Empreendedorismo

10 dicas para organizar o fluxo de caixa da sua empresa

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Toda empresa precisa manter um Fluxo de Caixa organizado e atualizado constantemente. Saiba como tirar proveito dessa poderosa ferramenta.

O que é o fluxo de caixa?

O fluxo de caixa é uma ferramenta de controle financeiro que registra as entradas e as saídas de dinheiro de uma empresa em um determinado período de tempo. Todas as movimentações financeiras deste período devem ser representadas no fluxo de caixa: receitasdespesascontas a pagarcontas a receber,empréstimosreembolsosrendimentos ou desvalorizações de investimentos, entre outros.

Para ser uma ferramenta de controle financeiro eficiente, o fluxo de caixa deve ser atualizado, se possível, todos os dias. Isso é importante e requer muita disciplina, pois ao manter atualizados os registros financeiros da sua empresa você pode tomar decisões importantes relacionadas a saúde financeira do seu negócio. Afinal, o principal objetivo de uma empresa é dar lucro, e conhecer suas receitas e despesas é essencial para que ele possa ser apurado.

Como organizar a ferramenta de fluxo de caixa para sua empresa

Além de atualizado, você também precisa manter seu fluxo de caixa organizado. Muitas empresas utilizam cadernos ou até mesmo planilhas de fluxo de caixa para registrarem todas as suas movimentações financeiras, porém não conseguem visualizar onde gastaram mais dinheiro ou qual serviço ou produto trouxe mais receita, nem antecipar possíveis problemas de caixa. Desta forma, ainda que o fluxo de caixa esteja atualizado, você corre o risco de não conseguir fazer uma boa gestão financeira da sua empresa.

Como exemplo, utilizaremos uma empresa que presta serviços na área de gestão empresarial, dando consultorias e ministrando palestras.

1) Determine um período para o seu fluxo de caixa

Dependendo do tipo do seu negócio você pode controlar o fluxo de caixa por dia, semana, quinzena ou mês. Não escolha um período muito longo, senão você corre mais risco de perder o controle do seu fluxo de caixa. No exemplo da nossa empresa, o fluxo de caixa será mensal.

2) Defina uma maneira de identificar receitas e despesas

Você pode diferenciar receitas e despesas por cores e/ou por um sinal de subtração em frente ao valor. O importante é que seja fácil identificá-las no fluxo de caixa.

3) Identifique movimentações financeiras periódicas

Separe as receitas e despesas que são periódicas daquelas que não são. Assim, você pode registrá-las nos fluxos de caixa de períodos futuros e fazer previsões de pagamentos ou recebimentos.

4) Registre as contas a pagar

Despesas mensais como aluguel, contabilidade e Internet, pagamentos parcelados ou taxas anuais podem ser registrados como contas a pagar nos próximos meses. Assim, você terá o saldo atual consolidado do seu caixa e o saldo futuro provisionado, ou seja, já considerando as contas que você vai ter que pagar.

5) Registre as contas a receber

Se você vender serviços ou produtos de forma parcelada ou com prazo para o pagamento, faça os lançamentos das contas a receber para os próximos meses. Assim, seu saldo futuro provisionado já irá contemplar o dinheiro que irá entrar no caixa da empresa.

6) Crie categorias para classificar suas receitas e despesas

Crie uma classificação para suas receitas e despesas através de categorias. Crie categorias suficientes para suprir a sua necessidade de controle financeiro. Poucas categorias deixarão seu controle financeiro muito superficial. Muitas categorias deixarão seu controle financeiro muito detalhado e complexo. O importante é encontrar o seu equilíbrio.

7) Crie centros de custos para agrupar suas despesas

Crie agrupamentos de despesas através de centros de custos (locais onde originam as despesas). Determine quais são os departamentos da sua empresa (Administração, Recursos Humanos, Comercial, Produção, etc) e crie centro de custos para agrupar as respectivas despesas. Assim, você saberá onde você está gastando seu dinheiro de uma forma mais estruturada. Se quiser entender melhor, pode ler nosso post sobre como utilizar centros de custo e lucro para turbinar o seu controle financeiro.

8) Crie centros de lucros para agrupar suas receitas

Da mesma forma que nos centros de custo, crie agrupamentos de receitas através de centros de lucro (locais onde as receitas são originadas). Centros de lucros podem ser projetos, produtos, serviços ou qualquer outra forma de agrupar receitas. Assim, você saberá de onde você está recebendo seu dinheiro.

9) Visualize seu fluxo de caixa por categorias de receitas e despesas

Depois de fazer a organização básica, para ter uma visão mais clara das movimentações financeiras da sua empresa, utilize uma ferramenta para visualizar seu fluxo de caixa classificado em categorias de forma gráfica. Isso pode ser feito tanto em planilhas do Excel como em softwares de controle financeiro, como o Granatum.

10) Visualize seu fluxo de caixa por centros de custo/lucro

Da mesma forma que nas categorias, utilize uma ferramenta para visualizar fluxo de caixa agrupado por centros de custo/lucro de forma gráfica. Isso te dará uma visão de onde vem e vai o dinheiro.

E aí? Já está usando o fluxo de caixa em sua empresa? Conte pra gente nos comentários!

 

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Qual o capital inicial necessário para iniciar uma startup?

blog1Qual o capital inicial necessário para iniciar o negócio? A resposta óbvia é que depende do negócio.

Primeiro é necessário esclarecer a diferença entre capital inicial e capital social.

Capital inicial é o montante necessário para se constituir e iniciar as atividades de uma nova empresa enquanto esta não gera recursos suficientes para se sustentar. Em outras palavras, é a quantidade de recursos financeiros que o empreendimento precisará até que atinja uma situação em que ele consiga “andar com os próprios pés” sem depender de dinheiro adicional de fora da empresa.

Algumas pessoas usam aquela definição também para o capital social, dando a entender que são sinônimos. Eu prefiro a seguinte definição para o capital social: é o valor correspondente à contrapartida do titular, sócios ou acionistas de um empreendimento para o início do negócio. Em outras palavras, é a soma da quantidade de dinheiro que cada sócio aportará ao negócio.

Para alguns tipos de negócio há exigências legais de capital social mínimo. Se o seu negócio envolve participar de concorrências públicas e/ou privadas, por exemplo, nos respectivos editais há geralmente exigências de capital social mínimo.

De tudo isto, o que realmente interessa destacar é que capital social e capital inicial são conceitos relacionados, mas não necessariamente iguais.

Vamos nos concentrar então no capital inicial e qual o valor necessário para iniciar um negócio. Este valor precisa ser calculado e exige um exercício de projeção de receitas, custos e despesas.

Ou seja, em primeiro lugar, é necessário esclarecer que ninguém conseguirá garantir
que o capital inicial que você tenha calculado de fato será suficiente para financiar as atividades da empresa até o ponto em que ela gere um fluxo de caixa positivo.

Veja que destaquei o fluxo de caixa e não o lucro. O que de fato interessa para este cálculo é uma projeção mês a mês das entradas e saídas de recursos financeiros.

