Gestão

5 dicas para ser um bom líder

Separamos algumas dicas para melhorar sua liderança. Confira abaixo:

1 – Dê exemplo
Um bom líder, em primeiro lugar, é um exemplo para os subordinados. O gestor só pode cobrar com veemência aquilo que ele mesmo faz.

2 – Tenha equilíbrio emocional
Um líder de qualidade precisa ser suficientemente centrado, a ponto de lidar com calma e jogo de cintura com situações complicadas e conflituosas.

3 – Seja objetivo
Habilidade de comunicação, ser direto em colocações e feedbacks, deixar claro quais são as expectativas para cada projeto ou tarefa são capacidades inerentes a um líder de qualidade.

4 – Seja organizado
Um líder que não sabe do que precisa ou que nunca tem um plano para situações de risco simplesmente não está cumprindo o próprio papel.

5 – Tenha comprometimento
Um líder precisa estar por dentro de todas as atividades realizadas por sua equipe. Ele precisa oferecer suporte, ter sempre um “plano B”, estar sempre presente em reuniões e ajudar na tomada de decisões.

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Conheça as novas regras para enquadramento no MEI em 2018

Os microempreendedores individuais (MEI) devem ficar atentos às novas regras de enquadramento que entraram em vigor agora em 2018. Devido às alterações nas regras do Simples, houve mudanças na alíquota máxima da categoria e nas funções permitidas nesse tipo de regime fiscal.

Desde o início do ano, o teto máximo de faturamento para permanência na classe passou de R$ 60.000 para R$ 81.000, favorecendo um número ainda maior de empreendedores. A medida também beneficiou quem, no ano anterior, ultrapassou o teto antigo em até 20%. Neste caso, estes empresários, para regularizar sua situação, devem pagar uma taxa variável à Receita Federal.

Com as alterações surgiram 12 novas atividades enquadradas:

  • Apicultor independente
  • Cerqueiro independente
  • Locador de bicicletas independente
  • Locador de material e equipamento esportivo independente
  • Locador de motocicleta, sem condutor, independente
  • Locador de video games independente
  • Viverista independente
  • Prestador de serviços de colheita, sob contrato de empreitada, independente
  • Prestador de serviços de poda, sob contrato de empreitada, independente
  • Prestador de serviços de preparação de terrenos, sob contrato de empreitada, independente
  • Prestador de serviços de roçagem, destocamento, lavração, gradagem e sulcamento, sob contrato de empreitada, independente
  • Prestador de serviços de semeadura, sob contrato de empreitada, independente

Por outro lado, algumas ocupações não poderão mais ser enquadradas como MEI. São elas: Arquivistas de documento; Contador; Técnico Contábil e Personal trainer. O MEI que atua nessas atividades terá que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional.

Esse é o modelo de empresa brasileira, mais barato e mais fácil de configurar pois possui mais isenções fiscais e menos regras funcionais que os outros modelos de empresa. Apesar das inúmeras vantagens de ser MEI, antes de aderir é necessário saber que o microempreendedor pode possuir somente um empregado registrado e não ter participação em nenhuma outra empresa, seja como sócio, seja como titular.

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Como evitar que as despesas de final de ano desequilibrem as contas da minha empresa?

O pagamento de 13º salário de funcionários, impostos, férias e festas de confraternização podem se tornar dificuldades para as empresas, agora no final do ano. Uma boa maneira de evitar essa dor de cabeça é programar esses gastos desde o início do ano.

Sabendo que vai ter que desembolsar uma maior quantia nos meses de novembro e dezembro o empreendedor pode prever esses gastos desde janeiro. É essencial também que o empreendedor seja capaz de manter dinheiro guardado, de forma a estar tranquilo, independentemente do faturamento da empresa ao longo do ano.

Mas e quem não se programou? Normalmente a alternativa mais imediata é buscar recursos junto aos bancos para viabilizar esses pagamentos, o que torna a conta ainda maior por conta dos juros. Porém se pensar com calma o empresário pode combinar com fornecedores a postergação dos pagamentos ou negociar o adiantamento das receitas de clientes, de forma a minimizar o débito. Estas soluções, apesar de remediarem, não resolvem o problema maior: a falta de planejamento.

