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Crise, não. Oportunidade de criatividade, sim.

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Crises trazem mudanças, não necessariamente para pior. Durante a história, momentos de incerteza mostraram que a situação pode ser amenizada ou piorada e isso depende muito mais da reação de cada um do que das questões do mercado. Uma coisa é certa: só não ficou para trás quem soube encarar a crise como oportunidade para avaliar corretamente o que devia ser mudado e construiu um futuro mais seguro.

É importante destacar que em meio as ideias de negócio, o momento é de alerta. O brasileiro gosta de arriscar em tempos de crise. É o que afirma pesquisa do grupo Sage, onde empresários de pequenas e médias empresas foram questionados se estariam confortáveis em correr riscos e 61% responderam que sim. Para se ter noção, a média mundial é de 49%. A pesquisa é de 2014, mas o efeito dessa vontade se confirmou nos anos seguintes.

Em 2015, com crises em evidência, o Brasil liderou o ranking mundial de empreendedores adultos (18 e 64 anos), conforme levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM). O problema é que a pesquisa também identificou um aumento na quantidade de pessoas que empreendem por “necessidade”, o que significa na prática, que aquela pessoa não tinha outra alternativa, ao não ser usar a criatividade para ganhar dinheiro com o próprio negócio.

Não basta ter vontade de criar, tem que ter ideia

Especialistas reforçam a importância da pesquisa de mercado para guiar as ideias.  Na maioria das vezes, referências de atividades já realizadas podem servir de base. A pesquisa de mercado é uma das etapas para o planejamento.  Conforme o Sebrae, empresa que presta consultoria para empreendedores, a falta de planejamento bem executado é um dos principais motivos da falência das empresas.

A ideia pode surgir de uma nova alternativa sobre um serviço já existente. Um bom exemplo de reação à problemas na economia é o caso da chamada “crise do petróleo”, na década de 70. Na época, o petróleo era considerado o principal elemento da economia das grandes potências. Até que o mundo estremeceu quando o mercado descobriu que o petróleo é esgotável. O preço do barril sofreu um grande aumento de repente, assim como os produtos relacionados a ele. Se não fosse por esse desastre econômico, talvez não seria naquela década que o Brasil se tornaria pioneiro na produção e estudos do etanol, o álcool como uma alternativa ao petróleo.

Mais recentemente, novas iniciativas como o Über, alternativa móvel ao táxi, e o Airbnb, rede colaborativa para alugar casas de temporada em concorrência a hotéis, também se tornaram exemplos bem sucedidos de novas formas de oferecer um serviço já existente.

Não basta ter ideia, tem que ter cliente

Um estudo do IBGE concluiu em 2011 que a cada 100 empresas abertas no brasil, 48 encerram suas atividades em até três anos. A falta de clientes está entre um dos maiores motivos de falência, conforme estudo sobre o tema realizado pelo Sebrae. O problema foi citado por 29% dos empreendedores já no primeiro ano de atividade.

Ideias surgem das necessidades dos consumidores, e não é atoa que uma das profissões mais promissoras do mercado é a de analista de mercado, que estuda o comportamento do consumidor (também chamado de analista de big data). Conforme pesquisa realizada pelo Bureau of Labor Statistics, a atividade terá um aumento de 41% até 2020.

Não basta ter cliente agora, tem que ter cliente no futuro

Um dos principais motivos do desenvolvimento do álcool como combustível ter sido uma ótima reação de mercado é que a produção sustentável se tornou cada vez mais importante. Isso mostra que acompanhar as tendências é fundamental para que o serviço dure.

O mercado realiza pesquisas de tendências com margem concreta de até 10 anos, já que o mundo está em constante e exponencial mudança. Entretanto, alguns conceitos podem ser norteadores. Segundo a consultoria de marca Interbrand, alguns dos destaques que podem ser considerados para o futuro são: valorização do consumidor; transparência de gestão; evidência do caráter humanitário nas discussões sociais; diversidade de gênero, valorização do bem estar e consumo consciente.

Se a grande ideia criativa não ficar para trás em nenhuma dessas questões, just do it.

Fonte: Aperte F5

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Como abrir uma empresa com pouco dinheiro

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O questionamento sobre como abrir uma empresa com pouco dinheiro ronda a cabeça de milhões de brasileiros e a resposta nem sempre é imediata. Em tempos de grana curta, conseguir capital para abrir um negócio próprio não está fácil.

Se você vai aplicar seu próprio dinheiro na abertura de um negócio, sem recorrer a empréstimos bancários, parentes ou investidores de qualquer tipo, é preciso saber muito bem como empregar esse dinheiro para não se arrepender depois.

Por isso, a pergunta, ao invés de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, talvez devesse ser como empregar bem o dinheiro na abertura dessa empresa. Pode parecer apenas um jogo de palavras, mas se você pensar bem, faz muita diferença.

  • Valide sua ideia de negócio

A primeira coisa que você deve fazer é validar sua ideia, para não sair por aí construindo castelos nas nuvens. Será que a sua ideia é boa mesmo ou apenas uma empolgação? Para saber isso, é preciso validar sua ideia para saber se vale a pena continuar indo em frente.

Você pode pedir a opinião de amigos e parentes, mas acredite, dificilmente eles vão ser muito sinceros. A melhor coisa a fazer nesta situação é pedir a opinião de pessoas que não estejam envolvidas emocionalmente na questão, pessoas que podem vir a ser consumidores ou pessoas com alguma experiência no setor.

  • Encontrar um sócio pode ser uma boa alternativa

Se o problema é como montar uma empresa com pouco dinheiro, talvez uma das alternativas seja tornar esse dinheiro um pouco maior conseguindo um sócio para o seu negócio. Você só deve ter cuidado na hora de escolher o seu sócio.

Começar uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de muito dinheiro. Por isso, busque um sócio que ajude você não só do ponto de vista financeiro, como também na inspiração e discussão sobre as oportunidades do negócio.

  • Busque alguém com experiência para lhe ajudar

Buscar opiniões somente com pessoas que vão reafirmas as suas ideias não é uma boa opção, como mencionamos no primeiro item. As pessoas que realmente vão agregar alguma coisa ao seu projeto são aquelas que lançam desafios.

Se você puder contar com um profissional que tenha experiência na área que você pretende atuar, essa seria a pessoa ideal. Talvez ele se oponha a algumas das suas ideias, mas é sempre bom ter algum para estabelecer o contraponto na discussão.

  • Busque as pessoas certas para o trabalho

O mundo está saindo da época em que o maior ativo de uma empresa era o capital para uma época em que este grande ativo passa a serem as pessoas que esta empresa tem como colaboradores. Por isso mesmo, seja muito criterioso na hora de escolher as pessoas que irão trabalhar com você.

Uma boa dica é terceirizar o máximo possível para não ter uma folha de pagamentos que seja muito pesada, pois os encargos sociais no Brasil devoram sua verba. A contratação deve levar em conta unicamente aspectos técnicos, deixando de lado questões como amizade e laços de família.