Você deve também considerar os investimentos iniciais, ou seja, em português claro, todo o dinheiro que será necessário gastar antes que entre um único real no caixa da empresa.

Escreva em um papel as premissas que usará para projetar as receitas. Em outras palavras: o que o leva a pensar que conseguirá vender (e receber de seus clientes) os volumes que está estimando mês a mês?

Também escreva num papel as premissas que usará para projetar custos e despesas. Ou seja, novamente, o que o leva a pensar que gastará o que está projetando gastar? Com base em que dados?

Liste todos os itens que gerarão receita e despesa (incluindo os itens de investimento como móveis, computadores, máquinas, alugueis que terão que ser pagos antes de começar a vender, etc.) e comece a calcular, com base nas premissas adotadas, qual é o valor projetado para cada item desta lista e para cada mês durante os primeiros anos de atividades da empresa.

Faça a soma mês a mês de receitas e despesas e calcule o saldo. O normal é que nos primeiros meses o saldo seja negativo, ou seja, que as despesas sejam maiores que as receitas.

Quando o saldo começar a ficar positivo, some todos os saldos negativos e terá então o valor de capital inicial estimado, ou seja, a quantidade de dinheiro que você terá que aportar no negócio até o momento em que o próprio negócio gere mais receitas do que despesas.

É altamente recomendável fazer estas projeções seguindo um critério otimista, um critério neutro e um critério pessimista. Desta forma você estará se obrigando a considerar que nem sempre as coisas acontecem como a gente espera.

Em caso de dúvidas ou insegurança para realizar estas projeções, não duvide em procurar pessoas que possam ajudá-lo. A alternativa não pode ser fazer este exercício sem a devida atenção e, depois de algum tempo, descobrir que não tem dinheiro suficiente para continuar com o negócio.

Aí já é tarde e o seu orçamento foi embora.

Por Cristian Welsh Miguens para Exame

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Como formar uma parceria de sucesso

parceria

Uma das práticas mais antigas no mundo dos negócios é a parceria. Há que se abordar o significado da palavra: parceria é a reunião de indivíduos para certo fim com interesse comum. Com isso, podemos dizer que o significado da palavra parceria traduz bem o conceito de MasterMind apresentado ao mundo por Napoleon Hill em seu livro ‘A Lei do Triunfo’ em 1928. Ou seja, a união de duas ou mais mentes em torno de um mesmo objetivo, trabalhando em plena harmonia.

Feita essa breve introdução sobre o significado de parceria, vamos agora ao passo-a-passo que utilizo em meus negócios para formar parcerias de sucesso.

No processo de formação de uma parceria, antes de se iniciar qualquer abordagem, saiba que uma das leis que rege esse mundo é essa: deve existir equilíbrio entre o que se dá e o que se recebe. Trazendo para o mundo dos negócios, temos a seguinte cena: Se você paga por algo e recebe exatamente aquilo pelo qual pagou, está tudo ok, tudo equilibrado, certo? – E se você paga e não recebe, o que acontece? – Nossa geração xinga muito no twitter, fala mal nas redes sociais, reivindica seus direitos, se agrupa com outros consumidores que também não receberam aquilo pelo qual pagaram. Há um desequilíbrio claro entre as partes nessa equação. Mas, e se você ganhar a mais do que aquilo pelo qual pagou?

Quando ganhamos a mais do que aquilo pelo qual pagamos, a primeira tendência é falar bem, compartilhar a alegria e a felicidade, afinal de contas, não esperávamos por aquilo. Quando ganhamos um presente temos uma tendência natural de dizer “não precisava” antes mesmo de dizer obrigado. Isso acontece por um gatilho que o ego dispara de forma inconsciente para que uma falsa sensação de equilíbrio paire sobre sua mente. Mas, na primeira oportunidade que tivermos, daremos um presente para aquela pessoa que nos presenteou. Com isso nosso coração sente que existe um equilíbrio entre o Dar e o Receber. Podemos usar esse último fator no mundo dos negócios em nosso favor? A resposta é SIM, desde que feita com boa intenção. Explico: por se tratar de uma lei natural de causa e efeito, se você agir com o propósito de obter a contrapartida, a lei se quebra e você provavelmente ficará em desvantagem.

01 – CONHEÇA BEM O POSSÍVEL PARCEIRO

Antes de firmar parceria com uma pessoa ou empresa, conheça a fundo a pessoa, a empresa, os produtos e serviços. Veja se ao falar do trabalho do seu parceiro há entusiasmo e brilho nos olhos. Esteja certo de que seu possível parceiro realmente entrega aquilo que promete. Entre em contato com clientes e parceiros e peça para que falem de sua experiência com o trabalho do possível parceiro.

02 – NECESSIDADES E PROMESSAS

Agora que você conhece o trabalho do possível parceiro, tem entusiasmo e brilho nos olhos para falar do produto ou serviço dele para terceiros, deixe claro as suas reais necessidades. Em seguida, faça as promessas do que você pode entregar como contrapartida.

03 – PERÍODO DE EXPERIÊNCIA

Em uma das minhas conversas com minha parceira Lênia Luz do Empreendedorismo Rosa, ela me disse sobre parcerias terem um período de experiência e uma data como marco para avaliação/ajustes. Desde então tenho instituído em minhas parcerias um período de experiência e um milestone para avaliarmos em conjunto o rumo que a parceria está seguindo.

04 – FAÇA PRIMEIRO

Ao selarem o acordo e apertarem as mãos, não espere que o parceiro entregue a parte dele primeiro. Tente sempre fazer primeiro, arrumar clientes antes, entregar antes. Faça a sua parte. Caso o parceiro não consiga dar a contrapartida dele, cabe a você avaliar melhor os parceiros e a consciência tranquila de que você honrou com a sua palavra.

05 – ENTREGUE AQUILO QUE PROMETEU

O mundo pode acabar, mas antes, entregue aquilo que você prometeu. Honre com sua palavra e seus compromissos. Não há nada mais triste e desmotivador no mundo dos negócios do que além de não entregar o prometido, ainda culpar, acusar e caluniar o parceiro com o intuito de tentar justificar o não cumprimento de uma promessa. Essas ações não irão fazer seu negócio crescer ou ir mais depressa. Não seja mais um empreendedor a utilizar como estratégia principal o Bypass.

06 – A MELHOR QUALIDADE

Caso o acordo envolva a troca de serviços, faça a sua parte com a melhor qualidade possível. Faça a mais e vá além. Fazendo isso de coração, o parceiro perceberá que ganhou muito mais do que imaginava. Com isso, se ele for consciente, também entregará os seus serviços com a melhor qualidade que ele puder. Dessa forma, o parceiro terá ainda mais entusiasmo e brilho nos olhos ao falar de sua empresa.

