse momento é a confiança e a satisfação. É um trabalho quase Espartano desenvolver um negócio sozinho (bem sei). Chega um momento na vida de um empreendedor que as parcerias são mais do que necessárias, e é nesse momento em que você pode aplicar esse passo-a-passo. Com isso, aos poucos transformaremos o mundo dos negócios em algo mais rentável e menos predatório entre empreendedores. Juntos podemos fazer a diferença!

Aproveite e compartilhe conosco alguma parceria de sucesso que você tem ou já teve.

Fonte: Ideia de Marketing

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