Organizar o orçamento e fluxo de caixa da empresa deve ser um hábito de qualquer gestor, independente de seu faturamento! Uma boa dica para os que ainda não conseguiram por em prática é aproveitar o ano que está iniciando e começar um planejamento do zero!

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6 COISAS QUE O CONSUMIDOR DE 2030 VAI EXIGIR DA SUA EMPRESA

Com a tecnologia impactando tanto a sociedade nos últimos anos, tentar imaginar como será o consumidor nas próximas décadas é um desafio árduo para qualquer empresa. Este é o mote de estudo de Tomás Duarte, CEO da Tracksale e embaixador do Building Global Innovators do MIT de Portugal que busca identificar o perfil do consumidor em 2030. Segundo ele: “Identificar essas tendências é muito mais difícil porque o mundo está muito veloz. Antes, as empresas maduras ficavam mais tempo no mercado, mas hoje 89% das maiores empresas registradas em 1955 não existem mais”, diz.
Duarte identificou em seu trabalho seis problemas que as empresas têm hoje e que se tornarão exigências do consumidor do futuro. Confira:

1. Conectividade Global
A tecnologia deve influenciar ainda mais a vida dos humanos nas próximas décadas. Por isso, será necessário que todas as partes do planeta tenham conectividade com internet de alta qualidade.
“Hoje nós sentimos necessidade de internet assim como sentimos de energia elétrica, mas a conectividade ainda é um problema em boa parte do mundo. Todas as empresas precisam investir em resolver esse problema o mais rápido possível, pois irá impactar potenciais consumidores que hoje não são atendidos, como em áreas remotas da Amazônia”, explica.
Duarte destaca que empresas consideradas a frente do seu tempo, como o Google e o Facebook, já se alertaram para a solução do problema. Exemplos disso são os balões Google Loon que circulam pelo mundo e a aposta da rede social em satélites de conectividade.

2. Uso do tempo
O ser humano está cada vez mais ligado ao tempo seja no trabalho, no lazer ou nas redes sociais e navegação em sites. Para o especialista, empresas que investirem em economia de tempo vão conquistar os consumidores nos próximos anos.
“O Waze é um sucesso no mundo todo porque faz com que a sociedade economize o equivalente a três dias por ano que seriam gastos em trânsito. Assim, vemos a tendência de criação de transportes elétricos e sob demanda, além de uma popularização muito forte dos drones até 2030”, diz.
Empresas como a Volocopter já apostam nesse tipo de serviço. Com a plataforma, será possível chamar um táxi-drone para chegar voando no lugar escolhido. O veículo, que parece um helicóptero, é totalmente autônomo e sem necessidade pilotos com autorização de voo.

3. Conforto
Com a tecnologia facilitando a vida do consumidor do futuro, ele tende a ficar mais exigente quando o assunto é conforto. Por isso, empresas que investirem em atendimento rápido e confortável serão as líderes nas próximas décadas.
“Para o cliente é muito positivo ter uma empresa que reduz o atrito e o esforço na hora dele consumir. Por isso empresas que apostem em tecnologias como jatos supersônicos que farão viagens intercontinentais durante 1h terão muito sucesso”, completa ao dizer que a Nasa, Boeing e AirBus são exemplos de empresas que estudam esse formato.

4. Ética
Se a sua empresa não está preocupada com a ética e transparência é melhor correr. Na estimativa de Duarte, ambos os temas serão tão importantes para os consumidores do futuro que o mercado criará formas de classificar empresas.
“Até 2030 teremos alguns modelos de validação para empresas. Uma espécie de selo que indicará que ela é ética, não corrupta, não pratica trabalho escravo e tem propósitos. Empresas que não se adequarem a isso provavelmente vão morrer”, diz.