07 – EQUILÍBRIO / GANHA-GANHA

De forma madura e transparente, quando ambos os lados deixam claro as suas necessidades, intenções e promessas, definem um período para a parceria, fazem a sua parte entregando aquilo que se prometeu, indo além, fazendo a mais e dando o seu melhor, há um equilíbrio claro na relação entre o dar e o receber, resultando assim no real termo exaustivamente debatido que chamamos de ganha-ganha.

08 – ROUND 2 – FIGHT!

Ao findar o período estabelecido previamente para a parceria, as partes devem sentar e analisar em conjunto o atendimento das necessidades e a entrega das promessas. Caso esteja indo tudo nos conformes, deve-se estabelecer um novo ciclo, com novos objetivos, metas e plano de ação. Mudam-se as necessidades e as promessas, altera-se ou não o período do novo ciclo. A diferença nesse momento é a confiança e a satisfação. É um trabalho quase Espartano desenvolver um negócio sozinho (bem sei). Chega um momento na vida de um empreendedor que as parcerias são mais do que necessárias, e é nesse momento em que você pode aplicar esse passo-a-passo. Com isso, aos poucos transformaremos o mundo dos negócios em algo mais rentável e menos predatório entre empreendedores. Juntos podemos fazer a diferença!

Aproveite e compartilhe conosco alguma parceria de sucesso que você tem ou já teve.

Fonte: Ideia de Marketing

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Crise, não. Oportunidade de criatividade, sim.

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Crises trazem mudanças, não necessariamente para pior. Durante a história, momentos de incerteza mostraram que a situação pode ser amenizada ou piorada e isso depende muito mais da reação de cada um do que das questões do mercado. Uma coisa é certa: só não ficou para trás quem soube encarar a crise como oportunidade para avaliar corretamente o que devia ser mudado e construiu um futuro mais seguro.

É importante destacar que em meio as ideias de negócio, o momento é de alerta. O brasileiro gosta de arriscar em tempos de crise. É o que afirma pesquisa do grupo Sage, onde empresários de pequenas e médias empresas foram questionados se estariam confortáveis em correr riscos e 61% responderam que sim. Para se ter noção, a média mundial é de 49%. A pesquisa é de 2014, mas o efeito dessa vontade se confirmou nos anos seguintes.

Em 2015, com crises em evidência, o Brasil liderou o ranking mundial de empreendedores adultos (18 e 64 anos), conforme levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM). O problema é que a pesquisa também identificou um aumento na quantidade de pessoas que empreendem por “necessidade”, o que significa na prática, que aquela pessoa não tinha outra alternativa, ao não ser usar a criatividade para ganhar dinheiro com o próprio negócio.

Não basta ter vontade de criar, tem que ter ideia

Especialistas reforçam a importância da pesquisa de mercado para guiar as ideias.  Na maioria das vezes, referências de atividades já realizadas podem servir de base. A pesquisa de mercado é uma das etapas para o planejamento.  Conforme o Sebrae, empresa que presta consultoria para empreendedores, a falta de planejamento bem executado é um dos principais motivos da falência das empresas.

A ideia pode surgir de uma nova alternativa sobre um serviço já existente. Um bom exemplo de reação à problemas na economia é o caso da chamada “crise do petróleo”, na década de 70. Na época, o petróleo era considerado o principal elemento da economia das grandes potências. Até que o mundo estremeceu quando o mercado descobriu que o petróleo é esgotável. O preço do barril sofreu um grande aumento de repente, assim como os produtos relacionados a ele. Se não fosse por esse desastre econômico, talvez não seria naquela década que o Brasil se tornaria pioneiro na produção e estudos do etanol, o álcool como uma alternativa ao petróleo.

Mais recentemente, novas iniciativas como o Über, alternativa móvel ao táxi, e o Airbnb, rede colaborativa para alugar casas de temporada em concorrência a hotéis, também se tornaram exemplos bem sucedidos de novas formas de oferecer um serviço já existente.

Não basta ter ideia, tem que ter cliente

Um estudo do IBGE concluiu em 2011 que a cada 100 empresas abertas no brasil, 48 encerram suas atividades em até três anos. A falta de clientes está entre um dos maiores motivos de falência, conforme estudo sobre o tema realizado pelo Sebrae. O problema foi citado por 29% dos empreendedores já no primeiro ano de atividade.

Ideias surgem das necessidades dos consumidores, e não é atoa que uma das profissões mais promissoras do mercado é a de analista de mercado, que estuda o comportamento do consumidor (também chamado de analista de big data). Conforme pesquisa realizada pelo Bureau of Labor Statistics, a atividade terá um aumento de 41% até 2020.

Não basta ter cliente agora, tem que ter cliente no futuro

Um dos principais motivos do desenvolvimento do álcool como combustível ter sido uma ótima reação de mercado é que a produção sustentável se tornou cada vez mais importante. Isso mostra que acompanhar as tendências é fundamental para que o serviço dure.

O mercado realiza pesquisas de tendências com margem concreta de até 10 anos, já que o mundo está em constante e exponencial mudança. Entretanto, alguns conceitos podem ser norteadores. Segundo a consultoria de marca Interbrand, alguns dos destaques que podem ser considerados para o futuro são: valorização do consumidor; transparência de gestão; evidência do caráter humanitário nas discussões sociais; diversidade de gênero, valorização do bem estar e consumo consciente.

Se a grande ideia criativa não ficar para trás em nenhuma dessas questões, just do it.

Fonte: Aperte F5

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Como abrir uma empresa com pouco dinheiro

como abrir empresa

O questionamento sobre como abrir uma empresa com pouco dinheiro ronda a cabeça de milhões de brasileiros e a resposta nem sempre é imediata. Em tempos de grana curta, conseguir capital para abrir um negócio próprio não está fácil.

Se você vai aplicar seu próprio dinheiro na abertura de um negócio, sem recorrer a empréstimos bancários, parentes ou investidores de qualquer tipo, é preciso saber muito bem como empregar esse dinheiro para não se arrepender depois.

Por isso, a pergunta, ao invés de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, talvez devesse ser como empregar bem o dinheiro na abertura dessa empresa. Pode parecer apenas um jogo de palavras, mas se você pensar bem, faz muita diferença.

  • Valide sua ideia de negócio

A primeira coisa que você deve fazer é validar sua ideia, para não sair por aí construindo castelos nas nuvens. Será que a sua ideia é boa mesmo ou apenas uma empolgação? Para saber isso, é preciso validar sua ideia para saber se vale a pena continuar indo em frente.

Você pode pedir a opinião de amigos e parentes, mas acredite, dificilmente eles vão ser muito sinceros. A melhor coisa a fazer nesta situação é pedir a opinião de pessoas que não estejam envolvidas emocionalmente na questão, pessoas que podem vir a ser consumidores ou pessoas com alguma experiência no setor.

  • Encontrar um sócio pode ser uma boa alternativa

Se o problema é como montar uma empresa com pouco dinheiro, talvez uma das alternativas seja tornar esse dinheiro um pouco maior conseguindo um sócio para o seu negócio. Você só deve ter cuidado na hora de escolher o seu sócio.