Uma das frases mais conhecidas de Steve Jobs é “Em nosso negócio, uma pessoa não consegue fazer muita coisa isoladamente. Você tem de criar um time a seu redor”. Portanto, cerque-se de pessoas realmente boas naquilo que fazem

  • Tenha os clientes como seu principal foco

O caminho certo para o sucesso no mundo dos negócios hoje em dia é colocar o cliente em lugar de destaque em sua estratégia empresarial. Se você quer saber como abrir uma empresa com pouco dinheiro e ter sucesso com ela, tenha sempre em mente que os seus clientes são seu maior patrimônio. Os clientes são a base de negócios promissores.

Reserve uma boa parte do tempo envolvido em planejamento do negócio para conhecer detalhes sobre o seu público-alvo. Atualmente temos diversas ferramentas online gratuitas que podem ajudar você neste desafio. Entendendo o que os seus clientes realmente querem você terá todas as pistas para um negócio de sucesso.

  • Crie um produto ou serviço que supere as expectativas

Um negócio de sucesso tem como base um produto inovador que supere as expectativas dos seus consumidores. Não adianta de nada você montar um negócio que não empolgue. O mercado atualmente é muito competitivo e por isso mesmo, você precisa surpreender seu público.

Desenvolva um produto ou serviço que tenha uma proposta inovadora. Faça uma releitura do que já existe no mercado, identificando pontos fracos das opções já existentes no mercado e agregue um diferencial que vá fazer a diferença, que vá colocar seu produto ou serviço em uma outra dimensão. Abrir uma empresa com pouco dinheiro não significa ter um produto ou serviço medíocre.

  • Uma atenção especial ao marketing

De nada adiantará você ter um ótimo produto e um preço supercompetitivo se as pessoas não sabem que ele existe, por isso, pense no marketing logo no início do negócio. Um dos erros mais comuns para quem está abrindo uma empresa com pouco dinheiro é deixar isso para depois e verificar lá na frente que está sem recursos.

Uma boa dica é usar os meios digitais, que embora não sejam “de graça” como muita gente ainda acha, tem um custo bem menor do que a mídia tradicional. Com as ferramentas certas e uma estratégia bem montada, é muito mais interessante divulgar uma empresa na Internet do que através dos métodos tradicionais.

  • Reinvista o resultado inicial no negócio

Se você tem pouco dinheiro para montar a sua empresa, e quer que ela tenha um crescimento sistemático, a melhor dica é reinvestir seus lucros no negócio. Um dos grandes erros dos novos empresários é buscar a lucratividade cedo demais e com isso comprometer a saúde financeira da empresa.

Em um país onde tradicionalmente as taxas de juros são estratosféricas, descapitalizar sua empresa logo no início é um verdadeiro suicídio empresarial, principalmente em tempos turbulentos como a crise econômica que passamos, onde um dos grandes macetes para sobreviver será evitar dívidas em bancos.

Agora que você já tem uma série de dicas de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, que tal começar a fazer o seu planejamento e compartilhar sua experiência conosco depois?

Fonte: Empreendedores Web 

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4 Vantagens de ser um empreendedor além da possibilidade de ficar rico

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Se eu pudesse de alguma forma voltar no tempo e escolher a minha vocação eu escolheria ser um empreendedor.

minha história de vida não foi a de um caminho direto até o empreendedorismo. É verdade que eu fiz algumas coisas ligadas ao empreendedorismo na escola, mas eu também tentei minha sorte naqueles trabalhos mais tradicionais.

De algum modo, o destino me empurrou para a vida de empreendedorismo. E eu não poderia estar mais feliz com esse desfecho.

A vida de empreendedor não é fácil, mas é uma vida boa. E há uma diferença aí. Eu já enfrentei muitos desafios, mas esses desafios me fizeram crescer e me mudaram de modos que eu jamais poderia prever.

A recompensa do empreendedorismo está muito além da pequena chance de ser muito bem sucedido e ficar rico. Lucros exorbitantes acontecem apenas para um número muito reduzido de empreendedores. No entanto, para além disso, existem muitos outros benefícios para a sua via que superam qualquer recompensa financeira.

Quais são esses benefícios?

Você está sempre aprendendo e crescendo.

Empreendedores precisam escolher entre crescer e se desenvolver ou ver os seus negócios morrerem. Não existe um empreendedor bem sucedido que não precisou mudar, crescer, aprender e se desenvolver.

Os empreendedores são o modelo mais perfeito do desenvolvimento pessoal. Se você não sabe fazer algo, você aprende.

Se você não aprender como fazer você mesmo, você aprende a contratar e liderar as pessoas capazes de executar a tarefa.

Empreendedores não se deixam vencer por obstáculos. Eles encontram uma forma de contornar o problema por algum novo ângulo. Com esse esforço e essa busca adquire-se conhecimento, mudança e desenvolvimento pessoal.

O processo de aprender torna a vida realmente rica. Quanto mais você aprende sobre o mundo, sobre os negócios, as pessoas e a mente, mais você aproveita esse mundo, seus negócios, as outras pessoas e a mente.

Não há espaço para o tédio.

Será que é possível ficar entediado, levando-se uma vida de empreendedor?

Se você olhar para os pequenos momentos, talvez. Todos nós precisamos fazer coisas que não são exatamente empolgantes; como, por exemplo, escovar os dentes.

Mas, mesmo esse momento banal de escovar os dentes reforça o meu ponto. Não há nuncaum momento entediante. A excitação da vida de empreendedor não deriva o seu entusiasmo deatividades específicas, mas sim de uma mentalidade – uma forma específica de pensar, de acreditar e de ver o mundo que destrói completamente o tédio.

Vamos pegar como exemplo o ato de escovar os dentes. Uma empreendedora pode escolher escovar os próprios dentes com a sua mão menos habilidosa. Por quê?  Para desenvolver a sua tomada de decisão, sua força de vontade e a sua criatividade. Ou, enquanto ela escova os dentes, faz um brainstorm de novas ideias para negócios, executando as contas mentalmente, ou até mesmo escuta um podcast sobre empreendedorismo.

Você talvez não esteja à procura de uma vida excitante com adrenalina sem parar. Há um limite do que você pode suportar. Mas você não gostaria de evitar a opressiva falta de propósito e direção, os trabalhos sem sentido?

Essa é a eterna recompensa da vida empresarial.

Não importa como o empreendedor gasta o seu tempo, nunca é de forma entediante. Amentalidade do empreendedor bane esse estado de espírito para o esquecimento.

Você decide o que fazer com o seu tempo.

Para mim, o tempo é mais valioso do que o dinheiro. Dinheiro vem e vai, aumenta e diminui. O tempo, no entanto, vai passando sem parar esteja você utilizando-o para algo proveitoso ou não.

Como um empreendedor, eu escolho como e onde vou gastar meu tempo. Isso, para mim, é um privilégio que faz todos os outros benefícios da vida de empreendedor serem meros acessórios. Ter tempo é a melhor das recompensas.

Ter o poder de decidir o que fazer com o próprio tempo é a maior fonte de liberdade que se pode ter. Quando eu acordo de manhã posso escrever e melhorar a minha estratégia de marketing online ou eu posso ir para a academia. A escolha é minha!

Tudo depende da sua escolha.

Vou confessar que eu realmente gosto de estar no controle.

E não, não estou falando de um desejo desajustado de controlar outras pessoas. Então de que tipo de controle estou falando?  Da habilidade de poder fazer as minhas próprias escolhas na vida.