5. Comunicação
As tecnologias também vão interferir a forma das pessoas se comunicarem e não estamos falando aqui apenas na troca de conversa orais por chats ou no uso de holográficos. A principal mudança nesse quesito, diz o especialista, será no bate papo entre pessoas de origens diferentes.
“Em breve não teremos mais cursos de línguas porque aprender outro idioma não será mais necessário, devido a dispositivos tecnológicos. E isso vai impactar diretamente no cliente porque ele terá acesso a empresas que nunca antes conseguiram entrar no nosso mercado devido a dificuldade de comunicação entre línguas muito diferentes”, completa.
Entre as empresas que já estão empenhadas em traduzir diferentes línguas em tempo real está o Facebook e a Microsoft.

6. Fim do sentimento de posse
Dizer a um Millennial que ele precisa trabalhar por anos para adquirir um carro o fará rir. Para a geração atual, a relação de posse é muito diferente da que existia entre seus pais e avós. Por isso, o especialista acredita que as empresas irão mudar totalmente nos próximos anos.
“As empresas não vão mais vender produtos, mas sim entregar serviços através de assinaturas. Isso quer dizer, por exemplo, que não vamos mais ao mercado comprar barbeador, mas vão assinar para receber o produto mensalmente em casa”, completo.

Fonte: Portal no Varejo

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Franquias de pequeno porte crescem 45% em três anos

As empresas que exigem pouco investimento inicial estão em crescimento no Brasil. A quantidade de redes de microfranquias no país cresceu 45% em três anos, passando de 384, em 2013, para 557, em 2016, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). “São negócios de baixo custo e, por isso, atraem pessoas que querem empreender, mas não têm grande capital para investir no começo”, diz o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. A média de investimento inicial nesse setor é de R$ 44,1 mil, incluindo taxa de franquia, capital de giro e custos de instalação do negócio. Há negócios ainda que podem ser iniciados com R$ 3 mil, e outros que vão exigir até R$ 90 mil do empreendedor.

Afif explica que a expansão desse setor nos últimos anos está diluída em um conjunto de negócios de franquias de diversos segmentos, tais como moda, alimentação, turismo, saúde e bem-estar, casa e construção, além de comunicação, informática e eletrônica, entre vários outros. “A área de atuação de uma microfranquia depende da demanda local ou do mercado. Mas o fato é que para quem deseja investir nesse setor, tem determinação e perfil comercial, existem inúmeras opções, além disso, o empreendedor deve fazer gestão do investimento e separar bem as finanças e os recursos do negócio e os da vida pessoal e da família”, recomenda o presidente do Sebrae.

De acordo com informações do Portal da ABF, há outros dados positivos. Considerando todo o setor de franquias no Brasil, houve crescimento de 8% no faturamento no primeiro semestre de 2017 (R$ 74,4 bilhões) em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 68,8 bilhões).

Apoio ao empreendedor

De acordo com o Sebrae, franquia é um modelo empresarial baseado na venda de licença de uso de um negócio, know-how, estruturas, rotinas, produtos e serviços desenvolvidos por um franqueador. É uma estratégia de mercado para aqueles que desejam iniciar um novo projeto já com bases mais consolidadas, aplicações testadas e certo reconhecimento pelo público-alvo.

Para dar apoio ao empreendedor, o Sebrae oferece uma série de informações e orientações para quem quer investir nesse setor ou que já está inserido no mercado, seja como franqueador ou franqueado. “Três dicas são essenciais para o empreendedor: escolher um negócio com o qual se identifique, fazer avaliação de mercado e valorizar a gestão do negócio. Por isso, antes de investir, é necessário conhecer o sistema de franquia, o seu funcionamento, avaliar o franqueador e analisar a viabilidade econômico-financeiro, além de procurar a unidade do Sebrae mais próxima para buscar orientação, entre outros aspectos”, afirma Afif.

 

Fonte: Empreendedor

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Como o eSocial vai alterar a rotina administrativa de sua empresa

Desde 2014 foi instituído o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). O programa promete unificar o envio de informações relativas aos trabalhadores, como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS. A transmissão eletrônica desses dados simplificará a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, de forma a reduzir a burocracia para as empresas. No caso das micro e pequenas empresas a legislação prevê ainda tratamento diferenciado.