Começar uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de muito dinheiro. Por isso, busque um sócio que ajude você não só do ponto de vista financeiro, como também na inspiração e discussão sobre as oportunidades do negócio.

  • Busque alguém com experiência para lhe ajudar

Buscar opiniões somente com pessoas que vão reafirmas as suas ideias não é uma boa opção, como mencionamos no primeiro item. As pessoas que realmente vão agregar alguma coisa ao seu projeto são aquelas que lançam desafios.

Se você puder contar com um profissional que tenha experiência na área que você pretende atuar, essa seria a pessoa ideal. Talvez ele se oponha a algumas das suas ideias, mas é sempre bom ter algum para estabelecer o contraponto na discussão.

  • Busque as pessoas certas para o trabalho

O mundo está saindo da época em que o maior ativo de uma empresa era o capital para uma época em que este grande ativo passa a serem as pessoas que esta empresa tem como colaboradores. Por isso mesmo, seja muito criterioso na hora de escolher as pessoas que irão trabalhar com você.

Uma boa dica é terceirizar o máximo possível para não ter uma folha de pagamentos que seja muito pesada, pois os encargos sociais no Brasil devoram sua verba. A contratação deve levar em conta unicamente aspectos técnicos, deixando de lado questões como amizade e laços de família.

Uma das frases mais conhecidas de Steve Jobs é “Em nosso negócio, uma pessoa não consegue fazer muita coisa isoladamente. Você tem de criar um time a seu redor”. Portanto, cerque-se de pessoas realmente boas naquilo que fazem

  • Tenha os clientes como seu principal foco

O caminho certo para o sucesso no mundo dos negócios hoje em dia é colocar o cliente em lugar de destaque em sua estratégia empresarial. Se você quer saber como abrir uma empresa com pouco dinheiro e ter sucesso com ela, tenha sempre em mente que os seus clientes são seu maior patrimônio. Os clientes são a base de negócios promissores.

Reserve uma boa parte do tempo envolvido em planejamento do negócio para conhecer detalhes sobre o seu público-alvo. Atualmente temos diversas ferramentas online gratuitas que podem ajudar você neste desafio. Entendendo o que os seus clientes realmente querem você terá todas as pistas para um negócio de sucesso.

  • Crie um produto ou serviço que supere as expectativas

Um negócio de sucesso tem como base um produto inovador que supere as expectativas dos seus consumidores. Não adianta de nada você montar um negócio que não empolgue. O mercado atualmente é muito competitivo e por isso mesmo, você precisa surpreender seu público.

Desenvolva um produto ou serviço que tenha uma proposta inovadora. Faça uma releitura do que já existe no mercado, identificando pontos fracos das opções já existentes no mercado e agregue um diferencial que vá fazer a diferença, que vá colocar seu produto ou serviço em uma outra dimensão. Abrir uma empresa com pouco dinheiro não significa ter um produto ou serviço medíocre.

  • Uma atenção especial ao marketing

De nada adiantará você ter um ótimo produto e um preço supercompetitivo se as pessoas não sabem que ele existe, por isso, pense no marketing logo no início do negócio. Um dos erros mais comuns para quem está abrindo uma empresa com pouco dinheiro é deixar isso para depois e verificar lá na frente que está sem recursos.

Uma boa dica é usar os meios digitais, que embora não sejam “de graça” como muita gente ainda acha, tem um custo bem menor do que a mídia tradicional. Com as ferramentas certas e uma estratégia bem montada, é muito mais interessante divulgar uma empresa na Internet do que através dos métodos tradicionais.

  • Reinvista o resultado inicial no negócio

Se você tem pouco dinheiro para montar a sua empresa, e quer que ela tenha um crescimento sistemático, a melhor dica é reinvestir seus lucros no negócio. Um dos grandes erros dos novos empresários é buscar a lucratividade cedo demais e com isso comprometer a saúde financeira da empresa.

Em um país onde tradicionalmente as taxas de juros são estratosféricas, descapitalizar sua empresa logo no início é um verdadeiro suicídio empresarial, principalmente em tempos turbulentos como a crise econômica que passamos, onde um dos grandes macetes para sobreviver será evitar dívidas em bancos.

Agora que você já tem uma série de dicas de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, que tal começar a fazer o seu planejamento e compartilhar sua experiência conosco depois?

Fonte: Empreendedores Web 

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4 Vantagens de ser um empreendedor além da possibilidade de ficar rico

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Se eu pudesse de alguma forma voltar no tempo e escolher a minha vocação eu escolheria ser um empreendedor.

minha história de vida não foi a de um caminho direto até o empreendedorismo. É verdade que eu fiz algumas coisas ligadas ao empreendedorismo na escola, mas eu também tentei minha sorte naqueles trabalhos mais tradicionais.

De algum modo, o destino me empurrou para a vida de empreendedorismo. E eu não poderia estar mais feliz com esse desfecho.

A vida de empreendedor não é fácil, mas é uma vida boa. E há uma diferença aí. Eu já enfrentei muitos desafios, mas esses desafios me fizeram crescer e me mudaram de modos que eu jamais poderia prever.

A recompensa do empreendedorismo está muito além da pequena chance de ser muito bem sucedido e ficar rico. Lucros exorbitantes acontecem apenas para um número muito reduzido de empreendedores. No entanto, para além disso, existem muitos outros benefícios para a sua via que superam qualquer recompensa financeira.

Quais são esses benefícios?

Você está sempre aprendendo e crescendo.

Empreendedores precisam escolher entre crescer e se desenvolver ou ver os seus negócios morrerem. Não existe um empreendedor bem sucedido que não precisou mudar, crescer, aprender e se desenvolver.

Os empreendedores são o modelo mais perfeito do desenvolvimento pessoal. Se você não sabe fazer algo, você aprende.

Se você não aprender como fazer você mesmo, você aprende a contratar e liderar as pessoas capazes de executar a tarefa.

Empreendedores não se deixam vencer por obstáculos. Eles encontram uma forma de contornar o problema por algum novo ângulo. Com esse esforço e essa busca adquire-se conhecimento, mudança e desenvolvimento pessoal.

O processo de aprender torna a vida realmente rica. Quanto mais você aprende sobre o mundo, sobre os negócios, as pessoas e a mente, mais você aproveita esse mundo, seus negócios, as outras pessoas e a mente.

Não há espaço para o tédio.

Será que é possível ficar entediado, levando-se uma vida de empreendedor?

Se você olhar para os pequenos momentos, talvez. Todos nós precisamos fazer coisas que não são exatamente empolgantes; como, por exemplo, escovar os dentes.

Mas, mesmo esse momento banal de escovar os dentes reforça o meu ponto. Não há nuncaum momento entediante. A excitação da vida de empreendedor não deriva o seu entusiasmo deatividades específicas, mas sim de uma mentalidade – uma forma específica de pensar, de acreditar e de ver o mundo que destrói completamente o tédio.