Felizmente, eu vivo em uma parte do mundo na qual fazer as minhas próprias escolhas é um ato recompensado e permitido, não punido e reprimido.

Como resultado disso, eu posso fazer aquilo que amo: promover mudanças, produzir oportunidades, moldar indústrias e levar a tecnologia adiante.

Se eu quero que o meu negócio cresça, eu faço uma escolha e me esforço para realizá-la. Se eu quero criar uma relação com um potencial sócio, e pego o meu telefone e faço uma ligação. Se eu quero começar um novo negócio, eu posso.

Ter escolha é algo poderoso. O empreendedorismo me concede a habilidade, a autoridade e a liberdade de fazer escolhas que fazem a diferença.

Conclusão. 

Toda lista como esta deveria vir com o aviso que você está prestes a ler.

O empreendedorismo não é para todo mundo.

Claro que o empreendedorismo tem milhares de vantagens para recomendá-lo. Mas isso quer dizer que você deveria se tornar um empreendedor?

Talvez. Eu certamente dou ao empreendedorismo os meus maiores louvores e as minhas mais fortes recomendações, mas eu também reconheço que algumas pessoas talvez o odeiem tão intensamente quanto eu odiaria um trabalho corporativo.

Cabe a você decidir. E se essa liberdade de decidir te deixa empolgado, é um ótimo sinal de que, talvez, você tenha um pouco do espírito empreendedor.

Você é um empreendedor? Que tipo de benefícios para a vida esse ofício lhe trouxe?

Por Neil Patel, para Jornal do Empreendedor

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3 Metodologias de Gestão que Podem Mudar o Seu Negócio!

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Modelos e metodologias de gestão são constantemente reinventados e propagados no ambiente corporativo. A grande questão é que sua utilização não deve ser engessada, se atendo a cada detalhe, com o gestor se desdobrando para se adaptar a cada nova metodologia de gestão, mas sim o contrário. Metodologias vem e vão, e, na maioria das vezes, são inspiradas em concepções já existentes.

Ou seja, as tendências podem mudar e isso não deve significar a completa reestruturação da administração da empresa, mas sim uma adaptação aos novos conceitos.

Dito isso, ainda que a cada vez mais acirrada competitividade faça nascer formas mais eficientes de gestão, por outro lado, conceitos antigos também se mantém firmes ao longo dos anos.

Pensando nisso, listamos algumas ferramentas que podem fazer toda a diferença no seu negócio!

PDCA

O ciclo PDCA recebe esse nome, pois, em inglês, se refere à inicial de cada uma das etapas que o constituem:

  • P: de planejar (Plan);
  • D: de fazer ou executar (Do);
  • C: checar, analisar ou verificar (Check);
  • A: agir de maneira a corrigir possíveis erros ou falhas (Action).

O PDCA é muito utilizado por organizações que se empenham em melhorar seu nível de gestão por meio do controle eficiente de processos, parametrizando informações e reduzindo os erros na tomada de decisões importantes.

Para melhor entender do que se trata o ciclo PDCA, veja um breve detalhamento de cada estágio:

Planejamento

Esforços bem planejados são primordiais para o ciclo PDCA, pois impedem erros futuros e se convertem em ganho de tempo. O planejamento deve ter como foco a missão, visão e os valores da empresa, definindo metas e objetivos e o melhor modo de atingi-los.

Execução

Após um planejamento cauteloso, as ações devem ser postas em prática à risca, ou seja, não se deve atropelar etapas, muito menos improvisar, o que frustraria todo o ciclo PDCA. Basicamente, a fase da execução é delimitada em outras três: capacitação das equipes e gestores, coleta de dados e, posteriormente, avaliação.

Checagem

Essa é a etapa na qual são identificados eventuais erros no projeto. Os resultados obtidos são medidos por meio da coleta e do mapeamento de processos ao término da execução. A verificação deve ser realizada de duas formas: em paralelo à execução, de modo a se assegurar que o trabalho está sendo feito da melhor maneira, e ao final dela, para uma análise mais criteriosa, que possibilite os ajustes necessários.

Ação

A ação é a etapa em que são colocadas em prática as ações corretivas, atentando para o aperfeiçoando do projeto continuamente. É, ao mesmo tempo, fim e começo, afinal, depois de uma minuciosa apuração do que tenha causado falhas anteriores, todo o ciclo PDCA é recomeçado com novas diretrizes e parâmetros.

BSC

O BSC, ou Balanced Scorecard, é uma ferramenta de planejamento estratégico que consiste na definição muito clara das metas e estratégias da entidade, visando aferir o desempenho empresarial por meio de indicadores quantificáveis e verificáveis.

Basicamente, o método se fundamenta em determinar, de modo equilibrado, as relações de causa/efeito entre quatro indicadores de avaliação das empresas:

  • Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os investidores possam potencializar a rentabilidade de seus investimentos;
  • Clientes: conhecer o índice de satisfação dos clientes em relação à empresa;
  • Processos internos: a corporação deve se empenhar na identificação de produtos problemáticos, se foram entregues no tempo previsto e investir na inovação.
  • Aprendizado e crescimento: corresponde à competência de motivação do pessoal e a uma melhora estrutural da informação na empresa.

O BSC prevê que os quatro indicadores estejam aplicados de acordo com os objetivos propostos pela empresa, quer dizer, estando equilibrados (balanceados), a organização conseguirá um melhor desempenho, viabilizando a concepção de novas estratégias.

GDP

A metodologia do GPD (Gerenciamento pelas Diretrizes) é usada para garantir a consistência e suficiência das ações ao longo do desenvolvimento das metas, assegurando que haja coerência entre os indicadores utilizados durante a avaliação da implantação das estratégias e aqueles usados na averiguação do desempenho dos processos.

O processo começa com um quadro de resumo de metas, que, depois de validado pelo superior imediato, é compartilhado no Workshop Contrato de Gestão, cujo intuito é também disseminar e alinhar as metas entre os gestores dos diferentes setores. Nesse workshop, também devem estar os diretores, sendo que a condução do Workshop é de responsabilidade do presidente da empresa.

Feito isso, começa a segmentação dos itens de controle com base no documento Plano de Medidas. Nesse é verificada a demanda por ações extras na rotina, que proporcionarão o alcance de determinada meta.

O próximo passo é o preenchimento dos Planos de Ação. É também oportunidade de avaliar a necessidade de interfuncionalidades, por meio do preenchimento do formulário Matriz de Interfuncionalidade, exigindo uma negociação com os departamentos envolvidos sobre as condições e prazos para alcançar as metas. É um processo sucessivo, aplicado até o último nível gerencial.

Depois de finalizada essa etapa, todos os níveis hierárquicos precisam executar e atualizar os seus planos de ação e, na ocorrência de qualquer desvio, o superior deve ser comunicado imediatamente, para que realize uma análise das causas e gere um relatório de reflexão para cada meta.

Finalmente, o calendário anual de reuniões é cumprido, no qual os eventos são definidos e realizados regularmente, nos diversos patamares gerenciais, iniciando sempre do nível mais baixo para o mais alto. Nesses encontros são monitorados os Itens de Controle, de Verificação, o avanço dos Planos de Ação e os Relatórios de Reflexão do mês anterior, eventos nos quais é anotado em uma Ata de Reunião tudo o que foi discutido e acordado, distribuindo o documento entre aos participantes e partes envolvidas.