O que é o eSocial Empresas

É um novo sistema de registro, elaborado pelo Governo Federal, para facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores. De forma padronizada e simplificada, o novo eSocial empresarial vai reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar suas obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Todas as informações coletadas pelas empresas vão compor um banco de dados único, administrado pelo Governo Federal, que abrangerá mais de 40 milhões de trabalhadores e contará com a participação de mais de 8 milhões de empresas, além de 80 mil escritórios de contabilidade.

Funcionamento do Programa

Na prática, as empresas terão que enviar periodicamente, em meio digital, as informações para a plataforma do eSocial. Todos esses dados, na verdade, já são registrados, atualmente, em algum meio, como papel e outras plataformas online. No entanto, com a entrada em operação do novo sistema, o caminho será único.

Obrigatoriedade do Sistema

A implantação do sistema será realizada em duas etapas: a partir de 1º de janeiro de 2018, a obrigatoriedade será para os empregadores e contribuintes com faturamento apurado, no ano de 2016, superior a R$ 78 milhões. Já a partir de 1º de julho de 2018, a obrigatoriedade será estendida aos demais empregadores e contribuintes, independentemente do valor de faturamento anual.

O eSocial substituirá as seguintes obrigações:

  • GFIP  –  Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • LRE –  Livro de Registro de Empregados
  • CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
  • CD –  Comunicação de Dispensa
  • CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
  • PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
  • DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
  • DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
  • QHT – Quadro de Horário de Trabalho
  • MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
  • Folha de pagamento
  • GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
  • GPS – Guia da Previdência Social

Vantagens para as empresas

Além de simplificar processos, gerando ganho de produtividade, o eSocial passará a subsidiar a geração de guias de recolhimentos do FGTS e demais tributos, o que diminuirá erros nos cálculos que, hoje, ainda ocorrem na geração desses documentos.

Com a substituição da entrega de diversas obrigações por apenas uma operação, o projeto promete diminuir gastos e tempo dedicados atualmente para à execução dessas tarefas, sem que haja regime tributário diferenciado. 

O eSocial traz, para o formato digital, informações que hoje ainda podem ser registradas em meios ultrapassados e até frágeis, como em livros de papel. Tais dados, que ainda hoje devem ser guardados por longo período de tempo, em até 30 anos, passarão a ser armazenados em um ambiente público, seguro e sem custos para as empresas. As 15 obrigações, fundamentais na relação trabalhista entre empregador e empregado, estarão sistematizadas num único banco de dados.

Aplicação para o MEI

Será desenvolvido um módulo específico para auxiliar os usuários do programa do Microempreendedor Individual (MEI), na qualidade de empregador para o cumprimento de suas obrigações trabalhistas e tributárias. Na condição de microempreendedor, o MEI continuará fazendo uso do SIMEI, não havendo qualquer tipo de mudança prevista.

Maiores informações sobre as funcionalidades do eSocial poderão ser consultados no site: http://portal.esocial.gov.br/

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Saiba quem é seu público alvo e como lidar com ele

Saber quem são os clientes e como lidar com eles é uma dúvida que assombra grande parte dos empreendedores, dos mais jovens aos mais experientes.

Como o mercado está cada vez mais disputado e a variedade do público se mistura cada vez mais, o que pode ser feito para lidar com eles da melhor forma? Como usar disso para reinventar o seu negócio?

Saber quem procura pelos seus produtos e serviços, de uma maneira que tem mostrado ótimos resultados, já tem um nome: Mapa de Empatia para Empreendedores.

Entendendo o que é um Mapa de Empatia para Empreendedores

A intenção desse Mapa de Empatia é entender o máximo sobre o tipo de cliente que se interessa pela sua marca.

Com ele é possível entender mais sobre os gostos, o que procuram, pensam e fazem, permitindo que você aja para alcançar as expectativas de todos e aumentar o seu potencial de crescimento no mercado.

A ideia é simples: conhecer de verdade quem é o seu público, o que desperta o interesse deles e quais suas aspirações — em um viés pessoal, profissional e como compradores! Quando mais conhecê-los, mais fácil desenvolver bons relacionamentos com eles.