Vamos pegar como exemplo o ato de escovar os dentes. Uma empreendedora pode escolher escovar os próprios dentes com a sua mão menos habilidosa. Por quê?  Para desenvolver a sua tomada de decisão, sua força de vontade e a sua criatividade. Ou, enquanto ela escova os dentes, faz um brainstorm de novas ideias para negócios, executando as contas mentalmente, ou até mesmo escuta um podcast sobre empreendedorismo.

Você talvez não esteja à procura de uma vida excitante com adrenalina sem parar. Há um limite do que você pode suportar. Mas você não gostaria de evitar a opressiva falta de propósito e direção, os trabalhos sem sentido?

Essa é a eterna recompensa da vida empresarial.

Não importa como o empreendedor gasta o seu tempo, nunca é de forma entediante. Amentalidade do empreendedor bane esse estado de espírito para o esquecimento.

Você decide o que fazer com o seu tempo.

Para mim, o tempo é mais valioso do que o dinheiro. Dinheiro vem e vai, aumenta e diminui. O tempo, no entanto, vai passando sem parar esteja você utilizando-o para algo proveitoso ou não.

Como um empreendedor, eu escolho como e onde vou gastar meu tempo. Isso, para mim, é um privilégio que faz todos os outros benefícios da vida de empreendedor serem meros acessórios. Ter tempo é a melhor das recompensas.

Ter o poder de decidir o que fazer com o próprio tempo é a maior fonte de liberdade que se pode ter. Quando eu acordo de manhã posso escrever e melhorar a minha estratégia de marketing online ou eu posso ir para a academia. A escolha é minha!

Tudo depende da sua escolha.

Vou confessar que eu realmente gosto de estar no controle.

E não, não estou falando de um desejo desajustado de controlar outras pessoas. Então de que tipo de controle estou falando?  Da habilidade de poder fazer as minhas próprias escolhas na vida.

Felizmente, eu vivo em uma parte do mundo na qual fazer as minhas próprias escolhas é um ato recompensado e permitido, não punido e reprimido.

Como resultado disso, eu posso fazer aquilo que amo: promover mudanças, produzir oportunidades, moldar indústrias e levar a tecnologia adiante.

Se eu quero que o meu negócio cresça, eu faço uma escolha e me esforço para realizá-la. Se eu quero criar uma relação com um potencial sócio, e pego o meu telefone e faço uma ligação. Se eu quero começar um novo negócio, eu posso.

Ter escolha é algo poderoso. O empreendedorismo me concede a habilidade, a autoridade e a liberdade de fazer escolhas que fazem a diferença.

Conclusão. 

Toda lista como esta deveria vir com o aviso que você está prestes a ler.

O empreendedorismo não é para todo mundo.

Claro que o empreendedorismo tem milhares de vantagens para recomendá-lo. Mas isso quer dizer que você deveria se tornar um empreendedor?

Talvez. Eu certamente dou ao empreendedorismo os meus maiores louvores e as minhas mais fortes recomendações, mas eu também reconheço que algumas pessoas talvez o odeiem tão intensamente quanto eu odiaria um trabalho corporativo.

Cabe a você decidir. E se essa liberdade de decidir te deixa empolgado, é um ótimo sinal de que, talvez, você tenha um pouco do espírito empreendedor.

Você é um empreendedor? Que tipo de benefícios para a vida esse ofício lhe trouxe?

Por Neil Patel, para Jornal do Empreendedor

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3 Metodologias de Gestão que Podem Mudar o Seu Negócio!

sucesso

Modelos e metodologias de gestão são constantemente reinventados e propagados no ambiente corporativo. A grande questão é que sua utilização não deve ser engessada, se atendo a cada detalhe, com o gestor se desdobrando para se adaptar a cada nova metodologia de gestão, mas sim o contrário. Metodologias vem e vão, e, na maioria das vezes, são inspiradas em concepções já existentes.

Ou seja, as tendências podem mudar e isso não deve significar a completa reestruturação da administração da empresa, mas sim uma adaptação aos novos conceitos.

Dito isso, ainda que a cada vez mais acirrada competitividade faça nascer formas mais eficientes de gestão, por outro lado, conceitos antigos também se mantém firmes ao longo dos anos.

Pensando nisso, listamos algumas ferramentas que podem fazer toda a diferença no seu negócio!

PDCA

O ciclo PDCA recebe esse nome, pois, em inglês, se refere à inicial de cada uma das etapas que o constituem:

  • P: de planejar (Plan);
  • D: de fazer ou executar (Do);
  • C: checar, analisar ou verificar (Check);
  • A: agir de maneira a corrigir possíveis erros ou falhas (Action).

O PDCA é muito utilizado por organizações que se empenham em melhorar seu nível de gestão por meio do controle eficiente de processos, parametrizando informações e reduzindo os erros na tomada de decisões importantes.

Para melhor entender do que se trata o ciclo PDCA, veja um breve detalhamento de cada estágio:

Planejamento

Esforços bem planejados são primordiais para o ciclo PDCA, pois impedem erros futuros e se convertem em ganho de tempo. O planejamento deve ter como foco a missão, visão e os valores da empresa, definindo metas e objetivos e o melhor modo de atingi-los.

Execução

Após um planejamento cauteloso, as ações devem ser postas em prática à risca, ou seja, não se deve atropelar etapas, muito menos improvisar, o que frustraria todo o ciclo PDCA. Basicamente, a fase da execução é delimitada em outras três: capacitação das equipes e gestores, coleta de dados e, posteriormente, avaliação.

Checagem

Essa é a etapa na qual são identificados eventuais erros no projeto. Os resultados obtidos são medidos por meio da coleta e do mapeamento de processos ao término da execução. A verificação deve ser realizada de duas formas: em paralelo à execução, de modo a se assegurar que o trabalho está sendo feito da melhor maneira, e ao final dela, para uma análise mais criteriosa, que possibilite os ajustes necessários.

Ação

A ação é a etapa em que são colocadas em prática as ações corretivas, atentando para o aperfeiçoando do projeto continuamente. É, ao mesmo tempo, fim e começo, afinal, depois de uma minuciosa apuração do que tenha causado falhas anteriores, todo o ciclo PDCA é recomeçado com novas diretrizes e parâmetros.

BSC

O BSC, ou Balanced Scorecard, é uma ferramenta de planejamento estratégico que consiste na definição muito clara das metas e estratégias da entidade, visando aferir o desempenho empresarial por meio de indicadores quantificáveis e verificáveis.

Basicamente, o método se fundamenta em determinar, de modo equilibrado, as relações de causa/efeito entre quatro indicadores de avaliação das empresas:

  • Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os investidores possam potencializar a rentabilidade de seus investimentos;
  • Clientes: conhecer o índice de satisfação dos clientes em relação à empresa;
  • Processos internos: a corporação deve se empenhar na identificação de produtos problemáticos, se foram entregues no tempo previsto e investir na inovação.
  • Aprendizado e crescimento: corresponde à competência de motivação do pessoal e a uma melhora estrutural da informação na empresa.