A integração das metodologias de gestão

É necessário, sobretudo, verificar as particularidades de cada empresa. De todo modo, não são metodologias necessariamente excludentes, podem sim ser aplicadas em conjunto, tendo uma ou outra característica de maior enfoque, a depender do segmento em que for implementada.

Por exemplo, o BSC pode definir estratégias utilizadas pela técnica GDP em seu desdobramento, desde o topo da empresa até a menor unidade de negócios. O GDP também pode ser utilizado conjuntamente com o PDCA, de forma que as ações empreendidas garantam os resultados pretendidos por meio de indicadores específicos.

De todo modo, não basta conhecer as melhores metodologias de gestão, sem que seja exercida uma boa liderança, conquistando o engajamento das equipes e da alta gestão.

Por Thiago Madureira, para o Blog Project Builder

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O que podemos fazer para acabar com a complexidade tributária

 

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A complexidade tributária nem sempre é um tema que desperta interesse entre os empreendedores, mas deveria. Você sabia que entender os processos burocráticos pode ser a chave para uma vida mais simples?

A atividade do empreendedor brasileiro enfrenta dois sérios obstáculos de natureza tributária: a carga tributária é elevada e as obrigações acessórias são complexas e custosas. Quando falamos em obrigações acessórias estamos nos referindo a: informar-se das exigências das leis tributárias; inscrever-se nos vários cadastros; receber e assistir as auditorias tributária e a lista não para por aí.

Isso para cada um dos múltiplos impostos, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais. Ao contribuinte a lei até impõe a tarefa quase impossível de informar, no documento fiscal, o total de tributos incluídos no preço dos produtos que vende.

Na verdade, segundo a Pesquisa de Desafios dos Empreendedores, os empreendedores gerais, que representam a maioria das empresas brasileiras com crescimento comum, citam a burocracia e suas legalidades como um de seus maiores desafios. Para se ter uma visão em números, 1 em cada 5 empreendedores desse grupo afirma que a burocracia é o principal desafio do seu negócio.

  • O empreendedor sofre as consequências da complexidade tributária

No Brasil, cabe ao empreendedor calcular e recolher os tributos, além de interpretar a legislação por conta própria. O contribuinte também não conta com orientação clara e temporânea do fisco e acaba tendo que calcular e pagar o imposto assumindo o risco de erro de interpretação. E para piorar a situação, o fisco se reserva ao direito de revisar o pagamento nos cinco anos seguintes e se encontrar, segundo seu entendimento, qualquer insuficiência exigirá o imposto acrescido de multas pesadas e juros.

Os tribunais administrativos e judiciais estão abarrotados de processos tributários, cujo valor, em muitos casos, se aproxima do patrimônio líquido do contribuinte. Há até casos em que o contribuinte, em relação a uma mesma operação, é autuado por dois entes públicos, o estado exigindo ICMS e o município exigindo ISS.

Mesmo nos casos em que a norma tributária é clara, ela frequentemente abstrai dos custos de cumprimento. O fisco sabe quanto custa, para ele, arrecadar e fiscalizar os tributos, mas não tem ideia de quanto o cumprimento das normas custa ao contribuinte. Não se percebem esforços de simplificação. O regulamento de apenas um dos impostos, o ICMS no estado de São Paulo, tem 170 mil palavras. A complexidade tributária é uma bola de ferro amarrada aos pés do empreendedor.

  • A complexidade emana do desenho das leis tributárias

Como resquício colonial, as leis tributárias, desde a constituição política até as resoluções menores das atividades fazendárias, frequentemente guiam-se pelo que Fernando Rezende chamou de “princípio da comodidade”.Em outras palavras, o fisco busca sempre o arranjo que assegure o máximo de arrecadação e o mínimo de trabalho, sem preocupação com os custos para o contribuinte e o empresário responsável.

Exemplos disso são o chamado cálculo “por dentro” que consiste na cobrança de imposto sobre imposto, as restrições artificiais à dedução de custos, a tributação em separado de bens (ICMS) e serviços (ISS) sem crédito recíproco, a substituição tributária que transforma impostos ao consumo em impostos à produção, a multiplicidade de alíquotas. E por aí vai.

Some isso à proliferação de regimes especiais – isenção, redução de base de cálculo – e os inúmeros incentivos fiscais que, sem avaliação de seus resultados, mais se assemelham a privilégios concedidos aos melhor conectados. Os muitos benefícios fiscais não permitem que as alíquotas dos principais impostos sejam reduzidas a níveis mais razoáveis como as praticadas no resto do mundo.

  • Leis complexas + a mão forte do fisco

As administrações fiscais brasileiras ainda se baseiam no paradigma do crime e castigo, na percepção de que em cada contribuinte se esconde um sonegador. Falta a essas administrações a organização de seu trabalho segundo análise de riscos, de maneira que os contribuintes cumpridores de suas obrigações recebam tratamento diferenciado e o esforço de repressão se concentre nos casos de fraude. Isso é o que já se faz em muitos países com excelentes resultados. Para isso:

  1. O fisco precisa assumir a responsabilidade de interpretar a lei, ainda antes que ela entre em vigor. Fazer interpretações retroativas é deslealdade;
  2. O contribuinte tem o direito de conhecer a opinião do fisco sobre como sua atividade deve ser tributada antes de praticar atos com efeitos tributários;
  3. As páginas de internet do fisco devem ser amigáveis e solucionar dúvidas em linguagem simples;
  4. Deve haver canais de orientação para escalar dúvidas difíceis de solucionar na internet;
  5. Deve haver espaço para diálogo entre fisco e contribuinte na aplicação das normas tributárias.
  • Bases para um sistema tributário orientado para o desenvolvimento

Devido à sua complexidade, volatilidade, imprevisibilidade, inequidade, opacidade e incerteza, o sistema tributário brasileiro é um entrave ao desenvolvimento econômico e social do país. Não se trata de discutir aqui o tamanho da carga tributária, mas a maneira como ela é arrecadada.

A ARRECADAÇÃO DE R$ 1 EM TRIBUTO PELO GOVERNO CUSTA AO SETOR PRIVADO R$ 1 MAIS UM “PESO MORTO” CONSIDERÁVEL: SÃO OS MÚLTIPLOS CUSTOS DE CUMPRIMENTO PELO CONTRIBUINTE.

Aqui vemos um excerto da Constituição que ilustra a complexidade do sistema tributário: como pode o cidadão comum entender o principal documento da cidadania?

“§ 1º A vedação do inciso III, b, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, IV e V; e 154, II; e a vedação do inciso III, c, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, III e V; e 154, II, nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. 155, III, e 15”

A complexidade é o principal desses custos e boa parte dela é desnecessária. A Constituição brasileira traz mais palavras sobre tributos que qualquer outra constituição no planeta. O ICMS e o ISS deviam ser unificados em um imposto geral sobre o consumo (IGC) de base uniforme em todo o país, na forma de arrecadação estadual e receita compartilhada com os municípios.