Na prática, empreendedores podem fazer um mapa visual com perguntas, respostas e especificidades de interesse em cada produto, o que torna a interpretação e o uso de informações muito mais ágil e prática.

Montando um Mapa da melhor forma

Um Mapa de Empatia para Empreendedores possui uma pauta que deve ser seguida para alcançar os melhores resultados para análise.

Como o propósito dele é conhecer os interessados, uma série de perguntas chaves podem te auxiliar, mas antes é importante fazer um passo importante: definir uma persona — que nada mais é que um cliente típico, com as principais características.

Assim, fica mais fácil encontrar as respostas para as perguntas que norteiam o mapa — e que mostraremos agora:

O que vê?

Tente definir o que essa persona vê de acordo com o meio em que vive, amigos que convivem e outras influências externas.

Por exemplo, se ela está em um grupo de compradores mais modernos, provavelmente utiliza a internet cada vez mais no seu dia a dia, então investir em tecnologia para atraí-la pode ser uma boa escolha.

Alguns pontos podem te ajudar a responder esse tópico:

  • Como é o mundo em que ele vive?
  • O que as pessoas de seu meio fazem?
  • Como são os amigos?
  • Quais as tendências do seu cotidiano?

Repare que esse mapa induz que empreendedores busquem saber mais sobre os clientes, o que gera benefício para ambos os lados: clientes mais satisfeitos e negócios capazes de gerar mais benefícios, sejam financeiros ou sociais.

O que ouve?

Entre os traços de personalidade mais importantes, saber ouvir é um dos que se destaca. E, se isso aplica-se à empreendedores de sucesso, por que não funcionaria à potenciais compradores do seu produto?

A ideia é saber o que — e quem — eles ouvem, como isso os influencia e como tirar proveito dessa relação da melhor maneira. Assim, perguntas simples podem te ajudar:

  • Quem são suas principais influências?
  • O que pessoas importantes em suas vidas dizem?
  • Que atitudes tem suas marcas favoritas?
  • Quem são suas referências e ídolos?

Dessa forma, você pode otimizar sua postura de mercado e promover ações que atraiam mais pessoas dentro desse ramo de interessados.

O que fala e faz?

Essa pergunta está ligada à anterior, pois tudo que um cliente ouve e toma como referência, pode influenciar no que ele faz.

O ideal é entender como ele costuma agir, como é sua rotina e o que mais o agrada. Assim, você entenderá como ele se porta quando tem interesse em algum produto ou serviço e o que pode instigá-lo.

As dicas mais comuns para definir o que o cliente sente nessa parte do Mapa de Empatia para Empreendedores são:

  • O que é comum de ele fazer?
  • Quais seus hobbies?
  • Do que ele gosta de falar?

Note que o desafio como empreendedor é se aproximar das pessoas e desenvolver a real empatia por aqueles que vão fazer parte da sua empreitada no mundo empresarial.

O que ele pensa e sente?

Essa é uma pergunta delicada — e que pode te ajudar muito a definir postura de atração, abordagem e manutenção de relacionamento.

O ideal é entender como eles se sentem em relação à vida, o que os influencia e os instiga a procurar por mais, bem como limitadores. Assim, você pode desenvolver ações que toquem o interesse, além de evitar lidar com influências negativas que podem afastá-los.

Entre os parâmetros para alcançar as respostas, podemos citar:

  • Quais ideias importantes que ele tem medo de falar?
  • Quais as maiores preocupações ultimamente? Por que?
  • Quão distantes estão de seus sonhos?

Quais as dores?

Quase no final do Mapa de Empatia para Empreendedores, essa é uma pergunta delicada e que requer atenção para responder. Aqui, você deve procurar entender sobre os medos dos seus clientes, o que tem segurado os sonhos e os porquês disso:

  • De que eles têm medo?
  • Quais as maiores frustrações?
  • O que eles gostariam de mudar em suas vidas?