O BSC prevê que os quatro indicadores estejam aplicados de acordo com os objetivos propostos pela empresa, quer dizer, estando equilibrados (balanceados), a organização conseguirá um melhor desempenho, viabilizando a concepção de novas estratégias.

GDP

A metodologia do GPD (Gerenciamento pelas Diretrizes) é usada para garantir a consistência e suficiência das ações ao longo do desenvolvimento das metas, assegurando que haja coerência entre os indicadores utilizados durante a avaliação da implantação das estratégias e aqueles usados na averiguação do desempenho dos processos.

O processo começa com um quadro de resumo de metas, que, depois de validado pelo superior imediato, é compartilhado no Workshop Contrato de Gestão, cujo intuito é também disseminar e alinhar as metas entre os gestores dos diferentes setores. Nesse workshop, também devem estar os diretores, sendo que a condução do Workshop é de responsabilidade do presidente da empresa.

Feito isso, começa a segmentação dos itens de controle com base no documento Plano de Medidas. Nesse é verificada a demanda por ações extras na rotina, que proporcionarão o alcance de determinada meta.

O próximo passo é o preenchimento dos Planos de Ação. É também oportunidade de avaliar a necessidade de interfuncionalidades, por meio do preenchimento do formulário Matriz de Interfuncionalidade, exigindo uma negociação com os departamentos envolvidos sobre as condições e prazos para alcançar as metas. É um processo sucessivo, aplicado até o último nível gerencial.

Depois de finalizada essa etapa, todos os níveis hierárquicos precisam executar e atualizar os seus planos de ação e, na ocorrência de qualquer desvio, o superior deve ser comunicado imediatamente, para que realize uma análise das causas e gere um relatório de reflexão para cada meta.

Finalmente, o calendário anual de reuniões é cumprido, no qual os eventos são definidos e realizados regularmente, nos diversos patamares gerenciais, iniciando sempre do nível mais baixo para o mais alto. Nesses encontros são monitorados os Itens de Controle, de Verificação, o avanço dos Planos de Ação e os Relatórios de Reflexão do mês anterior, eventos nos quais é anotado em uma Ata de Reunião tudo o que foi discutido e acordado, distribuindo o documento entre aos participantes e partes envolvidas.

A integração das metodologias de gestão

É necessário, sobretudo, verificar as particularidades de cada empresa. De todo modo, não são metodologias necessariamente excludentes, podem sim ser aplicadas em conjunto, tendo uma ou outra característica de maior enfoque, a depender do segmento em que for implementada.

Por exemplo, o BSC pode definir estratégias utilizadas pela técnica GDP em seu desdobramento, desde o topo da empresa até a menor unidade de negócios. O GDP também pode ser utilizado conjuntamente com o PDCA, de forma que as ações empreendidas garantam os resultados pretendidos por meio de indicadores específicos.

De todo modo, não basta conhecer as melhores metodologias de gestão, sem que seja exercida uma boa liderança, conquistando o engajamento das equipes e da alta gestão.

Por Thiago Madureira, para o Blog Project Builder

virtuaoffice3 Metodologias de Gestão que Podem Mudar o Seu Negócio!
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O que podemos fazer para acabar com a complexidade tributária

 

complexidade

A complexidade tributária nem sempre é um tema que desperta interesse entre os empreendedores, mas deveria. Você sabia que entender os processos burocráticos pode ser a chave para uma vida mais simples?

A atividade do empreendedor brasileiro enfrenta dois sérios obstáculos de natureza tributária: a carga tributária é elevada e as obrigações acessórias são complexas e custosas. Quando falamos em obrigações acessórias estamos nos referindo a: informar-se das exigências das leis tributárias; inscrever-se nos vários cadastros; receber e assistir as auditorias tributária e a lista não para por aí.

Isso para cada um dos múltiplos impostos, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais. Ao contribuinte a lei até impõe a tarefa quase impossível de informar, no documento fiscal, o total de tributos incluídos no preço dos produtos que vende.

Na verdade, segundo a Pesquisa de Desafios dos Empreendedores, os empreendedores gerais, que representam a maioria das empresas brasileiras com crescimento comum, citam a burocracia e suas legalidades como um de seus maiores desafios. Para se ter uma visão em números, 1 em cada 5 empreendedores desse grupo afirma que a burocracia é o principal desafio do seu negócio.

  • O empreendedor sofre as consequências da complexidade tributária

No Brasil, cabe ao empreendedor calcular e recolher os tributos, além de interpretar a legislação por conta própria. O contribuinte também não conta com orientação clara e temporânea do fisco e acaba tendo que calcular e pagar o imposto assumindo o risco de erro de interpretação. E para piorar a situação, o fisco se reserva ao direito de revisar o pagamento nos cinco anos seguintes e se encontrar, segundo seu entendimento, qualquer insuficiência exigirá o imposto acrescido de multas pesadas e juros.

Os tribunais administrativos e judiciais estão abarrotados de processos tributários, cujo valor, em muitos casos, se aproxima do patrimônio líquido do contribuinte. Há até casos em que o contribuinte, em relação a uma mesma operação, é autuado por dois entes públicos, o estado exigindo ICMS e o município exigindo ISS.

Mesmo nos casos em que a norma tributária é clara, ela frequentemente abstrai dos custos de cumprimento. O fisco sabe quanto custa, para ele, arrecadar e fiscalizar os tributos, mas não tem ideia de quanto o cumprimento das normas custa ao contribuinte. Não se percebem esforços de simplificação. O regulamento de apenas um dos impostos, o ICMS no estado de São Paulo, tem 170 mil palavras. A complexidade tributária é uma bola de ferro amarrada aos pés do empreendedor.

  • A complexidade emana do desenho das leis tributárias

Como resquício colonial, as leis tributárias, desde a constituição política até as resoluções menores das atividades fazendárias, frequentemente guiam-se pelo que Fernando Rezende chamou de “princípio da comodidade”.Em outras palavras, o fisco busca sempre o arranjo que assegure o máximo de arrecadação e o mínimo de trabalho, sem preocupação com os custos para o contribuinte e o empresário responsável.

Exemplos disso são o chamado cálculo “por dentro” que consiste na cobrança de imposto sobre imposto, as restrições artificiais à dedução de custos, a tributação em separado de bens (ICMS) e serviços (ISS) sem crédito recíproco, a substituição tributária que transforma impostos ao consumo em impostos à produção, a multiplicidade de alíquotas. E por aí vai.

Some isso à proliferação de regimes especiais – isenção, redução de base de cálculo – e os inúmeros incentivos fiscais que, sem avaliação de seus resultados, mais se assemelham a privilégios concedidos aos melhor conectados. Os muitos benefícios fiscais não permitem que as alíquotas dos principais impostos sejam reduzidas a níveis mais razoáveis como as praticadas no resto do mundo.