As contribuições federais, PIS e Cofins, devem ser unificadas em uma contribuição geral sobre o consumo (CGC) com base igual à do IGC. O IPI devia ser aplicado apenas na importação ou na fabricação, estágio único, e limitado a alguns poucos produtos como tabaco, bebidas alcoólicas e combustíveis. Tanto o IGC quanto a CGC deviam desonerar completamente o investimento e a exportação, com a pronta devolução dos créditos acumulados. Os incentivos fiscais deviam ser gradualmente eliminados.

O imposto de renda sobre empresas (IRPJ) devia ser unificado com a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). A tributação dos lucros obtidos no exterior devia ser revista, em linha com a melhor experiência internacional, para permitir que o Brasil possa atrair hubs ou centros de negócios regionais ou globais.

A eliminação de incentivos fiscais e regimes especiais deve abrir espaço para a adoção de alíquotas tributárias mais moderadas, que por si só já constituem incentivo adicional ao cumprimento voluntário.

SEM PRIVILÉGIOS A TRIBUTAÇÃO SE TORNA MAIS JUSTA E ONDE TODOS PAGAM, TODOS PAGAM MENOS.

As administrações tributárias deviam unificar seus cadastros e procedimentos de registro e baixa (one stop shop) de empresas. Deviam, além disso, utilizar o maior controle permitido pela nota fiscal eletrônica e sistema digital de contabilidade para diminuir as obrigações acessórias que pesam sobre os contribuintes.

Ainda é importante lembrar que os fiscos deviam adotar uma nova atitude de facilitação de negócios. O empresário deve ser visto não como antagonista, mas como agente que recolhe do contribuinte final e entrega ao fisco o montante do tributo. Todo esforço deve ser feito para que cumpra bem e cooperativamente essa função. O peso da lei deve ser reservado aos fraudadores.

É possível simplificar significativamente o pagamento de impostos no Brasil. Os frutos dessa simplificação serão mais atividade, mais emprego, mais renda, mais crescimento da economia. E também mais arrecadação tributária! Que tal nos unirmos em prol desta reforma em que todos ganham?

Por , para Endavor

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Os principais desafios enfrentados ao montar um novo negócio

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Nos últimos anos, em virtude da facilidade de formalização, com a criação do Simples Nacional, os institutos e entidades, como o Sebrae, por exemplo, constataram um grande crescimento no empreendedorismo, principalmente através dos empreendedores individuais, pequenos comerciantes ou prestadores de serviços, buscando o caminho para a legalização de seus negócios.

A implantação do MEI – Microempreendedor Individual como figura jurídica, portadora de CNPJ e tributada através do Simples Nacional, apresenta-se atualmente como o melhor caminho para empreendedores que estão sempre voltados para as melhores oportunidades apresentadas pelo mercado.

O crescimento tem sido intenso no sistema Sebrae para os MEI, fazendo com que a classe se torne a mais numerosa entre os que procuram a entidade, principalmente para serviços de orientação, de consultorias, de cursos voltados para as finanças e gestão dos negócios, além de interessados em acesso ao crédito.

Principais desafios para os microempreendedores

Uma das principais dificuldades apontadas é conseguir financiamento para o capital de giro, diante do alto índice dos juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras, embora algumas instituições públicas criem seus próprios meios, como Banco do Povo, de São Paulo. Mesmo com juros mais baixos, o limite dos valores ainda é pequeno para os anseios dos MEI.

A facilidade apresentada pelo CNPJ com a inclusão no Simples Nacional se, por um lado, traz esperanças de possibilidade de crescimento, por outro também impede que bons negócios possam ser levados em frente, não atendendo as necessidades de financiamento apresentadas pelos microempreendedores.

O segundo problema enfrentado pelos MEI está relacionado à conquista de clientes e à divulgação dos negócios, o que demonstra falta de conhecimento dos meios disponíveis para essa situação.

Com a internet à disposição, os empreendedores podem encontrar maneiras de divulgação muito mais rápidas e práticas, e essa é uma situação que deve ser conduzida também pelo Sebrae, que possui técnicos especialistas em marketing. O uso de redes sociais, de e-mail marketing e de blogs voltados para o negócio são ferramentas que não exigem investimentos mais onerosos, podendo ser praticados por todos os MEI.

Outros quesitos que se mostram como dificultosos pelos microempreendedores, como a administração e gestão do negócio, podem ser facilmente supridos com os cursos voltados para finanças, assim como o cumprimento de obrigações legais.

As facilidades trazidas pelo Simples Nacional ajudam no desenvolvimento do negócio, que, para deslanchar, exige apenas capital de giro e conhecimento de marketing dos microempreendedores individuais.

Conseguir um financiamento, ainda segundo informações do Sebrae, foi um resultado que apenas 12,5% dos MEI tiveram sucesso nos últimos dois anos. Grande parte dos que não desistiram da ideia de um empreendimento próprio, só conseguiram o investimento através da venda de patrimônio próprio, como um carro, um terreno ou uma casa, enquanto que os bancos se voltam para grandes financiamentos, para grandes empresas, não havendo, no sistema, um movimento que propicie também o desenvolvimento de pequenos negócios.

Os Microempreendedores Individuais, as Pequenas e Médias Empresas são responsáveis pelo maior percentual de empregos em nosso país e, num momento em que ainda estamos sentindo os efeitos da crise econômica criada nos últimos anos, nota-se que as instituições governamentais ainda estão a dever aos pequenos empreendedores.

O momento é para sedimentar uma estrutura econômica que seja capaz de novamente movimentar a economia e, se pensarmos com cuidado, a grande locomotiva para o início desse movimento são os pequenos empresários, os brasileiros criativos e com vontade e que sabem que uma crise é apenas um momento e é exatamente nesse momento que surgem as melhores oportunidades.

Fonte: Administradores.com

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12 Dicas de Gestão Para Empreendedores Iniciantes

 

Abrir um negócio é sempre um grande desafio. Muitos empreendedores se concentram apenas na ideia e esquecem o principal: elaborar um bom planejamento estratégico e financeiro. A cada 100 empresas abertas no Brasil, pouco mais de 75 sobrevivem ao primeiro ano, segundo o Sebrae.

Para Vinícius Roveda, fundador da ContaAzul, empresa que oferece serviços de gestão online para pequenas empresas, os cuidados dos empreendedores iniciantes devem ser redobrados. Com o objetivo de ajudar quem está começando, ele listou 12 dicas para quem quer evitar os erros mais comuns ao abrir um negócio:

1. Compartilhe a sua ideia
Essa atitude, mesmo em um estágio inicial do negócio, pode economizar um bom tempo e muito dinheiro. Esqueça o medo de que alguém irá copiar o seu projeto e compartilhe o que pensa com outros empreendedores, principalmente com aqueles que já tiveram alguma experiência semelhante.

2. Valide o seu modelo de negócio
Roveda afirma que a falta de planejamento é uma das principais causas de mortalidade das empresas. Os erros são comuns, mas o importante, segundo ele, é que as falhas sejam encaradas como um aprendizado. O ideal é testar e validar seu negócio o mais rápidamente possível – e não ter medo de mudar completamente a estratégia caso seja preciso. Lembre-se de que, se você invalida uma ideia em pouco tempo, o prejuízo é menor. O canvas é um modelo bastante útil para elaborar seu plano de negócios. Aprenda aqui a fazê-lo.