Dessa forma, você pode encontrar a raiz dos problemas para responder a última pergunta do mapa!

Quais as necessidades?

Quais as reais necessidades do seu público depois de você definir o que eles veem, ouvem, fazem, falam, pensam e sentem. Essa é a fase final que te ajudará a traçar soluções palpáveis que seu negócio oferecerá para eles.

Por isso, o norteador principal é único: o que você pode fazer para ajudá-los?

Note que a intenção não é manter um contato de vendedor e comprador, mas estreitar as relações, enxergando neles pessoas ao invés de fontes de dinheiro.

O segredo do empreendedorismo é esse: identificar problemas para gerar oportunidades, então não se esqueça de buscar a realização profissional oferecendo soluções socialmente boas!

Extraindo benefícios

Como dissemos, esse mapa pode ajudar — e muito — no desenvolvimento de soluções para o seu negócio. É possível conhecer mais o seu público e desenvolver produtos que realmente supram suas necessidades.

Assim, você pode vencer esse desafio de empreender de maneira inteligente e usando como aliados os principais interessados no seu serviço!

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10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA PARA ABRIR UMA EMPRESA EM CASA

Você teve uma ideia para abrir uma empresa em casa e está prestes a contar para o mundo. Que bom! Antes de por tudo em prática, reserve um tempinho para ler esta lista. São as dez coisas de que você precisa (além de clientes) para começar seu negócio com o pé direito:

1. Em primeiro lugar, um mercado para seus produtos e serviços. Se você ainda não se preocupou com isso, não siga em frente. “Este é um primeiro passo fundamental e é impressionante quantas pessoas montam um negócio sem ter mercado para isso”, conta Jane Applegate, autora e colunista que escreve sobre pequenos negócios. Mesmo conversas podem ajudar a responder muitas perguntas, ela afirma. “Se você quiser decorar bolos em casa, converse com 50 pessoas que você conhece e veja se elas comprariam com você. Converse com as pessoas nos locais que você frequenta. Certifique-se de que há quem queira comprar o que você tem para vender.”

2. Um espaço separado para o seu escritório. Sim, um quarto à parte seria bom. Não é obrigatório. Mas você precisa de uma área que seja inconfundivelmente seu local de trabalho e que possa ser fechada e isolada do resto da casa por divisores, cortinas ou até uma cortina de chuveiro, se é tudo o que você tem.

3. Uma boa estação de trabalho para usar o computador e o laptop. Se você fosse Azriela Jaffe, famosa autora que escreve sobre escritórios em casa, gastaria quase tanto dinheiro em uma cadeira confortável quanto em um computador. “Anos sentando na cadeira errada podem deixá-lo com problemas físicos e má postura”, ela diz. “Eu acho válido o investimento em uma cadeira.” Ela pensa o mesmo a respeito do mouse. “Você precisa de um mouse que não sobrecarregue o seu pulso. Um barato e básico não adianta.” Computador de mesa ou laptop? Como quiser. Atualmente, muitos dos laptops têm os mesmos recursos de um computador, mas com mais mobilidade. Você fica sujeito a um teclado menor e, em muitos casos, não tem mouse. Porém, se você viaja ou fica fora do escritório muito tempo, um laptop pode ser a escolha certa. Se puder, pode ser útil ter o laptop e o computador de mesa.

4. Uma linha de telefone (ou duas) à parte e uma boa conexão. Seus clientes vão gostar de ter as ligações atendidas por você, seu assistente ou uma mensagem profissional, não seu filho, com o cachorro latindo ao fundo. Uma linha telefônica exclusiva para a sua empresa é fundamental.

5. Uma conta bancária à parte. Isso é importante porque não é bom misturar o dinheiro dos negócios com o dinheiro pessoal. Ter uma conta bancária no nome da sua empresa é a coisa certa a fazer.

6. Formalização da empresa. Muitas empresas vão querer ver seu registro antes de fecharem negócios com você, avisa Applegate. Ter CNPJ é importante. Consiga um.