  • Leis complexas + a mão forte do fisco

As administrações fiscais brasileiras ainda se baseiam no paradigma do crime e castigo, na percepção de que em cada contribuinte se esconde um sonegador. Falta a essas administrações a organização de seu trabalho segundo análise de riscos, de maneira que os contribuintes cumpridores de suas obrigações recebam tratamento diferenciado e o esforço de repressão se concentre nos casos de fraude. Isso é o que já se faz em muitos países com excelentes resultados. Para isso:

  1. O fisco precisa assumir a responsabilidade de interpretar a lei, ainda antes que ela entre em vigor. Fazer interpretações retroativas é deslealdade;
  2. O contribuinte tem o direito de conhecer a opinião do fisco sobre como sua atividade deve ser tributada antes de praticar atos com efeitos tributários;
  3. As páginas de internet do fisco devem ser amigáveis e solucionar dúvidas em linguagem simples;
  4. Deve haver canais de orientação para escalar dúvidas difíceis de solucionar na internet;
  5. Deve haver espaço para diálogo entre fisco e contribuinte na aplicação das normas tributárias.
  • Bases para um sistema tributário orientado para o desenvolvimento

Devido à sua complexidade, volatilidade, imprevisibilidade, inequidade, opacidade e incerteza, o sistema tributário brasileiro é um entrave ao desenvolvimento econômico e social do país. Não se trata de discutir aqui o tamanho da carga tributária, mas a maneira como ela é arrecadada.

A ARRECADAÇÃO DE R$ 1 EM TRIBUTO PELO GOVERNO CUSTA AO SETOR PRIVADO R$ 1 MAIS UM “PESO MORTO” CONSIDERÁVEL: SÃO OS MÚLTIPLOS CUSTOS DE CUMPRIMENTO PELO CONTRIBUINTE.

Aqui vemos um excerto da Constituição que ilustra a complexidade do sistema tributário: como pode o cidadão comum entender o principal documento da cidadania?

“§ 1º A vedação do inciso III, b, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, IV e V; e 154, II; e a vedação do inciso III, c, não se aplica aos tributos previstos nos arts. 148, I, 153, I, II, III e V; e 154, II, nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. 155, III, e 15”

A complexidade é o principal desses custos e boa parte dela é desnecessária. A Constituição brasileira traz mais palavras sobre tributos que qualquer outra constituição no planeta. O ICMS e o ISS deviam ser unificados em um imposto geral sobre o consumo (IGC) de base uniforme em todo o país, na forma de arrecadação estadual e receita compartilhada com os municípios.

As contribuições federais, PIS e Cofins, devem ser unificadas em uma contribuição geral sobre o consumo (CGC) com base igual à do IGC. O IPI devia ser aplicado apenas na importação ou na fabricação, estágio único, e limitado a alguns poucos produtos como tabaco, bebidas alcoólicas e combustíveis. Tanto o IGC quanto a CGC deviam desonerar completamente o investimento e a exportação, com a pronta devolução dos créditos acumulados. Os incentivos fiscais deviam ser gradualmente eliminados.

O imposto de renda sobre empresas (IRPJ) devia ser unificado com a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). A tributação dos lucros obtidos no exterior devia ser revista, em linha com a melhor experiência internacional, para permitir que o Brasil possa atrair hubs ou centros de negócios regionais ou globais.

A eliminação de incentivos fiscais e regimes especiais deve abrir espaço para a adoção de alíquotas tributárias mais moderadas, que por si só já constituem incentivo adicional ao cumprimento voluntário.

SEM PRIVILÉGIOS A TRIBUTAÇÃO SE TORNA MAIS JUSTA E ONDE TODOS PAGAM, TODOS PAGAM MENOS.

As administrações tributárias deviam unificar seus cadastros e procedimentos de registro e baixa (one stop shop) de empresas. Deviam, além disso, utilizar o maior controle permitido pela nota fiscal eletrônica e sistema digital de contabilidade para diminuir as obrigações acessórias que pesam sobre os contribuintes.

Ainda é importante lembrar que os fiscos deviam adotar uma nova atitude de facilitação de negócios. O empresário deve ser visto não como antagonista, mas como agente que recolhe do contribuinte final e entrega ao fisco o montante do tributo. Todo esforço deve ser feito para que cumpra bem e cooperativamente essa função. O peso da lei deve ser reservado aos fraudadores.

É possível simplificar significativamente o pagamento de impostos no Brasil. Os frutos dessa simplificação serão mais atividade, mais emprego, mais renda, mais crescimento da economia. E também mais arrecadação tributária! Que tal nos unirmos em prol desta reforma em que todos ganham?

Por , para Endavor

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Os principais desafios enfrentados ao montar um novo negócio

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Nos últimos anos, em virtude da facilidade de formalização, com a criação do Simples Nacional, os institutos e entidades, como o Sebrae, por exemplo, constataram um grande crescimento no empreendedorismo, principalmente através dos empreendedores individuais, pequenos comerciantes ou prestadores de serviços, buscando o caminho para a legalização de seus negócios.

A implantação do MEI – Microempreendedor Individual como figura jurídica, portadora de CNPJ e tributada através do Simples Nacional, apresenta-se atualmente como o melhor caminho para empreendedores que estão sempre voltados para as melhores oportunidades apresentadas pelo mercado.

O crescimento tem sido intenso no sistema Sebrae para os MEI, fazendo com que a classe se torne a mais numerosa entre os que procuram a entidade, principalmente para serviços de orientação, de consultorias, de cursos voltados para as finanças e gestão dos negócios, além de interessados em acesso ao crédito.

Principais desafios para os microempreendedores

Uma das principais dificuldades apontadas é conseguir financiamento para o capital de giro, diante do alto índice dos juros cobrados pelos bancos e instituições financeiras, embora algumas instituições públicas criem seus próprios meios, como Banco do Povo, de São Paulo. Mesmo com juros mais baixos, o limite dos valores ainda é pequeno para os anseios dos MEI.

A facilidade apresentada pelo CNPJ com a inclusão no Simples Nacional se, por um lado, traz esperanças de possibilidade de crescimento, por outro também impede que bons negócios possam ser levados em frente, não atendendo as necessidades de financiamento apresentadas pelos microempreendedores.

O segundo problema enfrentado pelos MEI está relacionado à conquista de clientes e à divulgação dos negócios, o que demonstra falta de conhecimento dos meios disponíveis para essa situação.

Com a internet à disposição, os empreendedores podem encontrar maneiras de divulgação muito mais rápidas e práticas, e essa é uma situação que deve ser conduzida também pelo Sebrae, que possui técnicos especialistas em marketing. O uso de redes sociais, de e-mail marketing e de blogs voltados para o negócio são ferramentas que não exigem investimentos mais onerosos, podendo ser praticados por todos os MEI.

Outros quesitos que se mostram como dificultosos pelos microempreendedores, como a administração e gestão do negócio, podem ser facilmente supridos com os cursos voltados para finanças, assim como o cumprimento de obrigações legais.

As facilidades trazidas pelo Simples Nacional ajudam no desenvolvimento do negócio, que, para deslanchar, exige apenas capital de giro e conhecimento de marketing dos microempreendedores individuais.