3. Conheça profundamente os seus clientes
Quanto mais você conhecer o seu cliente, maior será a probabilidade de você ter sucesso. Mas não basta apenas ter informações do tamanho do seu público-alvo e de sua preferência. Também é importante entender o comportamento, os hábitos e as rotinas de quem você quer atingir. Com essas informações em mãos, é possível personalizar produtos ou serviços, conquistar os usuários e obter sucesso mais facilmente.

4. Fuja da informalidade
Empreendedores iniciantes se veem tentados a começar suas atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos. No entanto, sem a formalização, o seu negócio fica impedido de crescer. A capacidade de emitir nota fiscal, criar uma conta bancária como pessoa jurídica, obter máquinas de cartão de crédito e solicitar empréstimos públicos é exclusiva para quem tem um CNPJ.

5. Seja um bom gestor administrativo
Ter experiência no ramo de atuação é importante, mas não é tudo. Boa parte dos empreendedores iniciantes acredita que é possível administrar uma empresa com o conhecimento adquirido em uma graduação específica. Para Roveda, tal postura é inadequada. Sem conhecimento em administração, o empresário corre o risco de ver o negócio afundar.
6. Tenha uma vida financeira organizada
Muitos empreendedores vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, algo terrível para os negócios. Para “sair do vermelho”, o primeiro passo é organizar seu fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras. Alguns softwares de gestão auxiliam o controle financeiro, informando o que vence e o que deverá entrar no seu caixa. Dessa forma o empresário terá total controle da situação monetária e poderá planejar o crescimento saudável do negócio.
7. Separe despesas pessoais e empresariais
Às vezes, por causa de apertos financeiros ou pura desorganização, o empreendedor usa o dinheiro da empresa para pagar despesas pessoais – ou vice-versa. Segundo Roveda, esse é um dos erros mais comuns entre os donos de pequenos negócios. Ele recomenda que o empreendedor fixe uma retirada mensal dos ganhos do negócio – valor tecnicamente chamado de pró-labore – e reinvista o resto dos lucros na própria empresa, estimulando seu crescimento.8. Defina o valor do seu produto de maneira consciente
Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de não ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços. Se você não as conhece, está na hora de rever as finanças da empresa, segundo Roveda.

9. Saiba negociar
Cortar gastos e economizar ao máximo: o empreendedor que pensa assim vai longe, de acordo com o fundador da ContaAzul. Uma estratégia importante para conseguir o melhor aproveitamento dos recursos é negociar com os fornecedores. Se você tiver um bom fluxo de caixa, conseguirá fazer compras grandes com pagamento à vista, o que pode significar custos menores na hora de repor o estoque e lucros mais altos no momento das vendas.

10. Gerencie seu estoque
O gerenciamento de estoque também é um dos pontos fundamentais para o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico. Todo empreendedor deve ter em mente que, se vender, precisa entregar. Por este motivo, é importante saber exatamente a quantidade de cada item disponível. Caso você trabalhe com mercadorias de curto prazo de validade, o controle deve ser ainda mais rigoroso.11. Adote estratégias de comunicação
Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Uma newsletter para o e-mail dos seus clientes, informando sobre novidades e promoções, é uma forma relativamente barata de informá-los. As redes sociais, segundo Roveda, não podem ser deixadas de lado.

12. Seja criativo
O fundador da ContaAzul não acredita que seja preciso “reinventar a roda”. Mas soluções criativas e diferenciais exclusivos são decisivos para levar sua empresa ao sucesso.

 

Fonte: Revista PEGN

 

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Oceanos e icebergs do planejamento financeiro

Imagine a seguinte situação: você ganha R$ 500 mil para aplicar no seu empreendimento. Mas o que parece ser a solução traz um novo problema: como aplicar esse recurso de forma inteligente? Essa é a raiz da gestão financeira segundo Erick Krulikowski, consultor e sócio da iSetor.

E as questões não param por aí. Qual demanda ou oportunidade seu negócio está atendendo? Ele tem relevância e gera valor? Onde quer chegar? Segundo Krulikowski, essas são condições fundamentais para que um negócio consiga captar recursos e se desenvolver de forma sustentável. E assegura: de nada adiantam ótimas ferramentas e recursos se as pessoas não estiverem dispostas a fazerem bom uso delas no dia-a-dia.

Confira abaixo entrevista com o consultor:

Empreendedores Criativos – Dentro das áreas da Economia Criativa, quais as maiores dificuldades que os empreendedores encontram para captação de recursos e o desenvolvimento financeiro sustentável?

Erick Krulikowski – Na maioria das vezes, o empreendedor de uma forma geral – e não apenas o criativo – acredita que o seu principal problema é a falta de recursos financeiros. Por isso, quando alguém chega com essa questão para mim, gosto de fazer uma pergunta que deixa muitos desconcertados: “se eu te desse agora R$ 500 mil reais, o que você faria com esse dinheiro? Como faria que seu empreendimento tivesse impacto e crescesse?”. E, na grande parte das vezes, as pessoas não sabem responder, pois não têm uma visão clara sobre como utilizar o dinheiro para fazer o negócio dar certo. Neste sentido, o dinheiro é visto somente como uma solução de curto prazo, uma forma de ‘tapar o buraco’, e não como uma oportunidade de fazer dar certo. A falta de dinheiro, entretanto, frequentemente é reflexo de outros problemas internos do negócio, como falta de foco, pouca definição no que está ofertando ao mercado ou sobre qual é o seu público-alvo, deficiência na gestão, má precificação etc. A necessidade de captação é, nestes casos, a ponta do iceberg, e raramente é resolvida só com táticas de captação de recursos. É preciso, antes disso, voltar um pouco e questionar-se: qual demanda ou oportunidade meu negócio está atendendo? Meu negócio tem relevância e gera valor? Onde quero chegar? Essas são condições fundamentais para que um negócio consiga captar recursos e se desenvolver de forma sustentável.

EC – Com mais de uma década de experiência em gestão executiva, independentemente da área, qual dificuldade você define como principal das pessoas em relação ao planejamento estratégico e financeiro?

EK – Eu diria que existem duas grandes dificuldades. A primeira diz respeito à nossa forma de pensar, que é formalista, fechada, autocentrada, focada na entrega de um produto dentro de um prazo. Gostamos de pensar em um produto, e acreditamos – ou gostamos de acreditar – que o mundo vai se interessar pelo que fazemos. Assim, se desprender disso e buscar o sentido do que estou fazendo para o outro é uma coisa difícil. E planejar tem muito de buscar o sentido do que estamos fazendo e para quem estamos fazendo, a longo prazo. A outra grande dificuldade é que planejar dá trabalho. Exige reflexão, pesquisa e muitas horas na frente do computador consolidando ideias e números. Fazer um plano financeiro de longo prazo exige que você saiba onde quer chegar, faça estimativas com base em fatos e detalhe os números principais do negócio. É difícil? É, mas não é nada impossível. É questão de dedicar horas, com paciência e ir ponto a ponto até que o quebra-cabeças esteja completo. Queremos soluções prontas, sem envolvimento com o processo de construção, só que isso nos tira também a capacidade de entender a realidade do nosso empreendimento. Gosto de achar que todo planejamento, seja estratégico ou financeiro, é uma história a ser contada. Afinal, que história queremos contar de nosso negócio? E para criar uma história, precisamos definir o ambiente, os personagens, o contexto, o arco narrativo, etc. Ou seja: dá trabalho mesmo e, se não houver dedicação, o planejamento não acontece. E posso complementar também que planejar faz diferença sim – e muita.