7. Um site e uma conta de e-mail com o nome da empresa. Sim, você precisa de um site para os negócios e para a publicidade. E precisa de um endereço na internet que corresponda ao nome da sua empresa, não uma confusão de letras e símbolos que ninguém memoriza. O mesmo acontece com o endereço de e-mail, uma conta de um servidor de internet. Você não apenas quer parecer profissional, mas quer promover a sua marca. Definitivamente, seu site ajuda sua empresa. Você recebe e-mails do mundo todo. Provavelmente, é a melhor ferramenta de marketing que você pode adotar.

8. Cartões de visita, material de escritório e, talvez, um fax. Os aparelhos de fax são coisa do passado? “Estão se tornando”, pondera Applegate, “mas ainda é necessário algum recurso para mandar fax.” Ela prefere programas de fax, para poder enviar fax pelo computador. Jeff Berner prefere um aparelho de fax padrão, para não precisar escanear os documentos para o computador. Os dois acham boa a ideia de comprar um aparelho multifuncional com recursos de cópia e fax.

9. Seguros de saúde e contra terceiros. Se você largar seu emprego para cuidar da empresa, estará sozinho. Não terá dias fixos para receber o salário. Não terá férias remuneradas. E será responsável por encontrar uma cobertura de seguros. O seguro de saúde é provavelmente o maior espinho para proprietários de pequenas empresas. É caro e, às vezes, difícil de conseguir. Uma das melhores formas de conseguir o seguro de saúde é por meio de organizações comerciais. Você também precisa pensar em um seguro para a empresa.

10. Horas de trabalho regulares e uma vida fora do escritório. Para muitas pessoas, abrir uma empresa em casa significa uma mistura da vida profissional com a pessoal. Donos de empresas em casa com experiência dizem que definiram horários de trabalho regulares e os mantêm. Quando não estão trabalhando, eles fecham as portas do escritório e saem. Da mesma forma, não permitem que as crianças brinquem dentro do escritório quando estão tentando trabalhar. Você estará enganando a si mesmo se achar que pode resolver seus assuntos com um bebê no colo. “Você precisa ser disciplinado”, afirma Applegate. “Você precisa dizer aos seus familiares que só o interrompam se a casa estiver pegando fogo.” Ao mesmo tempo, donos de empresas em casa podem exagerar e se isolar do resto do mundo. “Não se esconda em um casulo”, diz Berner. Mantenha sua rede de amizades e encontre formas de fazer novos amigos, ele aconselha. “Procure outros profissionais que trabalhem com algo parecido para pedir orientação. Saia para almoçar com outras pessoas sempre que for possível.” Isolar-se em seu escritório não apenas destrói sua vida social, mas é ruim para os negócios.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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O que é ser escalável – E por que sua empresa precisa disso

Por que é importante que meu negócio seja escalável (e como fazer isso)?

Ser escalável significa ser capaz de crescer rápido. Geralmente, para tanto, é necessário desenvolver um modelo de gestão que possa ser reproduzido rapidamente, podendo então crescer sem perder tempo em ter que reinventar a roda.

Ser escalável também é fundamental para permitir que os clientes criem o hábito de adquirir os seus produtos e serviços antes que os seus concorrentes lhe imitem e tentem tomar de você os clientes conquistados.

Resumindo, ser escalável é fundamental para sobreviver num ambiente de negócios caracterizado pela velocidade com que a informação se espalha e pela mudança frequente que exige do empresário de suas empresas inovação e novos modelos de negócio cada vez mais frequentemente.

Como fazer isso?

Desenvolva uma empresa que se mantenha em contato permanente com os seus clientes. Que saiba interpretar os desejos e necessidades deles. Ouça os clientes, e saiba interpretá-los.

Use a tecnologia de forma intensiva, mas invista em pessoas. Contrate pessoas melhores que você. Escolha funcionários que acreditem nas pessoas e que saibam fazer a gestão de suas equipes. Resumidamente, contrate membros capazes de se tornarem líderes, no sentido amplo da palavra.

Procure sempre disputar os mercados em que os seus melhores concorrentes – ou seja, as melhores empresas do mundo na sua área de atuação – estejam presentes. Só esta condição gerará a motivação necessária para procurar ser sempre melhor.