Conseguir um financiamento, ainda segundo informações do Sebrae, foi um resultado que apenas 12,5% dos MEI tiveram sucesso nos últimos dois anos. Grande parte dos que não desistiram da ideia de um empreendimento próprio, só conseguiram o investimento através da venda de patrimônio próprio, como um carro, um terreno ou uma casa, enquanto que os bancos se voltam para grandes financiamentos, para grandes empresas, não havendo, no sistema, um movimento que propicie também o desenvolvimento de pequenos negócios.

Os Microempreendedores Individuais, as Pequenas e Médias Empresas são responsáveis pelo maior percentual de empregos em nosso país e, num momento em que ainda estamos sentindo os efeitos da crise econômica criada nos últimos anos, nota-se que as instituições governamentais ainda estão a dever aos pequenos empreendedores.

O momento é para sedimentar uma estrutura econômica que seja capaz de novamente movimentar a economia e, se pensarmos com cuidado, a grande locomotiva para o início desse movimento são os pequenos empresários, os brasileiros criativos e com vontade e que sabem que uma crise é apenas um momento e é exatamente nesse momento que surgem as melhores oportunidades.

Fonte: Administradores.com

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12 Dicas de Gestão Para Empreendedores Iniciantes

 

Abrir um negócio é sempre um grande desafio. Muitos empreendedores se concentram apenas na ideia e esquecem o principal: elaborar um bom planejamento estratégico e financeiro. A cada 100 empresas abertas no Brasil, pouco mais de 75 sobrevivem ao primeiro ano, segundo o Sebrae.

Para Vinícius Roveda, fundador da ContaAzul, empresa que oferece serviços de gestão online para pequenas empresas, os cuidados dos empreendedores iniciantes devem ser redobrados. Com o objetivo de ajudar quem está começando, ele listou 12 dicas para quem quer evitar os erros mais comuns ao abrir um negócio:

1. Compartilhe a sua ideia
Essa atitude, mesmo em um estágio inicial do negócio, pode economizar um bom tempo e muito dinheiro. Esqueça o medo de que alguém irá copiar o seu projeto e compartilhe o que pensa com outros empreendedores, principalmente com aqueles que já tiveram alguma experiência semelhante.

2. Valide o seu modelo de negócio
Roveda afirma que a falta de planejamento é uma das principais causas de mortalidade das empresas. Os erros são comuns, mas o importante, segundo ele, é que as falhas sejam encaradas como um aprendizado. O ideal é testar e validar seu negócio o mais rápidamente possível – e não ter medo de mudar completamente a estratégia caso seja preciso. Lembre-se de que, se você invalida uma ideia em pouco tempo, o prejuízo é menor. O canvas é um modelo bastante útil para elaborar seu plano de negócios. Aprenda aqui a fazê-lo.

3. Conheça profundamente os seus clientes
Quanto mais você conhecer o seu cliente, maior será a probabilidade de você ter sucesso. Mas não basta apenas ter informações do tamanho do seu público-alvo e de sua preferência. Também é importante entender o comportamento, os hábitos e as rotinas de quem você quer atingir. Com essas informações em mãos, é possível personalizar produtos ou serviços, conquistar os usuários e obter sucesso mais facilmente.

4. Fuja da informalidade
Empreendedores iniciantes se veem tentados a começar suas atividades de maneira informal. A intenção principal é fugir dos impostos. No entanto, sem a formalização, o seu negócio fica impedido de crescer. A capacidade de emitir nota fiscal, criar uma conta bancária como pessoa jurídica, obter máquinas de cartão de crédito e solicitar empréstimos públicos é exclusiva para quem tem um CNPJ.

5. Seja um bom gestor administrativo
Ter experiência no ramo de atuação é importante, mas não é tudo. Boa parte dos empreendedores iniciantes acredita que é possível administrar uma empresa com o conhecimento adquirido em uma graduação específica. Para Roveda, tal postura é inadequada. Sem conhecimento em administração, o empresário corre o risco de ver o negócio afundar.
6. Tenha uma vida financeira organizada
Muitos empreendedores vivem mergulhados em uma completa desorganização financeira, algo terrível para os negócios. Para “sair do vermelho”, o primeiro passo é organizar seu fluxo de caixa. Com planilhas simples, é possível controlar os valores que entram e saem, inclusive com previsões futuras. Alguns softwares de gestão auxiliam o controle financeiro, informando o que vence e o que deverá entrar no seu caixa. Dessa forma o empresário terá total controle da situação monetária e poderá planejar o crescimento saudável do negócio.
7. Separe despesas pessoais e empresariais
Às vezes, por causa de apertos financeiros ou pura desorganização, o empreendedor usa o dinheiro da empresa para pagar despesas pessoais – ou vice-versa. Segundo Roveda, esse é um dos erros mais comuns entre os donos de pequenos negócios. Ele recomenda que o empreendedor fixe uma retirada mensal dos ganhos do negócio – valor tecnicamente chamado de pró-labore – e reinvista o resto dos lucros na própria empresa, estimulando seu crescimento.8. Defina o valor do seu produto de maneira consciente
Empreendedores iniciantes também costumam errar muito na hora de definir a margem de lucro e fixar preços de produtos. É comum encontrar empresários que vendem muito, mas se queixam de não ver o dinheiro entrar. Isso acontece em razão de cálculos equivocados. Saiba que há técnicas corretas para definir margens de lucro e preço de produtos e serviços. Se você não as conhece, está na hora de rever as finanças da empresa, segundo Roveda.

9. Saiba negociar
Cortar gastos e economizar ao máximo: o empreendedor que pensa assim vai longe, de acordo com o fundador da ContaAzul. Uma estratégia importante para conseguir o melhor aproveitamento dos recursos é negociar com os fornecedores. Se você tiver um bom fluxo de caixa, conseguirá fazer compras grandes com pagamento à vista, o que pode significar custos menores na hora de repor o estoque e lucros mais altos no momento das vendas.

10. Gerencie seu estoque
O gerenciamento de estoque também é um dos pontos fundamentais para o sucesso de um negócio, seja ele virtual ou físico. Todo empreendedor deve ter em mente que, se vender, precisa entregar. Por este motivo, é importante saber exatamente a quantidade de cada item disponível. Caso você trabalhe com mercadorias de curto prazo de validade, o controle deve ser ainda mais rigoroso.11. Adote estratégias de comunicação
Estratégias de comunicação devem ser adotadas em qualquer negócio, seja ele de grande ou pequeno porte. Algumas medidas criativas podem ser adotadas sem grandes custos. Uma newsletter para o e-mail dos seus clientes, informando sobre novidades e promoções, é uma forma relativamente barata de informá-los. As redes sociais, segundo Roveda, não podem ser deixadas de lado.

12. Seja criativo
O fundador da ContaAzul não acredita que seja preciso “reinventar a roda”. Mas soluções criativas e diferenciais exclusivos são decisivos para levar sua empresa ao sucesso.

 

Fonte: Revista PEGN

 

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