EC – As dificuldades de gestão são diferentes de acordo com a maturidade da empresa? O que um empreendimento novo deve considerar crucial para gestão financeira?

EK – Sim, certamente. O início de um negócio é totalmente focado em colocar o negócio para andar e ver como é a resposta do cliente, como forma de validar seu modelo de negócio. Neste sentido, o crucial para a gestão financeira é não começar a gastar mais do que o previsto logo na largada. Um negócio é uma maratona, e não uma corrida de 100 metros; gastar mais do que o necessário logo de largada pode fazer com que falte fôlego num momento realmente importante. Um negócio não precisa dar lucro logo no início, o mais importante é conseguir entender se o modelo de negócio funciona. Um empreendimento no início tem que focar em ter uma ‘alma’ boa, com equipe comprometida e engajada em resolver os diversos problemas que aparecem.

ECQuais fatores devem ser levados em conta para o processo de planejamento e gestão financeira de um negócio?

EK – Novamente, um fator muito importante é saber antes onde se quer chegar e que tipo de números são importantes para o negócio. Cada número tem um significado, e utilizar qualquer número para ‘terminar a tarefa de completar a planilha’ é um erro que cobrará sua fatura depois. Novamente fazendo uma alusão ao planejamento como uma história, os números devem ajudar a traduzir essa narrativa de maneira lógica e matemática. Cada linha é um personagem desta história, e precisamos saber quais os personagens principais da nossa história, não? É preciso também que tenhamos a consciência que todo planejamento pressupõe estabelecer hipóteses sobre o futuro e fazer projeções, e que elas podem não acontecer. Muitos empreendedores ficam verdadeiramente ‘travados’ com o fato de consolidar numa planilha uma projeção de crescimento, pois têm medo de não conseguir dar conta do que estão planejando ou de acontecerem coisas fora do controle. Na verdade, muitas coisas podem acontecer diferente do planejado, mas se você souber onde quer chegar consegue mudar a rota no meio do caminho.

EC –  Hoje existem diversos programas de gestão financeira e estratégica à disposição do público – gratuitos ou pagos. Quais recursos ou ferramentas os empreendedores devem levar em conta para utilizar esses serviços?

EK – Existem muitos mitos sobre o fato de que a tecnologia – e os programas de gestão – podem resolver a vida de uma empresa. De fato eles podem, mas eles não fazem nada sozinhos: a equipe deve usar a ferramenta no dia-a-dia. Cansei de ver ótimos sistemas sendo abandonados pela resistência das pessoas em mudar sua forma de trabalhar, e isso se traduzia em desperdício. O principal fator que um empreendedor deve levar em consideração é cada sistema é adequado a um tipo de gestão, um tipo de equipe e um nível de maturidade da empresa. Um sistema simples vai te dar resultados simples, e um sistema complexo vai te dar aquelas informações detalhadas que você sempre sonhou, mas vai também te dar mais trabalho. Novamente não existe mágica: se você precisa fazer uma análise do seu negócio por divisão, rateando as despesas fixas, com cálculo do uso de horas da equipe por projeto, vai precisar investir um bom tempo calculando, inserindo informações, corrigindo e analisando. Por outro lado, fazer isso numa empresa nova, com três pessoas na equipe, é focar o tempo em uma questão que não vai agregar nada ao negócio. A Lei de Pareto funciona muito bem aqui também: é preciso concentrar-se nos 20% de atividades capazes de gerar 80% dos resultados. Eu diria que um bom programa, para começar, é aquele que te permite classificar suas despesas por projeto, tenha a possibilidade de estruturar um plano de contas com dois ou três níveis, provisionar suas contas a pagar e receber, tirar relatórios gerenciais e poder exportar os dados. Se puder exportar os dados, depois você pode montar relatórios auxiliares com o Excel.

EC – Em relação a negócios criativos: há uma saturação do mercado? Ou há empreendimentos que não têm definidos o seu posicionamento e público-alvo nesse cenário?

EK – Não sei existem exatamente mercados saturados, mas talvez modelos de negócio saturados. Em mercados grandes e competitivos, muitas empresas atuam em modelos de negócios similares, o que faz com que a concorrência seja grande e pesada. A isso podemos chamar de “oceano vermelho”, como exposto no livro “A estratégia do oceano azul”, onde a batalha é sangrenta. Imagine o que é competir abrindo uma livraria comum em São Paulo, por exemplo; é entrar num modelo de negócio sem diferencial competitivo e num mercado altamente qualificado. Por outro lado, mercados altamente competitivos são mercados grandes – ou seja, é um mercado onde se pode crescer. E se for para entrar no mercado, tem que ser com diferencial, para realmente poder crescer. E é aí que entra o seu posicionamento: como você quer ser enxergado e junto a que tipo de cliente? Por que seu negócio é diferente dos demais? Como estou inovando e criando valor no que estou fazendo? Diferenciação é fundamental. O site Camiseteria, que vende camisetas com design exclusivo pela internet, entrou em um mercado que pode ser considerado como altamente competitivo, mas ele entrou com um modelo de negócios diferente. Veja o Netflix também, que começou ainda quando existiam as locadoras e foram capazes de incorporar a tecnologia e melhorar ainda mais sua proposta de valor.

EC – O termo sustentabilidade é recorrente em muitas matérias e artigos em jornais e portais voltados a negócios. Entretanto, o uso tornou-se saturado, especialmente em sua definição relacionada a questões ecológicas. O que você considera que é importante  para definir como um empreendimento como sustentável?

EK – O termo “sustentabilidade”, de fato, vem sendo cada dia mais empregado, sem que exista necessariamente uma percepção clara dos conceitos envolvidos. O conceito foi introduzido no início da década de 1980 por Lester Brown, fundador do Wordwatch Institute, que definiu como comunidade sustentável “aquela capaz de satisfazer às próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das gerações futuras.”[1] Neste sentido, posso dizer que um negócio é sustentável quando ele é capaz de funcionar de maneira saudável tanto no curto quando no longo prazo, tanto economicamente (ou seja, produzindo riqueza e gerando valor) quanto ambientalmente e socialmente. É uma condição de equilíbrio entre todos os fatores que dizem respeito à interação da empresa com o meio onde está instalado. Os empreendimentos da economia criativa têm maior dificuldade de atingir a sustentabilidade do ponto de vista financeiro, pois costumam ir muito bem no lado social e no ambiental. Neste sentido, o conceito que considero mais importante é o da relevância: enquanto um negócio for relevante para seus clientes, no sentido de atender uma necessidade, ser capaz de causar impacto e se provar necessário, ele será sustentável. Afinal, hoje a nossa batalha é pela relevância, não? E para isso é preciso ter uma equipe capaz de ser reinventar ao longo do tempo, de se adaptar. Um negócio sustentável é, portanto, um empreendimento que consegue se manter relevante para si e para o mundo, contribuindo e gerando valor, mudando e se adaptando em função das mudanças.

 

Fonte: Empreendedores Criativos.

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Como encontrar uma boa ideia de negócio.