Procure manter viva sempre a sua alegria de estar fazendo o que você gosta. E procure que as pessoas que trabalham com você sejam capazes de ter o mesmo sentimento.

O resto? O resto é o resto. Pode usar o modelo de franquias ou de crescimento por meio de filiais. Pode internacionalizar os seus negócios ou pode escolher nichos específicos. Se a expansão precisa de financiamentos, pode procurar parcerias, crowdfunding, investidores anjo ou fundos de investimento.

Mas nada disso vai auxiliá-lo a escalar o seu negócio se você não cuidar dos seus clientes e se não tiver colaboradores de alta performance.

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Conheça os 4M’s da Prestação de Serviços

Quando se fala em marketing, logo surge à mente o conhecido mix ou 4 Ps, que formam um conjunto de ferramentas para alcançar estratégias de mercado.  Com este conceito em mente, passei algum tempo tentando imaginar alguma coisa análoga, quando se fala em prestação de serviços.

A primeira questão a ser analisada pela empresa que busca serviços é se o momento de recorrer a ajuda externa é o correto. Muitas vezes, as empresas, ao buscarem serviços, fazem antes de terem amadurecido o assunto internamente, e seus executivos, ao buscarem ajuda, não estão preparados ainda para discutir o tema em profundidade. A recomendação é amadurecer o assunto dentro da organização para entender se a sua empresa está preparada, neste momento, para absorver uma prestação de serviços externa. Lembre-se que, junto com a expertise, práticas e experiência de uma empresa de consultoria, vem também pressões culturais e obrigações que você precisará absorver. Este é o primeiro M da prestação de serviços: “Momento Certo”.

Um outro desafio da prestação de serviços é o escopo. Uma das maiores fontes de discussão entre prestadores de serviço e clientes é sobre qual o objeto do serviço. É frequente empresas buscarem a prestação de serviços baseando-se em sintomas. Isto é, buscam ajuda em determinado assunto e, ao longo do trabalho, é percebido que a causa raiz do sintoma apresentado ao prestador do serviço está longe do escopo contratado. Aí, começa um desentendimento que não ajuda a ninguém. Determinar exatamente o motivo pelo qual se deseja a ajuda de um prestador de serviço é fundamental para o sucesso do trabalho. O segundo M trata exatamente do “Motivo Certo” para contratar alguém.

Metodologias são essenciais para a prestação de serviço. Ao contratar uma prestadora de serviços, é importante avaliar se a forma ou as formas pelas quais se vai endereçar as questões a serem tratadas são práticas, com resultados consistentes e comprovados. Experiência é importante, mas metodologias eficazes são fundamentais para que projetos sejam bem-sucedidos e garantem a presença do terceiro M, “Maneira Certa”. Muitas vezes, a abrangência e o tamanho do projeto podem inviabilizar ou mesmo destruir um bom trabalho. Por isto, é importante estar atento ao contratar serviços que “caibam” não só no seu bolso, mas também na estrutura de sua empresa. De nada adianta propostas ousadas e até bem estruturadas se a organização não será capaz de absorver as demandas do projeto.

É importante que a proposta para a prestação de serviços seja equilibrada, tanto sob o ponto de vista dos custos envolvidos, quanto das demandas e dos resultados a serem apresentados. Na grande maioria das vezes, este equilíbrio será resultado das metodologias e da abordagem do prestador de serviço. A capacidade de entregar resultados na “Medida Certa” do tamanho da sua organização e da complexidade do problema é o desafio do quarto M.

O mercado de prestação de serviços está mudando no sentido de, cada vez mais, observar estes 4 Ms para atender às novas demandas. As plataformas colaborativas, computação em nuvem e mobilidade trazem à mesa inúmeras possibilidades de resultados a custos cada vez mais acessíveis. Pense nisto antes de contratar serviços!

Enio Kleiné CEO da K&G Sistemas, professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo e Coach pessoal e profissional formado pela International Association of Coaching – IAC/SLAC

Fonte: Empreendedor.com

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