Quem nunca se perguntou sobre como encontrar uma boa ideia de negócio? A maioria dos empreendedores está sempre em busca dela, aquela inspiração que pode mudar o rumo dos seus negócios e até mesmo da sua vida.

O problema é que as boas ideias de negócio não andam por aí, de bobeira em qualquer esquina. Elas possuem a terrível capacidade de ficarem se escondendo pelos labirintos do empreendedorismo, e parecem escolher para quem elas desejam aparecer.

A pergunta é: Por que você não é um desses escolhidos. Talvez porque você não saiba como procurar, o que acha? Então, como resolver esse problema? A solução é simples. Racionalize essa busca.

Não se trata de descobrir como encontrar uma boa ideia de negócio, mas sim de qual o método, não só para encontrar as boas ideias de negócios, mas também, de testá-las e se certificar que são mesmo um bom caminho para se iniciar ou expandir um negócio.

Nesse artigo vamos falar exatamente sobre isso. Quais são os caminhos e métodos para poder identificar boas ideias de negócios e como validá-las. Acredite, a coisa é bem mais simples do que você imagina.

Procure por um mercado com demanda não atendida

O ponto inicial para qualquer negócio de sucesso é, na maioria das veze, aquele que possui uma demanda que não este sendo satisfeita da forma adequada. Portanto, se você está querendo saber como encontrar uma boa ideia de negócio, esse é indiscutivelmente um dos caminhos.

Para encontrar uma boa oportunidade de negócio, é preciso identificar o que as pessoas estão precisando e procurando, e simplesmente não acham, ou quando acham, não é o produto ou serviço que as satisfaça totalmente.

Discuta a sua ideia com outras pessoas

Alguns empreendedores acreditam que precisam guardar suas ideias para si, muitos, com medo que a mesma seja copiada por alguém. O caminho é justamente o contrário. Você deve procurar conversas com as pessoas certas e ouvir suas opiniões.

Essa discussão, além de validar a sua ideia de negócio, poderá gerar sugestões de aperfeiçoamento da ideia.

É claro que você precisará escolher muito bem com quem discutirá a ideia. Certamente, um concorrente em potencial não é a pessoa mais indicada.

Converse com outras pessoas sobre sua ideia, para ver o que elas acham, especialmente as pessoas que você confia e nas quais reconhece um com critério de avaliação. Nesta fase, o que você realmente quer é um feedback honesto e não apoio incondicional apenas para agradar.

Ouvidas as opiniões, como foi que a sua ideia se saiu? As pessoas gostaram, acham que tem chances de dar certo, ou você é o único ser na face do planeta que acha ela boa? Se esse for o caso, talvez seja melhor reavaliar.

Pesquise ideias lá fora

Uma das opções para quem deseja saber como encontrar uma boa ideia de negócios é dar uma olhada em o que acontece no exterior. Muitas empresas de sucesso atualmente no Brasil, foram inspiradas em ideias coletadas no exterior, como a Nutty Bavarian, por exemplo.

A ideia não é simplesmente copiar o modelo lá de fora e reproduzi-lo aqui, inclusive, porque isso teria implicações legais, mas sim, a partir do conceito, agregar valor ao produto e serviço e adaptá-lo às condições brasileiras.

Quando você agrega valor ao produto e elimina itens que podem ser considerados desnecessários, você cria um verdadeiro Oceano Azul para a sua ideia, criando até mesmo uma nova demanda, e um mercado completamente inexplorado.

É preciso gostar, mas isso não é tudo

Um dos caminhos que muitos empreendedores seguem na hora de descobrir como encontrar uma boa ideia de negócio, é fazer o que gosta, ou o que acredita que tenha mais afinidade. Esse realmente é um bom caminho, mas você precisa ponderar algumas questões.

É claro que quem trabalho no que gosta, tem muito mais chances de sucesso do que quem visa única e exclusivamente o retorno financeiro, mas a questão da viabilidade do negócio é fundamental.

Será que o negócio é viável e escalável?

Além de uma boa proposta e ser algo do que você realmente gosta, a busca por uma boa ideia de negócio precisa ser acompanhada de um estudo de viabilidade econômica e escalabilidade, caso contrário, o projeto todo vai por água abaixo.

Na hora de elaborar o seu plano de negócio, é preciso analisar a viabilidade econômica da proposta, seus custos, investimento em equipamentos, locação do espaço comercial, se for o caso, treinamento e capacitação de pessoal e, uma projeção da receita esperada e fluxo de caixa.

A questão da escalabilidade também deve ser analisada. Existe espaço para crescimento do negócio? Onde no cronograma do projeto se dá o ponto de equilíbrio do negócio? Quais são os limites financeiros e operacionais para cada etapa do projeto? Quais as condições que irão determinar o ponto para dar um salto em termos de escala?

Não se trata apenas de descobrir como encontrar uma boa ideia de negócio. Se trata também de garantir a sobrevivência e futura expansão dele, pois se manter pequeno é quase que um chamado para a concorrência que pode botar você para fora do mercado.

Administre o seu timming

Uma outra coisa que quem busca saber como encontrar uma boa ideia de negócio precisa ficar atento, é a questão do timming, ou seja, o intervalo entre identificar a oportunidade e colocá-la em prática, um fator cada vez mais crítico nos dias de hoje.

Depois de validade e examinados os fatores técnicos, mercadológicos e financeiros envolvidos, ficar muito tempo pensando no assunto, postergando a decisão, pode ser o espaço necessário para outra pessoa ter a mesma ideia e colocá-la em prática. Por isso, decida rápido.

Fonte: Por Rodrigo Lima, Empreendedores Web.

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Como fazer o planejamento do seu negócio.

O planejamento estratégico ajuda o empresário a tomar decisões no comando do negócio com base nas oportunidades oferecidas pelo ambiente externo em conjunto com as condições internas, favoráveis ou não, da empresa. Essa ferramenta leva o empresário a responder três questões principais:

  • Onde estamos?
  • Para onde queremos ir?
  • Como chegar lá?

Para chegar a essas respostas, é preciso seguir as seguintes etapas:

Análise do cenário

Análise do ambiente interno: avaliação e constatação de pontos fortes a serem capitalizados pela empresa e de limitações a serem corrigidas, tendo como foco aspectos técnicos, financeiros, de infraestrutura física, de recursos humanos, entre outros.

Análise do ambiente externo: busca do entendimento das ameaças e oportunidades que o macroambiente propicia. Trata-se de reconhecer e considerar a influência de fatores econômicos, sociais, políticos, de mercado e outros no desenvolvimento da empresa.

Definição de objetivos

É o momento em que a empresa examina seus dados históricos e projeta suas metas futuras. É a resposta ao questionamento “para onde queremos ir”. De maneira geral, relaciona-se com aspectos ligados a faturamento, rentabilidade, quantidade de filiais, posicionamento no mercado.

Definição de estratégias

Como a empresa vai atingir os objetivos traçados? Para cada estratégia estabelecida, deverá haver, no mínimo, um objetivo ao qual ela servirá.

Como pode ser notado, o planejamento se desenvolve de maneira racional, de tal forma que as etapas venham a ser cumpridas organizadamente, permitindo que revisões periódicas sejam realizadas sempre que o cenário assim exigir.
Fonte: Por Jornal de Negócios do Sebrae-SP.

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